A ignorância se refere à falta de conhecimento, sabedoria e instrução sobre determinado tema, ou ainda à crença em elementos amplamente divulgados como falsos. Em situação em contrapartida o ignorante estabelece critérios que desclassifiquem o conselho alheio, em prol da sua falta de conhecimento, busca estabelecer ideias falsas sobre si mesmo e o mundo que o cerca de forma errônea,que desagrade aqueles que o cercam. Ignorância é não saber, e não saber que não se sabe.
Uma velha senhora foi para um safari na África e levou seu velho cachorrinho “poodle” com ela.
Um dia, caçando borboletas, o velho cãozinho, de repente, deu-se conta de que estava perdido.
Vagando a esmo, procurando o caminho de volta, o velho cão percebe que um jovem leopardo o viu e caminha em sua direção, com intenção de conseguir um bom almoço.
O cachorro velho pensa: - "Oh, oh! Estou mesmo enrascado! Olhou à volta e viu ossos espalhados no chão por perto. Em vez de apavorar-se mais ainda, o velho cão ajeita-se junto ao osso mais próximo, e começa a roê-lo, dando as costas ao predador.
Quando o leopardo estava a ponto de dar o bote, o velho cachorro exclama bem alto: - Cara, este leopardo estava delicioso ! Será que há outros por aí?
Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um arrepio de terror, suspende seu ataque, já quase começado, e se esgueira na direção das árvores.
- Caramba! pensa o leopardo, essa foi por pouco ! O velho poodle quase me pega!
Um macaco, numa árvore ali perto, viu toda a cena e logo imaginou como fazer bom uso do que viu. Negociaria com o predador seu conhecimento de que o poodle não havia comido leopardo algum, por proteção para si mesmo.
E assim foi, rápido, em direção ao leopardo. Mas o velho cachorro o vê
correndo na direção do predador em grande velocidade, e pensa: - Aí tem coisa!
O macaco logo alcança o felino, cochicha-lhe o que interessa e faz um acordo com o leopardo.
O jovem leopardo fica furioso por ter sido feito de bobo, e diz: -"Aí, macaco! Suba nas minhas costas para você ver o que acontece com aquele cachorro abusado!"
Agora, o velho cachorro vê um leopardo furioso, vindo em sua direção, com um macaco nas costas, e pensa: - E agora, o que é que eu posso fazer ?
Mas, em vez de correr (sabe que suas pernas doídas não o levariam longe...), o cachorro senta, mais uma vez dando costas aos agressores, e fazendo de conta que ainda não os viu, e quando estavam perto o bastante para ouvi-lo, o velho cão diz: -"Cadê o safado daquele macaco? Estou com fome! Eu o mandei buscar outro leopardo para mim!
" Moral da história: não mexa com cachorro velho... idade e habilidade se sobrepõem à juventude e intriga. Sabedoria só vem com idade e experiência.
Verbo é o nome dado à classe gramatical que designa uma ocorrência ou situação. É uma das duas classes gramaticais nucleares do idioma, sendo a outra o substantivo. É o verbo que determina o tipo do predicado, que pode ser predicado verbal, nominal ou verbo-nominal. O verbo pode designar ação, estado ou fenômeno da natureza.
Classificação
Definem-se os verbos tradicionalmente como as palavras que indicam ação, estado ou fenômeno da natureza. Podem ser divididos das seguintes formas e verbos não são apenas ações, são também usado para ligar o sujeito do predicativo:
Quanto à semântica
Verbos transitivos: Designam ações voluntárias, causadas por um ou mais indivíduos, e que afetam outro(s) indivíduo(s) ou alguma coisa, exigindo um ou mais objetos na ação.Podendo ser transitivo direto, quando não exigir preposição depois do verbo, ou transitivo indireto, quando exigir preposição depois do verbo. Ou ainda transitivo direto e indireto.
Verbos intransitivos: Designam ações que não afetam outros indivíduos. Exemplos: andar, existir, nadar, voar etc.
Verbos impessoais: São verbos que designam ações involuntárias. Geralmente (mas nem sempre) designam fenômenos da natureza e, portanto, não têm sujeito nem objeto na oração. Exemplos: chover, anoitecer, nevar, haver (no sentido de existência) etc.
Verbos de ligação: São os verbos que não designam ações; apenas servem para ligar o sujeito ao predicativo.
