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quinta-feira, 17 de abril de 2014

GRAMÁTICA GERAL

Devemos empregar "ss" em todos os substantivos derivados de verbos terminados em "gredir/GRED", "mitir/ITIR", "ceder/CED" e "cutir/UTIR".
Exemplos:


AGREDIR / AGRESSÃO
PROGREDIR / PROGRESSÃO
REGREDIR / REGRESSÃO
TRANSGREDIR / TRANSGRESSÃO
ADMITIR / ADMISSÃO
DEMITIR / DEMISSÃO
OMITIR / OMISSÃO
PERMITIR / PERMISSÃO
TRANSMITIR / TRANSMISSÃO
ACEDER / ACESSO
CEDER / CESSÃO
CONCEDER / CONCESSÃO
EXCEDER / EXCESSO, EXCESSIVO
SUCEDER / SUCESSÃO
DISCUTIR / DISCUSSÃO
PERCUTIR / PERCUSSÃO
REPERCUTIR / REPERCUSSÃO



Devemos empregar "s" em todos os substantivos derivados de verbos terminados em "ender", "verter" e "pelir".



APREENDER / APREENSÃO
ASCENDER / ASCENSÃO
COMPREENDER / COMPREENSÃO
DISTENDER / DISTENSÃO
ESTENDER / EXTENSÃO
PRETENDER / PRETENSÃO
SUSPENDER / SUSPENSÃO
TENDER / TENSÃO
VERTER / VERSÃO
REVERTER / REVERSÃO
CONVERTER / CONVERSÃO
SUBVERTER / SUBVERSÃO
EXPELIR / EXPULSÃO
REPELIR / REPULSÃO






Os sufixos "êS" e "eSa" são empregados na formação de nomes que designam profissão, títulos honoríficos de posição social, assim como em palavras que indicam origem, nacionalidade.

burguês, camponês, marquês, português, japonês, francês, burguesa, camponesa, marquesa, princesa, portuguesa, japonesa, francesa etc.
São grafadas com o sufixo "iSa" as palavras que indicam ocupações femininas
poetisa, profetisa, papisa, sacerdotisa, pitonisa.

Os sufixos "eZ" e "eZa"são empregados para formar nomes SUBSTANTIVOS (abstratos) que derivam de ADJETIVOS.



ADJETIVOS / DERIVADOS
agudo / agudez
escasso / escassez
estúpido / estupidez
límpido / limpidez
gago / gaguez
honra / honradez
inválido / invalidez
intrépido / intrepidez
macio / maciez
rígido / rigidez
sensato / sensatez
sisudo / sisudez
surdo / surdez
avaro / avareza
belo / beleza
certo / certeza
duro / dureza
esperto / esperteza
justo / justeza
nobre / nobreza
pobre / pobreza
rico / riqueza
rijo / rijeza
singelo / singeleza



Com "Z"
(      )normalmente, são grafadas palavras derivadas de outras em que já existe o "z", e verbos terminados pelo sufixo "izar", em cujos radicais das palavras que lhes deram origem possuam ou não a letra z.

balizado (baliza), arrazoado, razoável (razão), canalizar, finalizar, industrializar, organizar, utilizar, arborizar, dinamizar, regularizar, cicatrizar (cicatriz), envernizar (verniz), enraizar (raiz), deslizar (deslize) etc.
Observação: Os verbos terminados em "isar", com "s", têm apenas como sufixo as letras "ar", pois as letras "is", neste caso, fazem parte do radical da palavra que deu origem ao verbo.
Exemplos:
análise / analisar
aviso / avisar
improviso / improvisar
pesquisa / pesquisar
EXCEÇÃO: Apesar de originar-se da palavra "catequese", que possui um "s" em seu radical, o verbo catequizar deve ser grafado com "z", pois a sílaba átona final de catequese foi suprimida para se inserir o sufixo "izar" na formação do verbo.

5. Grafam-se com "z" as palavras derivadas com os sufixos "zada, zal, zarrão, zeiro, zinho, zito, zona, zorra, zudo". O "z", neste caso, é um infixo.
Exemplos: pazada, cafezal, canzarrão, açaizeiro, papelzinho, cãozito, mãezona, mãozorra, pezudo etc.
Observação: Em palavras como "asinha, risinho, risada, casinha, caseiro, casebre", o "s" pertence ao radical dos vocábulos de origem (asa, riso, casa).

