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domingo, 12 de fevereiro de 2012

A Casa - Toquinho

Era uma casa muito engraçada
Não tinha teto, não tinha nada
Ninguém podia entrar nela, não
Porque na casa não tinha chão
Ninguém podia dormir na rede
Porque na casa não tinha parede
Ninguém podia fazer pipi
Porque penico não tinha ali
Mas era feita com muito esmero
Na rua dos bobos, número zero

Mímica

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
artistas da mímica
Mímica é a arte de exprimir os pensamentos e/ou os sentimentos por meio de gestos. É, portanto, uma classe de sematologia. Um mímico é alguém que utiliza movimentos corporais para se comunicar, sem o uso da fala. A mímica deve ser distinguida da comédia silenciosa, na qual o artista é um personagem sem jeito em um filme ou ato.

Índice

 [esconder

[editar] No Palco, no Cinema e nas Ruas

Na época do cinema mudo a comunicação entre os atores e o público era feita inteiramente com mímica. Um dentre muitos talentos que fizeram sucesso nessa época foi Charles Chaplin com o inesquecível Carlitos. Com o advento do som nos filmes, o uso de mímica em locais públicos passou a ser feito nos palcos por profissionais talentosos e nas ruas por aprendizes ou profissionais menos requisitados, estes como forma de subsistência. a mimica e um elemento vertical que e feito por movimentos

[editar] Como Brincadeira

Mímica é o nome de uma brincadeira tradicional da qual podem participar crianças, adolescentes e adultos. Possui variantes, mas, basicamente, consiste em uma pessoa ter que representar somente utilizando-se da mímica, sem usar, portanto, quaisquer códigos, letras ou palavras, uma entidade de sua escolha relativa a um assunto pré-determinado com os demais participantes. Pode ser um animal, um objeto, o nome de um filme, de uma pessoa, etc… O restante dos participantes deve, então, tentar adivinhar qual a entidade que está sendo comunicada pela mímica. Quem acertar ganha alguma forma de prêmio.
As variantes podem incluir limite de tempo para se acertar, formação de grupos, penalidades para quando ninguém acerta, e muito mais, dependendo da criatividade dos participantes.

[editar] História da Mímica

A origem dramática da mímica reporta-se ao teatro grego. Segundo alguns, estaria ela atrelada a uma das Musas – Polímnia – que, juntamente com Terpsícore (dança) e Calíope (poesia) teria sido responsável pela educação de Apolo, antes de sua ascensão ao monte Parnaso. Entenda-se, portanto, que essas três manifestações estão intimamente associadas.
Aparentemente a mímica teria sido bastante empregada no Teatro de Dioniso, em Atenas, onde atores à luz do dia, portando máscaras, encenariam para cerca de 10.000 pessoas (ou até mais, nos Festivais a Dioniso). Nessa época, a forma mais elaborada de mímica, a "hypothesis", era representada por atores que se concentravam mais na construção e desenvolvimento de suas personagens propriamente ditas. Com freqüência, um único ator representava várias personagens. O teatro grego floresceu entre os séculos V e IV aC, com a tragédia e a comédia. Posteriormente, com as conquistas, os romanos levaram a mímica para a Itália, adequada que era ao gosto do espetáculo entre os romanos. Com o tempo, eles desenvolveram sua própria técnica, incluindo a pantomima.
Com a queda do Império Romano, a Igreja Católica proibiu a mímica, fechou teatros. Mesmo assim a forma de arte sobreviveu.
Já na Idade Média, devido à enorme fragmentação e à quantidade de dialetos existentes na Itália do século XVI, os atores da chamada "commedia dell'arte" precisavam ter uma "concepção plástica de teatro". Nessa hora a mímica voltou à cena, sendo representada basicamente nas praças e mercados, e tornou-se um dos fatores mais importantes de atuação do espetáculo teatral e circense, tanto mais intensificada pela presença das máscaras (lembremo-nos de Veneza), que determinavam papéis mais ou menos estereotipados para os atores.
O ator na "commedia dell'arte" precisava efetivamente ter "uma concepção plástica do teatro", exigida em todas as formas de representação, com a criação de pensamentos e de sentimentos através do gesto mímico, da dança, da acrobacia, consoante as necessidades; do mesmo modo era necessário o conhecimento de uma verdadeira gramática plástica, além desses dotes do espírito que facilitam qualquer improvisação falada em um espetáculo.
A performance exageradamente cômica atraía a atenção para as performances acrobáticas, vindo a consolidar o gênero. Afetuosamente eles eram chamados de "Zanni", dando origem a personagens como o Arlequim (representante da classe mais servil). As trupes eram acessíveis a todas as classes sociais e a temática era sempre contemporânea, mantendo um caráter crítico forte, dado pela proteção trazida pelas máscaras.
Como a mímica não apresentava problemas de comunicação com a platéia, não tardou para que os "Zanni" viajassem e, pelo ano de 1576, uma das companhias italianas foi à França, onde a arte da mímica tornou-se imensamente popular. Muito dos gestos tradicionais e da constituição visual do Arlequim vieram desse momento.
Já, em 1881, uma família de acrobatas da Boêmia viajou a Paris e um dos filhos, Jean Gaspard Batiste Deburau, engajou-se na representação mímica junto aos "Funâmbulos do Boulevard do Templo".
Permaneceu com esta Companhia até a sua morte, mas todo o tempo em que lá esteve a serviço dessa manifestação artística serviu para que ele começasse a dar o perfil que a mímica tem hoje. Foi ele o responsável pela criação da figura do Pierrô.
A mímica viveu outro sucesso durante a Primeira Guerra Mundial, através da figura do grande Jacques Copeau, que foi professor, por seu turno, de Charles Dullin e Etienne Decroux, na Escola Vieux-Columbier. Este último, juntamente com outro aluno da mesma escola, Jean-Louis Barrault, desenvolveu a mímica moderna e levou-a para o cinema, no filme "Lês enfants du paradis" (1945). O filme, rodado sob o olhar censor da Gestapo, falava da biografia ficcional de Deburau, junto aos "Funâmbulos".
Após a Segunda Guerra Mundial, surgiu Marcel Marceau, que foi discípulo de Decroux e é considerado o maior ator de mímica de todos os tempos; criou a sua própria personagem "Bip", uma adaptação do Pierrô.
Sem dúvida a mímica influenciou o cinema mudo e atores como Chaplin, Keaton e o próprio Marceau foram arquitetos de um novo estilo, considerados como criadores da mímica atual.
Basicamente, existem dois grandes tipos de mímica: a literal e a abstrata, ou a combinação das duas. A mímica literal é mais usada na comédia e fala da história de um conflito, através do uso de uma personagem central. As ações e a aparência visual delineiam claramente a história para os espectadores. Já a mímica abstrata é usada geralmente para os sentimentos, pensamentos e imagens sérias, de um tema ou assunto. Normalmente não tem trama, nem personagem central, e é considerada uma experiência mais intuitiva.

[editar] Artistas de mímica notáveis

A Mime artist on the Ponte Sant'Angelo
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[editar] Ligações externas

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