Verbos da primeira conjugação: São os verbos terminados em ar: molhar, cortar, relatar, etc.
Verbos da segunda conjugação: são os verbos terminados em er: receber, conter, poder etc. O verbo anômalo pôr (único com o tema em o), com seus compostos (compor, depor, supor, transpor, antepor, etc.), também é considerado da segunda conjugação devido à sua conjugação já antes realizada (Ex: fizeste, puseste), decorrente de sua forma do português arcaico poer, vinda do latimponere.
Verbos da terceira conjugação: são os verbos terminados em ir: sorrir, fugir, iludir, cair, abrir, etc.
Quanto à morfologia
Verbos regulares: Flexiona sempre de acordo com os paradigmas da conjugação a que pertencem. Exemplos: amar, vender, partir, etc.
Verbos irregulares: Sofrem modificações em relação aos paradigmas da conjugação a que pertencem, tendo modificações no radical e nas terminações. Exemplos: resfolegar, caber, medir ("eu resfolgo", "eu caibo", "eu meço", e não "eu resfolego", "eu cabo", "eu medo").
Verbos anômalos: Entre os irregulares se destacam os anômalos. São verbos que não seguem os paradigmas da conjugação a que pertence, sendo que muitas vezes o radical é diferente em cada conjugação. Exemplos: ir, ser, ter ("eu vou", "ele foi"; "eu sou", "tu és", "ele tinha", "eu tivesse", e não "eu io", "ele iu", "eu sejo", "tu sês", "ele tia", "eu tesse"). O verbo "pôr" pertence à segunda conjugação e é anômalo a começar do próprio infinitivo.
Verbos defectivos: Verbos que não têm uma ou mais formas conjugadas. Exemplo: precaver - não existe a forma "precavenha".
Verbos abundantes: Verbos que apresentam mais de uma forma de conjugação. Exemplos: encher - enchido, cheio; fixar - fixado, fixo; fazer - faz, faça; dizer - diz, diga; trazer - traz, traga.
Preposição é uma palavra invariável que liga dois elementos da oração, subordinando o segundo ao primeiro. Isso significa que a preposição é o termo que liga substantivo a substantivo, verbo a substantivo, substantivo a verbo, adjetivo a substantivo, advérbio a substantivo, etc. Só não pode ligar verbo a verbo: o termo que liga dois verbos (e suas orações) é a conjunção. Junto com as posposições e as raríssimas circumposições, as preposições formam o grupo das adposições.
Exemplo: "Os alunos do colégio assistiram ao filme de Walter Salles comovidos", teremos como elementos da oração os alunos, o colégio, o verbo assistir, o filme, Walter Salles e a qualidade dos alunos comovidos. O restante é preposição. Observe: "do" liga "alunos" o "colégio", "ao" liga "assistiram" a "filme", "de" liga "filme" a "Walter Salles". Portanto são preposições. O termo que antecede a preposição é denominado regente e o termo que a sucede, regido. Portanto, em "Os alunos do colégio...", teremos: os alunos = elemento regente; o colégio = elemento regido.
Essenciais
Aquelas que só funcionam como preposição, são elas: . a - ante - após - até - com - contra - de - desde - em - entre - para - perante - por - sem - sob - sobre - trás.
Junção de algumas preposições com outras palavras, quando a preposição sofre redução.
Ex. do (de + o); neste (em + este); à (a + a); duma (de + uma)
Observação: Não se deve contrair a preposição "de" com o artigo que inicia o sujeito de um verbo, nem com o pronome "ele(s)", "ela(s)", quando estes funcionarem como sujeito de um verbo. Por exemplo, a frase "Isso não depende do professor querer" está errada, pois professor funciona como sujeito do verbo querer. Portanto a frase deve ser "Isso não depende de o professor querer" ou "Isso não depende de ele querer".
É um verbo que liga a um substantivo liberal, como: se fosses; se fossemos; se falharmos; e vários outros. Exemplos de frases: Se fossemos ao banco, tiraríamos o cheque. Se falharmos, não me perdoarei.
Adjetivo é uma palavra que caracteriza um substantivo atribuindo-lhe qualidade/característica, estado ou modo de ser. Flexionam-se em gênero, número e grau.
Sua função gramatical pode ser comparada com a do advérbio em relação aos verbos, aos adjetivos e a outros advérbios.