6. Também grafa-se com "s":
_ Após os ditongos;
Exemplos: lousa, coisa, causa, Neusa, ausência, Eusébio, náusea.
_ Nas formas dos verbos "pôr" (e derivados) e "querer";
Exemplos: pus, pusera, pusesse, puséssemos; repus, repusera, repusesse, repuséssemos; quis, quisera, quisesse, quiséssemos.
EMPREGO DO C E DO QU
Existem palavras que podemos escrever com "c" e também com "qu".
Exemplos: catorze / quatorze cociente / quociente cota / quota cotidiano / quotidiano cotizar / quotizar
Observação: As palavras a seguir, porém, possuem uma só grafia: "cinqüenta, cinqüentenário, cinqüentão, cinqüentona."
EMPREGO DO X E DO CH
Deve-se empregar o "x" após os ditongos (encontros vocálicos = vogal + semivogal em uma mesma sílaba).
Exemplos: ameixa, feixe, caixa, trouxa, frouxo, gueixa, peixe, peixada, queixo, queixada, eixo, baixo, encaixar, paixão, rebaixar etc.
EXCEÇÃO: recauchutar (mais seus derivados) e caucho (espécie de árvore que produz o látex).
Emprega-se também o x:
_ Após as sílabas "en" e "me";
Exemplos: enxada, enxurrada, enxame, enxaqueca, enxerido, enxovalho, enxugar, mexer, mexilhão, mexerico, mexerica, mexicano etc.
Observação: Palavras como "enchente, encharcar, enchiqueirar, enchapelar, enchumaçar", embora se iniciem pela sílaba "en", são grafadas com "ch", porque são palavras formadas por prefixação, ou seja, pelo prefixo en + o radical de palavras que tenham o ch (enchente, encher e seus derivados = prefixo en + radical de cheio; encharcar = en + radical de charco; enchiqueirar = en + radical de chiqueiro; enchapelar = en + radical de chapéu; enchu- maçar = en + radical de chumaço).
EXCEÇÃO: Em relação à regra da sílaba "me", uma exceção é O SUBSTANTIVO "mecha"; não confundir com a forma verbal "mexa" do verbo mexer que deve ser grafada com x.
_ Nas palavras de origem indígena ou africana e nas palavras inglesas aportuguesadas.
Exemplos: xavante, xingar, xique-xique, xará, xerife, xampu.
Outras palavras com X: bexiga, bruxa, caxumba, laxativo, laxante, maxixe, paxá, muxoxo, quixotesco, rixa, xarope, xícara, xucro, xereta, capixaba, faxina, lixo, graxa, praxe, puxar, relaxar, roxo, xaxim, xenofobia.
Outras palavras com CH: charque, chiste, chicória, chimarrão, ficha, cochicho, cochichar, estrebuchar, fantoche, flecha, inchar, pechincha, pechinchar, penacho, salsicha, broche, arrocho, apetrecho, bochecha, brecha, chuchu, cachimbo, comichão, chope, chute, debochar, fachada, fechar, linchar, mochila, piche, pichar, tchau.
Existem vários casos de palavras homófonas, isto é, palavras que possuem a mesma pronúncia, mas a grafia diferente. Nelas a grafia se distingue pelo contraste entre o x e o ch.
Exemplos:


- brocha (pequeno prego)
- broxa (pincel para caiação de paredes)
- chá (planta para preparo de bebida)
- xá (título do antigo soberano do Irã)
- chalé (casa campestre de estilo suíço)
- xale (cobertura para os ombros)
- chácara (propriedade rural)
- xácara (narrativa popular em versos)
- cheque (ordem de pagamento)
- xeque (jogada do xadrez)
- cocho (vasilha para alimentar animais)
- coxo (capenga, imperfeito)
- tacha (mancha, defeito; pequeno prego); daí "tachar": colocar defeito
ou nódoa em alguém ou em algo.
- taxa (imposto, tributo); daí "taxar": cobrar impostos.