Exemplos: borboleta branca
Da mesma forma que os substantivos, os adjetivos contribuem para a organização do mundo em que vivemos. Assim, distinguimos uma fruta azeda de uma doce, por exemplo. Eles também estão ligados a nossa forma de ver o mundo: o que pode ser bom para uns pode ser mau para outros.
Flexão de adjetivos
Os adjetivos podem sofrer três tipos de flexão: por gênero, por número e por grau.
Flexão de Gênero
Os adjetivos podem ser divididos em dois grupos em relação ao gênero.
Adjetivos uniformes : Apresentam uma única forma para os dois gêneros (masculino e feminino). Exemplos: empregado competente (masculino)/empregada competente (feminino)
Adjetivos biformes : Apresentam duas formas para os dois gêneros (masculino e feminino). Exemplo: o homem burguês (masculino)/a mulher burguesa (feminino)
Em geral, para formar o feminino, os adjetivos levam a vogal -a no final do adjetivo e para formar o masculino eles levam a vogal -o no final do adjetivo. Exemplo: criativo (masculino)/criativa (feminino). Entretanto, pode haver exceções, como no caso dos masculinos terminados em -eu, que podem fazer o feminino em -eia (europeu, européia) ou em -ia (judeu, judia).
Flexão de Número
O adjetivo flexiona-se no plural de acordo com as regras existentes para o substantivo.
Nos adjetivos compostos, como regra geral, só o último elemento vai para o plural. Exemplo: poemas herói-cômicos
Há exceção para o adjetivo surdo-mudo, que faz o plural surdos-mudos.
Não há variação de número nem de gênero para os seguintes casos:
adjetivos compostos com nome de cor + substantivo: olhos verde-mar
adjetivo azul-marinho: calças azul-marinho
locuções adjetivas formadas pela expressão cor + de + substantivo: chapéus cor-de-rosa
os substantivos empregados em função adjetivas quando está implicita a idéia de cor: sapatos cinza
Regras para flexão de número para adjetivos compostos
Nos adjetivos compostos, só o último elemento vai para o plural
Exemplos:
lente côncavo-convexas
Nos adjetivos cores, eles ficam invariáveis quando o último elemento for um substantivo
Exemplos:
papel azul-turquesa/papéis azul-turquesa;
olho verde-água / olhos verde-água
Flexão de Grau
A única flexão de grau propriamente dita dos adjetivos é entre o grau normal e o grau superlativo absoluto. Exemplos: atual - atualíssimo, negro - nigérrimo, fácil - facílimo. Algumas palavras ainda admitem o grau comparativo. Exemplos: grande - maior, pequeno - menor, bom - melhor (não confundir com o advérbio bem - melhor. Exemplo: Esse é bom, aquele é melhor ≠ Ele fez bem, você fez melhor).
Nos demais casos, o grau é indicado não por flexões, mas por advérbios. São distintos os seguintes graus:
Comparativo de igualdade: Usa-se para expressar que um ser tem um grau de igualdade a outro ser. Pode ser determinado pelas locuções: tanto...quanto, ...assim como..., tão...quanto, ...do mesmo jeito que..., e outras variações. Por exemplo: "Fulano é tão alegre quanto sicrano".
Comparativo de superioridade: Usa-se para expressar que um ser tem um grau de superioridade a outro ser. Pode ser determinado pelas locuções: mais...que ou mais...do que. Exemplo: "José é mais alegre que Pedro".
Comparativo de inferioridade: Usa-se para expressar que um ser têm um grau de inferioridade a outro ser. Pode ser determinado pelas locuções: menos...que ou menos...do que. Exemplo: "José é menos alegre que Pedro".
Superlativo absoluto (analítico): Exprime um aumento de intensidade sobre o substantivo determinado pelo adjetivo, sem compará-lo com outros da mesma espécie. Exemplo: "José é muito alto".
Superlativo absoluto (sintético): É expresso com a participação de sufixos. O mais comum é –íssimo. Exemplo: “Trata-se de um artista originalíssimo”, “Seremos tolerantíssimos”.
Superlativo relativo de superioridade: Exprime uma vantagem de um ser entre os demais da mesma espécie. Exemplo: "José é o mais alto de todos".
Superlativo relativo de inferioridade: Exprime uma desvantagem de um ser entre os demais da mesma espécie. Exemplo: "José é o menos alto
Locução adjetiva
Na foto, uma mãe e seu filho. A mãe possui um amor de mãe ou maternal por seu filho. O adjetivo de mãe é locução adjetiva, pois são duas palavras que possuem o valor de um adjetivo
Locução adjetiva é a reunião de duas ou mais palavras com função de adjetivo. Elas são usualmente formadas por:
Para transformar uma palavra de outra classe gramatical em um substantivo, basta precedê-lo de um artigo, pronome ou numeral. Exemplo: "O não é uma palavra dura". Artigos sempre precedem palavras substantivadas, mas substantivos (que são substantivos em sua essência) não precisam necessariamente ser precedidos por artigos.
Classificação
Quanto à formação
Dá-se o nome de substantivo a todas as palavras que nomeiam seres, lugares, objetos, sentimentos e outros.
Quanto à existência de radical, o substantivo pode ser classificado em:
Primitivo, derivado, simples e composto:
Primitivo: palavras que não derivam de outras. Ex.: flor, pedra, jardim, leite, goiaba, ferro, cobre, uva, maçã, metal...
Derivado: vem de outra palavra existente na língua. O substantivo que dá origem ao derivado (substantivo primitivo) é denominado radical. Ex.: pedreiro, jornalista, gatarrão, homúnculo.
Quanto ao número de radicais, pode ser classificado em:
Simples: tem apenas um radical. Ex.: água, couve, sol ...
Composto: tem dois ou mais radicais. Ex.: água-de-cheiro, couve-flor, girassol, lança-perfume, pé-de-moleque, cachorro-quente, guarda-chuva...
Quanto ao tipo
Quando se referir a especificação dos seres, pode ser classificado em:
Concreto: designa seres que existem ou que podem existir por si só. Ex.: casa, cadeira.
Também podem ser concretos os substantivos que nomeiam divindades (Deus, anjos, almas) e seres fantásticos (fada, duende), pois, existentes ou não, são sempre considerados como seres com vida própria.
Abstrato: designa ideias ou conceitos, cuja existência está vinculada a alguém ou a alguma outra coisa. Ex.: justiça, amor, trabalho, etc.
Comum: denomina um conjunto de seres de maneira geral, ou seja, um ser sem diferenciar dos outros do mesmo conjunto. Ex.: lobo, pizza, máscara.
Próprio: denota um elemento individual que tenha um nome próprio dentro de um conjunto, sendo grafado sempre com letra maiúscula. Ex.: João, Maria, Bahia, Brasil, Rio de Janeiro, Japão.
Coletivo: um substantivo coletivo designa um nome singular dado a um conjunto de seres. No entanto, vale ressaltar que não se trata necessariamente de quaisquer seres daquela espécie. Alguns exemplos:
Uma biblioteca é um conjunto de livros, mas uma pilha de livros desordenada não é uma biblioteca. A biblioteca discrimina o gênero dos livros e os acomoda em prateleiras.
Uma orquestra ou banda é um conjunto de instrumentistas, mas nem todo conjunto de músicos ou instrumentistas pode ser classificado como uma orquestra ou banda. Em uma orquestra ou banda, os instrumentistas estão executando a mesma peça musical ao mesmo tempo.
Uma "turma" é um conjunto de estudantes, mas se juntarem num mesmo alojamento os estudantes de várias carreiras e várias universidades numa sala, não se tem uma turma. Na turma, os estudantes assistem simultaneamente à mesma aula. Eles possuem alguma ação ou característica em comum em relação ao grupo.
Os substantivos flexionam-se nos gêneros masculino e feminino e quanto às formas, podem ser:
Substantivos biformes: apresentam duas formas originadas do mesmo radical. Exemplos: menino - menina, traidor - traidora, aluno - aluna.
Substantivos heterônimos: apresentam radicais distintos e dispensam artigo ou flexão para indicar gênero, ou seja, apresentam duas formas uma para o feminino e outra para o masculino. Exemplos: arlequim - colombina, arcebispo - arquiepiscopisa, bispo - episcopisa, bode - cabra, ovelha - carneiro.
Substantivos uniformes: apresentam a mesma forma para os dois gêneros, podendo ser classificados em:
Epicenos: referem-se a animais ou plantas, e são invariáveis no artigo precedente, acrescentando as palavras macho e fêmea, para distinção do sexo do animal. Exemplos: a onça macho - a onça fêmea; o jacaré macho - o jacaré fêmea; a foca macho - a foca fêmea.