Escreve -se com S e não com C/Ç as palavras substantivadas derivadas de verbos com radicais em nd, rg, rt, pel, corr e sent.
Ex.: pretender - pretensão / expandir - expansão / ascender - ascensão / inverter - inversão / aspergir aspersão / submergir - submersão / divertir - diversão / impelir - impulsivo / compelir - compulsório / repelir - repulsa / recorrer - recurso / discorrer - discurso / sentir - sensível / consentir - consensual
Escreve -se com S e não com Z
nos sufixos: ês, esa, esia, e isa, quando o radical é substantivo, ou em gentílicos e títulos nobiliárquicos.
Ex.: freguês, freguesa, freguesia, poetisa, baronesa, princesa, etc.
nos sufixos gregos: ase, ese, ise e ose.
Ex.: catequese, metamorfose.
nas formas verbais pôr e querer.
Ex.: pôs, pus, quisera, quis, quiseste.
nomes derivados de verbos com radicais terminados em d.
Ex.: aludir - alusão / decidir - decisão / empreender - empresa / difundir - difusão
no diminutivos cujos radicais terminam com s
Ex.: Luís - Luisinho / Rosa - Rosinha / lápis - lapisinho
após ditongos
Ex.: coisa, pausa, pouso
em verbos derivados de nomes cujo radical termina com s.
Ex.: anális(e) + ar - analisar / pesquis(a) + ar - pesquisar
Escreve-se com SS e não com C e Ç.
os nomes derivados dos verbos cujos radicais terminem em gred, ced, prim ou com verbos terminados por tir ou meter
Ex.: agredir - agressivo / imprimir - impressão / admitir - admissão / ceder - cessão / exceder - excesso / percutir - percussão / regredir - regressão / oprimir - opressão / comprometer - compromisso / submeter - submissão
quando o prefixo termina com vogal que se junta com a palavra iniciada por s
Ex.: a + simétrico - assimétrico / re + surgir - ressurgir
no pretérito imperfeito simples do subjuntivo
Ex.: ficasse, falasse
Escreve -se com C ou Ç e não com S e SS.
nos vocábulos de origem árabe
cetim, açucena, açúcar
nos vocábulos de origem tupi, africana ou exótica
Ex.: cipó, Juçara, caçula, cachaça, cacique
nos sufixos aça, aço, ação, çar, ecer, iça, nça, uça, uçu.
Ex.: barcaça, ricaço, aguçar, empalidecer, carniça, caniço, esperança, carapuça, dentuço
nomes derivados do verbo ter.
Ex.: abster - abstenção / deter - detenção / ater - atenção / reter - retenção
após ditongos
Ex.: foice, coice, traição
palavras derivadas de outras terminadas em te, to(r)
Ex.: marte - marciano / infrator - infração / absorto - absorção
Escreve -se com Z e não com S.
nos sufixos ez e eza das palavras derivadas de adjetivo
Ex.: macio - maciez / rico - riqueza
nos sufixos izar (desde que o radical da palavra de origem não termine com s)
Ex.: final - finalizar / concreto - concretizar
como consoante de ligação se o radical não terminar com s.
Ex.: pé + inho - pezinho / café + al - cafezal ≠ lápis + inho - lapisinho
Escreve -se com G e não com J
nas palavras de origem grega ou árabe
Ex.: tigela, girafa, gesso.
estrangeirismo, cuja letra G é originária.
Ex.: sargento, gim.
nas terminações: agem, igem, ugem, ege, oge (com poucas exceções)
Ex.: imagem, vertigem, penugem, bege, foge.
[Nota]
Observação
Exceção: pajem
nas terminações: ágio, égio, ígio, ógio, ugio.
Ex.: sufrágio, sortilégio, litígio, relógio, refúgio.
nos verbos terminados em ger e gir.
Ex.: eleger, mugir.
depois da letra “r” com poucas exceções.
emergir, surgir.
depois da letra a, desde que não seja radical terminado com j.
Ex.: ágil, agente.
Escreve -se com J e não com G
nas palavras de origem latinas
Ex.: jeito, majestade, hoje.
nas palavras de origem árabe, africana ou exótica.
Ex.: alforje, jibóia, manjerona.
nas palavras terminada com aje.
Ex.: laje, ultraje
Escreve -se com X e não com CH.
nas palavras de origem tupi, africana ou exótica.
Ex. abacaxi, muxoxo, xucro.
nas palavras de origem inglesa (sh) e espanhola (J).
Ex.: xampu, lagartixa.
depois de ditongo.
Ex.: frouxo, feixe.
depois de en.
Ex.: enxurrada, enxoval
[Nota]
Observação
Exceção: quando a palavra de origem não derive de outra iniciada com ch - Cheio - enchente)
Escreve -se com CH e não com X.
Nas palavras de origem estrangeira
Ex.: chave, chumbo, chassi, mochila, espadachim, chope, sanduíche, salsicha.



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Dígrafos

Dígrafo é o agrupamento de duas letras com apenas um fonema.
Os principais dígrafos são rr, ss, sc, sç, xc, xs, lh, nh, ch, qu, gu.
Representam-se os dígrafos por letras maiores que as demais, exatamente para estabelecer a diferença entre uma letra e um dígrafo.
Qu e gu só serão dígrafos, quando estiverem seguidos de e ou i, sem trema.
Os dígrafos rr, ss, sc, sç, xc e xs têm suas letras separadas silabicamente; lh, nh, ch, qu, gu, não.

arroz = ar-roz - aRos;

assar = as-sar - aSar;

nascer = nas-cer - naSer;

desço = des-ço - deSo;

exceção = ex-ce-ção - eSesãw;

exsudar = ex-su-dar - eSudar;

alho = a-lho - aĹo;

banho = ba-nho - baÑo;

cacho = ca-cho - kaXo;

querida = que-ri-da - Kerida;
Não confunda dígrafo com encontro consonantal, que é o encontro de consoantes, cada uma representando um fonema. Por exemplo, na palavra asco, o encontro sc não forma dígrafo, já que ambas as letras são pronunciadas. Já em nascer, há um dígrafo, pois sc tem um som só: s.



Dígrafo Vocálico = É o encontro de uma vogal com m ou n, na mesma sílaba: am, an, em, en, im, in, om, on, um, un. A única função do m e do n é indicar que a vogal é nasal. Não representam, portanto, outro som. Há, então, um dígrafo, pois existem duas letras com um som só. Por exemplo:

santo = san-to - sãto. Não se esqueça de que, quando a palavra terminar em am, em e en o m e o n são semivogais. Não há, portanto, dígrafo nesses encontros, já que o m e o n são pronunciados. Por exemplo:

decoram = dekorãw




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A palavra dígrafo é formada pelos elementos gregos di, "dois", e grafo, "escrever". O dígrafo ocorre quando duas letras são usadas para representar um único fonema. Também se pode usar a palavra digrama (di, "dois"; grama, "letra") para designar essas ocorrências. Podemos dividir os dígrafos da língua portuguesa em dois grupos: os consonantais e os vocálicos.
[editar] Dígrafos Consonantais
Dígrafo
Exemplos
ch
chuva, China
lh
alho, milho
nh
sonho, venho
rr (usado unicamente entre vogais)
barro, birra, burro
ss (usado unicamente entre vogais)
assunto, assento, isso
sc
ascensão, descendente
nasço, cresça
xc
exceção, excesso
xs
exsuar, exsudar
gu
guelra, águia
qu
questão, quilo

Gu e qu nem sempre representam dígrafos. Isso ocorre apenas quando, seguidos de e ou i, representam os fonemas /g/ e /k/: guerra, quilo. Nesses casos, a letra u não corresponde a nenhum fonema. Em algumas palavras, no entanto, o u representa uma semivogal ou uma vogal: agüentar, lingüiça, freqüente, tranqüilo, averigúe, argúi - o que significa que gu e qu não são dígrafos. Também não há dígrafo quando são seguidos de a ou o: quando, aquoso, averiguo.
[editar] Dígrafos Vocálicos
Quando m e n aparecem no final da sílaba.