Comuns de dois gêneros: o gênero é indicado pelo artigo precedente. Exemplos: o dentista - a dentista, um jovem - uma jovem, imigrante italiano - imigrante italiana.
Sobrecomuns: invariáveis no artigo precedente. Exemplos: a criança, o indivíduo (não existem formas como "o criança", "a indivíduo").
Nos substantivos simples, para formar o plural, acrescenta-se à terminação em n, vogal ou ditongo o s. Ex: elétron/ elétrons, povo/ povos, caixa/ caixas, cárie/ cáries; a terminação em ão, por ões, ães, ou ãos; as terminações em s, r, e z, por es; terminações em x são invariáveis; terminações em al, el, ol, ul, trocam o l por is, com as seguintes exceções: "mal" (males), "cônsul" (cônsules), "mol" (mols), "gol" (gols); terminação em il, é trocado o l por is (quando oxítono) ou o il por eis (quando paroxítono).
Os substantivos compostos São aqueles que tem dois radicais
se os elementos são ligados por preposição, só o primeiro varia (mulas-sem-cabeça); também varia apenas o primeiro elemento caso o segundo termo indique finalidade ou semelhança deste (navios-escola, canetas-tinteiro);
se os elementos são formados por palavras repetidas ou por onomatopeia, só o segundo elemento varia (tico-ticos, pingue-pongues);
nos demais casos, somente os elementos originariamente substantivos, adjetivos e numerais variam (couves-flores, guardas-noturnos, amores-perfeitos, bem-amados, ex-alunos).
Resumindo flexiona-se apenas o primeiro elemento:
quando as duas palavras são ligadas por preposições;
quando o segundo nome limita o primeiro, expressando uma idéia de fim ( canetas-tinteiro, sofás-cama).
Flexiona-se apenas o segundo elemento:
quanto há adjetivos + adjetivos (econõmico-financeiros, kuso-brasileiros);
quando a primeira palavra é invariavel (guarda-roupas);
quando há verbo + substantivo (arranha-céus);
quando sao palavras repetidas (quero-queros);
quando se trata de nome de oracões (pai-nossos);
quando se trata de palavras anomatopaicas, que imitam sons(toc-tocs).
Ps: Grau não é Flexão, é derivação. Ex: Concordo com você em gênero e número. Os substantivos possuem três graus, o aumentativo, o diminutivo e o normal que são formados por dois processos:
Analítico: o substantivo é modificado por adjetivos que indicam sua proporção (rato grande, gato pequeno, casa grande) Neste caso grande e pequeno são os adjetivos, dando uma idéia de tamanho nos substantivos, esses adjetivos assim chamamos de analítico;
Sintético: modifica o substantivo através de sufixos que podem representar além de aumento ou diminuição, o desprezo ou um sentido pejorativo (no aumentativo sintético: gentalha, beiçorra), o afeto ou sentido pejorativo (no diminutivo sintético: filhinho, livreco).
Exemplos de diminutivos e aumentativos sintéticos:
Artigos são palavras que precedem os substantivos para determiná-los ou indeterminá-los. Os artigos definidos (o, a, os, as), de modo geral, indicam seres determinados, conhecidos da pessoa que fala ou escreve.
* Falei com o médico.
* Já encontramos os livros perdidos.
Os artigos indefinidos (um, uma , uns, umas) indicam os seres de modo vago, impreciso.
* Uma pessoa lhe telefonou.
* Uns garotos faziam barulho na rua.
Os artigos definidos são "declináveis" (não é uma declinação verdadeira), podendo se combinar com algumas preposições, formando os seguintes casos:
* Genitivo: do, da, dos, das (preposição "de")
* Locativo: no, na, nos, nas (preposição "em")
* Dativo: ao, à, aos, às (preposição "a")
* Ablativo: pelo, pela, pelos, pelas (preposição "por")
* Comitativo: co, coa, cos, coas (preposição "com")
Algumas preposições também se ligam aos artigos indefinidos:
[editar] Observações sobre alguns empregos dos artigos
* 1. O artigo definido, no singular, pode indicar toda a espécie:
ex:
*
o A águia enxerga das alturas.
o O homem é mortal.
* 2. É facultativo (opcional) o uso do artigo com os pronomes possessivos:
ex:
*
o Sua intenção era das melhores.
o A sua intenção era das melhores.