Dígrafo
Exemplos
am/an
campo, sangue
em/en
sempre, tento
im/in
limpo, tingir
om/on
rombo, tonto
um/un
bumbo, sunga
O agrupamento de duas ou mais consoantes, sem vogal intermediária, recebe o nome de encontro consonantal. Há dois tipos básicos de encontros consonantais:
consoante + l ou r - são encontros que pertencem a uma mesma sílaba: pra-to, pla-ca, bro-che, blu-sa, trei-no, a-tle-ta, cri-se, cla-ve, fran-co, flan-co.
duas consoantes pertencentes a sílabas diferentes - é o que ocorre em: ab-di-car, sub-so-lo, ad-vo-ga-do, ad-mi-tir, al-ge-ma, cor-te.
Há grupos consonantais que surgem no ínicio dos vocábulos; são, por isso, inseparáveis: pneu-mo-ni-a, psi-co-se, gno-mo.
Seqüência de duas ou mais consoantes, sem vogal intermediária, desde que não constituam dígrafo. Podem ocorrer na mesma sílaba ou não (perfeitos/próprios ou imperfeitos/impróprios) - pe-dra, cla-ro, por-ta, lis-ta.
Os encontros (gn, mn, pn, ps, pt e tm) não são muito comuns. Quando iniciais, são inseparáveis. Quando mediais, criam uma pronúncia mais difícil. (gnomo/digno, ptialina/apto). No uso coloquial, há uma tendência a destruir esse encontro, inserindo uma vogal epentética i.
Quando x corresponde a cs, há um encontro consonantal fonético. Nesse caso, x é chamado de dífono.


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Encontros Consonantais

É o agrupamento de consoantes. Há três tipos de encontros consonantais:
Encontro Consonantal Puro = É o agrupamento de consoantes, lado a lado, na mesma sílaba.
Bra-sil, pla-ne-ta, a-dre-na-li-na
Encontro Consonantal Disjunto = É o agrupamento de consoantes, lado a lado, em sílabas diferentes.
ap-to, cac-to, as-pec-to

Encontro Consonantal Fonético = É a letra x com som de ks.
Maxi, nexo, axila = maksi, nekso, aksila.



Não se esqueça de que as letras M e N pós-vocálicas não são consoantes, e sim semivogais ou simples sinais de nasalização (ressôo nasal).


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Fonética | Vogais | Semivogais | Encontros Vocálicos | Consoantes | Encontros Consonantais | Dígrafos |






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Para que possamos entender os encontros vocálicos, precisamos saber que a língua portuguesa apresenta três tipos de fonemas: vogais, semivogais e consoantes.
 
Desses três fonemas, dois são formadores dos encontros vocálicos: as vogais e semivogais.
 
Então, vamos definir o que é vogal e semivogal.
 
Vogal – é o fonema sonoro que chega livremente ao meio exterior sem fazer ruído. É o elemento básico para a formação da sílaba.
 
Exemplo:
 
Pedido retiro
  V  v v   v v v
 
Semivogal – consideramos semivogais o i e o u, átonos, quando se unem a uma vogal, formando uma sílaba.
 
Exemplo: peixe, ameixa.
                 Vsv        vsv
 
Observação:
 
O i e o u serão classificados como vogal se for à base da sílaba, se estiverem unidos a uma vogal será semivogal.
 
Exemplo:
 
Mi to, pei xe, saudade, puma.
V v vsv vsv v
 
Então, podemos definir encontro vocálico da seguinte maneira: a seqüência de sons vocálicos (vogal/semivogal) um imediatamente após o outro em uma palavra.
 
Classificamos esses encontros em:
 
Ditongo
Tritongo
Hiato
 
DITONGO
 
É uma vogal e uma semivogal juntas na mesma sílaba. O ditongo é classificado em:
 
Ditongo crescente
Ditongo decrescente
Ditongo oral
Ditongo nasal
 
DITONGO CRESCENTE
 
É formado por semivogal + vogal.
 
Exemplo:
 
Quarto prêmio
 
DITONGO DECRESCENTE
 
É formado por vogal + semivogal.
 
Exemplo:
 
Feixe mão frouxo
 
DITONGO ORAL
 
Pronunciado totalmente pela boca.
 
Exemplo:
 
Feixe véu prêmio

DITONGO NASAL
 
Pronunciado parte pelo nariz e parte pela boca.
 
Exemplo:
 
Anão portão
 
Observação:
 
Não aparece escrita a semivogal no ditongo em (i) e am (ãu).
 