* 3. Os nomes próprios podem vir com artigo:
ex:
*
o Os Oliveiras vêm jantar conosco.
o O Antônio é bom pedreiro.
* 4. Muitos nomes próprios de lugares admitem o artigo, outros não:
ex:
*
o A Bahia, o Amazonas, Santa Catarina, Goiás, os Andes.
* 5. O artigo indefinido pode realçar (dar intensidade a) uma idéia:
ex:
*
o Ele falava com uma segurança que impressionava a todos!
o Era uma euforia, uma festa, como jamais se viu!
* 6. O artigo indefinido pode, também, dar idéia de aproximação:
ex:
*
o Eu devia ter uns quinze anos, quando isso aconteceu.
* 7. A palavra todo(a) pode variar do sentido, se vier ou não acompanhada de artigo:
ex:
*
o Toda a casa ficou alagada. (inteira, completa, total)
o Toda casa deve ter segurança. (cada, qualquer)
* 8. Com o numeral ambos (ambas) usa-se o artigo:
ex:
*
o Ambas as partes chegaram a um acordo. (ambas = as duas)
* 1. O artigo definido, no singular, pode indicar toda a espécie:
A águia enxerga das alturas.
O homem é mortal.
* 2. É facultativo (opcional) o uso do artigo com os pronomes possessivos:
Sua intenção era das melhores.
A sua intenção era das melhores.
* 3. Os nomes próprios podem vir com artigo:
Os Oliveiras vêm jantar conosco.
O Everaldo é bom pedreiro.
* 4. Muitos nomes próprios de lugares admitem o artigo, outros não:
a Bahia, o Amazonas, Santa Catarina, Goiás, os Andes.
* 5. O artigo indefinido pode realçar (dar intensidade a) uma idéia:
Ele falava com uma segurança que impressionava a todos!
Era uma euforia, uma festa, como jamais se viu!
* 6. O indefinido pode, também, dar idéia de aproximação:
Eu devia ter uns quinze anos, quando isso aconteceu.
* 7. A palavra todo(a) pode variar o sentido, se tiver ou não o artigo:
Toda a casa ficou alagada. (inteira, completa, total)
Toda casa deve ter segurança. (cada, qualquer)
* 8. Com o numeral ambos (ambas) usa-se o artigo:
Ambas as partes chegaram a um acordo. (ambas = as duas)
A (A Definido F S) + casa (Substantivo Simples/Primitivo F S)
AS (A Definido F P) + casas (Substantivo Simples/Primitivo F P)
O (A Definido M S) + lar (Substantivo Simples M S)
OS (A Definido M P) + lares (Substantivo Simples M P)
UM (A Indefinido M S) + desconhecido (Adjetivo Substantivado pelo Artigo M S)
UNS ( Indefinido M P) + desconhecidos ( Adjetivo Substantivado pelo Artigo M P)
UMA (A Indefinido F S) + conhecidas (Adjetivo Substantivado pelo Artigo F S)
UMAS (A Indefinido F P) + conhecidas (Adjetivo Substantivado pelo Artigo F P)
Não quero lhe falar, Meu grande amor, Das coisas que aprendi Nos discos...
Quero lhe contar como eu vivi E tudo o que aconteceu comigo Viver é melhor que sonhar Eu sei que o amor É uma coisa boa Mas também sei Que qualquer canto É menor do que a vida De qualquer pessoa...
Por isso cuidado meu bem Há perigo na esquina Eles venceram e o sinal Está fechado prá nós Que somos jovens...
Para abraçar seu irmão E beijar sua menina na rua É que se fez o seu braço, O seu lábio e a sua voz...
Você me pergunta Pela minha paixão Digo que estou encantada Como uma nova invenção Eu vou ficar nesta cidade Não vou voltar pro sertão Pois vejo vir vindo no vento Cheiro de nova estação Eu sei de tudo na ferida viva Do meu coração...
Já faz tempo Eu vi você na rua Cabelo ao vento Gente jovem reunida Na parede da memória Essa lembrança É o quadro que dói mais...
Minha dor é perceber Que apesar de termos Feito tudo o que fizemos Ainda somos os mesmos E vivemos Ainda somos os mesmos E vivemos Como os nossos pais...
Nossos ídolos Ainda são os mesmos E as aparências Não enganam não Você diz que depois deles Não apareceu mais ninguém Você pode até dizer Que eu tô por fora Ou então Que eu tô inventando...