Exemplo:
 
Amém (ami) importam (importãu)
 
Abaixo a relação dos ditongos decrescente e crescente:
 


DITONGO DECRESCENTE
 


ÃE - mãe
AI – sair
ÃI – câimbra
ÃO – anão
AU – grau
ÉI – anéis
EI – feixe
I – entrem
ÉU – fogaréu
EU – teu
IU – aboliu
ÕE – põe, pulmões
ÓI – destrói
OI – coice, foice
OU – pouco, touro
UI – ruiva
I – muita


 
DITONGOS CRESCENTES
 


EA – área
EO – páreo
IA – sorria
IE – espécie
IO – curiosa
OA – perdoa
UA – água
UÃ – quando
EU – tênue
U - agüenta
UI – tranqüilo
UO – ingênuo


 


TRITONGO
 
É o encontro vocálico formado por semivogal + vogal + semivogal formando uma só sílaba. Existem dois tipos de tritongo:
 
Tritongo oral
Tritongo nasal
 
TRITONGO ORAL
 
Pronunciado totalmente pela boca.
 
Exemplo:
 
Uruguai quaisquer
 
TRITONGO NASAL
 
Pronunciado em parte pelo nariz.
 
Exemplo:
 
Saguão quão
 
HIATO
 
É o encontro de duas vogais pronunciadas em sílabas diferentes.
 
Exemplo:
 
Juízo – ju – í – zo
 
Cooperativa – co – o – pe – ra – ti – va
 
Saída – sa - í – da
 
 
Observação:
 
As palavras como veia, saia, praia, etc, podemos ver um hiato (vei-a, sai-a, prai-a) ou dois ditongos (vei-ia, sai-ia, prai-ia).
 
A seguir uma questão sobre encontro vocálico:
 
(Unirio – RJ) – Há inúmeras palavras na língua portuguesa em que é indiferente considerar-se o encontro vocálico como ditongo crescente ou hiato. Assinale o item em que tal fato não ocorre, isto é, em ambas só podemos ter ditongo:
 
a)ofício, cuidou
b)matrimônio, melancolia
c)Rubião, Sofia
d)riquezas, oblíquos
e)freqüentes, quase.
 
Resposta (e)
 
ENCONTRO CONSONANTAL
 
É o encontro de duas ou consoantes, sem a presença de vogais, desde que não constituam dígrafos.
 
Psicologia, sangue, ringue, pinto.
 
Podem ser inseparáveis ou separáveis.
 
INSEPARÁVEIS
 
Crônico – crô-ni-co
 
Bravo – bra-vo
 
Planta – plan-ta
 
SEPARÁVEIS
 
Admirável – ad-mi-rá-vel
 
Ritmo – rit-mo
 
DÍGRAFO
 
São duas letras que representam um só fonema. São dígrafos:
 
Os terminados na letra H, com CH, NH, LH.
 
Exemplo:
 
Palhaço, ninhada, chuvisco.
 
Os formados pelas letras RR e SS.
 
Sorriso, passeio, churrasco, assunto.
 
GU, QU, SC, SÇ, XC, XS
 
Exemplo:
 
Guerreiro, quilograma, nascimento, cresça, exceção, exsurgir.
 
SÍNTESE DO TUTORIAL

Vimos nesse tutorial que:
 
Encontro vocálico é a seqüência de sons vocálicos (vogal/semivogal) um imediatamente após o outro em uma palavra.
 
Vogal é o fonema sonoro que chega livremente ao meio exterior sem fazer ruído.
 
Consideramos semivogal o i e o u, átonos, quando se unem a uma vogal, formando uma sílaba.
 
Ditongo - é uma vogal e uma semivogal juntas na mesma sílaba. Ele é classificado em ditongo crescente, ditongo decrescente, ditongo oral e ditongo nasal.
 
Tritongo – é encontro vocálico formado por semivogal, vogal e semivogal. Existem dois tipos de tritongo: oral e nasal.
 
Hiato – é o encontro de duas vogais pronunciadas em sílabas diferentes.
 
Encontro consonantal - é o encontro de duas ou consoantes, sem a presença de vogais, desde que não constituam dígrafos.

Dígrafos - São duas letras que representam um só fonema.


Usos ortográficos especiais

» Onde / aonde

Onde: É usado junto com verbos que não transmitem idéia de movimento.

- Te procurei, mas não sabia onde você estava.

- Onde está a faca?

Aonde: Equivale a para onde. É usado para transmitir idéia de movimento.

- Aonde você vai?