Mas é você Que ama o passado E que não vê É você Que ama o passado E que não vê Que o novo sempre vem...
Hoje eu sei Que quem me deu a idéia De uma nova consciência E juventude Tá em casa Guardado por Deus Contando vil metal...
Minha dor é perceber Que apesar de termos Feito tudo, tudo, Tudo o que fizemos Nós ainda somos Os mesmos e vivemos Ainda somos Os mesmos e vivemos Ainda somos Os mesmos e vivemos Como os nossos pais...
Olha só, que cara estranho que chegou Parece não achar lugar No corpo em que Deus lhe encarnou Tropeça a cada quarteirão Não mede a força que já tem Exibe à frente o coração Que não divide com ninguém
Tem tudo sempre às suas mãos Mas leva a cruz um pouco além Talhando feito um artesão A imagem de um rapaz de bem
Olha ali, quem tá pedindo aprovação Não sabe nem pra onde ir Se alguém não aponta a direção Periga nunca se encontrar Será que ele vai perceber? Que foge sempre do lugar Deixando o ódio se esconder
Talvez se nunca mais tentar Viver o cara da TV Que vence a briga sem suar E ganha aplausos sem querer
Faz parte desse jogo Dizer ao mundo todo Que só conhece o seu quinhão ruim É simples desse jeito Quando se encolhe o peito E finge não haver competição É a solução de quem não quer Perder aquilo que já tem E fecha a mão pro que há de vir.
Ela comeu meu coração Trincou, mordeu, mastigou, engoliu, comeu... comeu Ela comeu meu coração Marcou, moeu, triturou, deglutiu, comeu... comeu...
Ela comeu meu coração de galinha num xinxin Ai de mim Ela comeu meu coração de leão naquele sonho medonho E ainda me disse que é assim que faz Um grande poeta
Uma loura tem que comer o seu coração, não Eu só quero ser o campeão da canção Um ídolo pateta, um mito da multidão
Uma loura tem que comer o seu coração, não Eu só quero ser o campeão da canção Um ídolo pateta, um mito da multidão
Mas ela não entendeu minha intenção Travou, sorveu, degustou, ingeriu... comeu Mas ela não entendeu minha intenção Travou, sorveu, degustou, ingeriu... comeu
Vamos deixar que entrem Que invadam o seu lar Pedir que quebrem Que acabem com seu bem-estar Vamos pedir que quebrem O que eu construi pra mim Que joguem lixo Que destruam o meu jardim Eu quero o mesmo inferno A mesma cela de prisão - a falta de futuro Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro Vamos deixar que entrem Que invadam o meu quintal Que sujem a casa E rasguem as roupas no varal Vamos pedir que quebrem Sua sala de jantar Que quebrem os móveis E queimem tudo o que restar Eu quero o mesmo inferno A mesma cela de prisão - a falta de futuro Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro Eu quero o mesmo inferno A mesma cela de prisão - a falta de futuro O mesmo desespero Vamos deixar que entrem Como uma interrogação Até os inocentes Aqui já não tem perdão Vamos pedir que quebrem Destruir qualquer certeza Até o que é mesmo belo Aqui já não tem beleza Vamos deixar que entrem E fiquem com o que você tem Até o que é de todos Já não é de ninguém Pedir que quebrem Mendigar pelas esquinas Até o que é novo Já esta em ruinas Vamos deixar que entrem Nada é como você pensa Pedir que sentem Aos que entraram sem licença Pedir que quebrem Que derrubem o meu muro Atrás de tantas cercas Quem é que pode estar seguro? Eu quero o mesmo inferno A mesma cela de prisão - a falta de futuro Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro Eu quero o mesmo inferno A mesma cela de prisão - a falta de futuro O mesmo desespero
Tá relampiano Cadê neném? Tá vendendo drops No sinal prá alguém Tá relampiano Cadê neném? Tá vendendo drops No sinal prá alguém E tá vendendo drops No sinal...
Todo dia é dia Toda hora é hora Neném não demora Prá se levantar...
Mãe lavando roupa Pai já foi embora E o caçula chora Prá se acostumar Com a vida lá de fora Do barraco...
Hai que endurecer Um coração tão fraco Prá vencer o mêdo Do trovão Sua vida aponta A contramão...
Tá relampiano Cadê neném? Tá vendendo drops No sinal prá alguém Tá relampiano Cadê neném? Tá vendendo drops No sinal prá alguém E tá vendendo drops No sinal...
Tudo é tão normal Todo tal e qual Neném não tem hora Prá ir se deitar...
Mãe passando roupa Do pai de agora De um outro caçula Que ainda vai chegar...
É mais uma bôca Dentro do barraco Mais um quilo de farinha Do mesmo saco Para alimentar Um novo João Ninguém A cidade cresce junto Com neném...(2x)
Tá relampiano Cadê neném? Tá vendendo drops No sinal prá alguém Tá relampiano Cadê neném? Tá vendendo drops No sinal prá alguém...
Tá relampiano Cadê neném? Tá vendendo drops No sinal prá alguém E tá vendendo drops No sinal...
Oh! Pacato Cidadão!
Eu te chamei a atenção
Não foi à toa, não
C'est fini la utopia
Mas a guerra todo dia
Dia a dia, não...
E tracei a vida inteira
Planos tão incríveis
Tramo a luz do sol
Apoiado em poesia
E em tecnologia
Agora à luz do sol...
Pacato Cidadão!
É o Pacato da Civilização
Pacato Cidadão!
É o Pacato da Civilização...
Oh! Pacato Cidadão!
Eu te chamei a atenção
Não foi à toa, não
C'est fini la utopia
Mas a guerra todo dia
Dia a dia, não...
E tracei a vida inteira
Planos tão incríveis
Tramo a luz do sol
Apoiado em poesia
E em tecnologia
Agora à luz do sol...
Pra que tanta TV
Tanto tempo pra perder
Qualquer coisa que se queira
Saber querer
Tudo bem, dissipação
De vez em quando é "bão"
Misturar o brasileiro
Aaaaai!
Com alemão
Pacato Cidadão!
É o Pacato da Civilização...
Oh! Pacato Cidadão!
Eu te chamei a atenção
Não foi à toa, não
C'est fini la utopia
Mas a guerra todo dia
Dia a dia, não...
E tracei a vida inteira
Planos tão incríveis
Tramo a luz do sol
Apoiado em poesia
E em tecnologia
Agora à luz do sol...
Pra que tanta sujeira
Nas ruas e nos rios
Qualquer coisa que se suje
Tem que limpar
Se você não gosta dele
Diga logo a verdade
Sem perder a cabeça
Sem perder a amizade...
Pacato Cidadão!
É o Pacato da civilização
Pacato Cidadão!
É o Pacato da civilização...
Oh! Pacato Cidadão!
Eu te chamei a atenção
Não foi à toa, não
C'est fini la utopia
Mas a guerra todo dia
Dia a dia, não...
E tracei a vida inteira
Planos tão incríveis
Tramo a luz do sol
Apoiado em poesia
E em tecnologia
Agora à luz do sol...
Consertar o rádio
E o casamento é
Corre a felicidade
No asfalto cinzento
Se abolir a escravidão
Do caboclo brasileiro
Numa mão educação
Na outra dinheiro...
Pacato Cidadão!
É o Pacato da Civilização
Pacato Cidadão!
É o Pacato da Civilização...(2x)
Pacato Cidadão!
É o Pacato
Da Civilização! Da Civilização!
Miséria é miséria em qualquer canto Riquezas são diferentes Índio, mulato, preto, branco Miséria é miséria em qualquer canto Riquezas são diferentes Miséria é miséria em qualquer canto Filhos, amigos, amantes, parentes Riquezas são diferentes Ninguém sabe falar esperanto Miséria é miséria em qualquer canto Todos sabem usar os dentes Riquezas são diferentes
Miséria é miséria em qualquer canto Riquezas são diferentes Miséria é miséria em qualquer canto Fracos, doentes, aflitos, carentes Riquezas são diferentes O Sol não causa mais espanto Miséria é miséria em qualquer canto Cores, raças, castas, crenças Riquezas são diferenças A morte não causa mais espanto O Sol não causa mais espanto A morte não causa mais espanto O Sol não causa mais espanto Miséria é miséria em qualquer canto Riquezas são diferentes Cores, raças, castas, crenças Riquezas são diferenças Índio, mulato, preto, branco Filhos, amigos, amantes, parentes Fracos, doentes, aflitos, carentes Cores, raças, castas, crenças Em qualquer canto miséria Riquezas são miséria Em qualquer canto miséria