- Aonde vamos?

» Cessão / sessão / secção / seção

Cessão: significa “ceder, conceder, oferecer, dar”.

- Cedi todos os meus bens aos pobres.

- O governo cedeu verba para a educação.

Sessão: significa “intervalo de duração”.

- A câmara dos deputados reuniu-se em sessão extraordinária.

- última sessão de cinema.

Secção ou seção: significa “parte, segmento, subdivisão”.

- Quero ler a seção de fofoca.

- Trabalho na seção de informações.

- Vou ligar na secção de informações.

» Mas / mais

Mas: equivale a “porém, entretanto, contudo”.

- Queria muito ir, mas tenho que trabalhar.

- Sei de tudo, mas não posso falar.

Mais: é o oposto de menos.

- Eu pesquisei mais.

- Estou mais preparado agora do que antes.

» Mau / mal

Mau: é um adjetivo, antônimo de bom.

- Menino mau!

- Passei por maus pedaços.

- Mal: equivale a “assim que, logo que, quando”.

- Mal vi a cena, chorei!

- Mal também pode ser usado como antônimo de bem.

- Estou mal humorada.

» Por que / por quê / porque / porquê

Por que (separado e sem acento) é empregado quando:

- O que equivale a qual motivo.

- Por que você foi lá? (Por qual motivo você foi lá?)

- O que equivale a qual razão ou qual motivo.

- Não sabemos por que ele faleceu. (por qual razão)

- Por que é usado também como um equivalente a pelo qual / pela qual / pelos quais / pelas quais.

- Ignoro o motivo por que ele se demitiu. (pelo qual)

- Estas são as causas por que não voltei. (pelas quais)

Por quê (separado e com acento) usos:

- Como pronome interrogativo, colocado no fim de frase.

- Ela estava chorando, você sabe por quê?

- isolado, numa frase interrogativa.

- Você deve fazer isso agora.

- Por quê?

Porque (uma só palavra, sem acento) usos:

- Como função explicativa, equivalente a pois, porquanto, uma vez que, precedida por virgula ou ponto-e-vírgula ou ponto final.

- Termine isto agora, porque depois não poderá.

- Não pude ir, porque tive que trabalhar.

- É usado substituindo: pela causa, razão de que, pelo fato, motivo de que.

- Não fui à festa porque estava cansado.

- O governador vetou porque tinha razões políticas.

- Porque é usado também como conjunção subordinativa final, em orações com verbo no subjuntivo, equivalente a para que.

- Não julguemos, porque não venhamos a ser julgados.

Porquê (uma só palavra com acento) usos:

- como substantivo usado no sentido de causa, razão ou motivo, admitindo pluralização (porquês).

- Quero saber o porquê de tudo isso.

- As crianças são cheias de porquês.

Encontros vocálicos

É a reunião de duas ou mais vogais numa palavra. Há três tipos de encontros vocálicos na língua portuguesa. Veja quais são:

» Ditongo: é o encontro de uma vogal e uma semivogal ou vice e versa em uma mesma sílaba. (semivogal são o i e o u se estiverem ligados a uma vogal)

Vitória (i-semivogal;a-vogal)
Chapéu (e-vogal;u-semivogal)

Os ditongos classificam-se em:

- Crescentes-formados por semivogal+vogal (mais fraca+mais forte):água, história, vácuo.

- decrescentes-formados por vogal+semivogal(mais forte+mais fraca):degrau, beijo, breu.

» Tritongo: é o encontro vocálico constituído por semivogal+vogal+semivogal: Uruguai, quão, enxaguou.

» Hiato: é a seqüência de duas vogais pronunciadas em sílabas diferentes: baú (ba-ú), caatinga (ca-a-tin-ga).

Encontros consonantais

É a reunião de duas ou mais consoantes numa mesma palavra. Pode ocorrer na mesma sílaba ou em sílabas diferentes.

- encontros consonantais perfeitos - unem-se na mesma sílaba e são inseparáveis: fla-u-ta, bri-sa.

- encontros consonantais imperfeitos - aparecem em sílabas diferentes e são separáveis: cac-to, ad-vo-ga-do.

- encontros consonantais mistos - misturam os dois modos acima: fel-tro, dis-pli-cen-te, des-tro.



Dígrafo

Dígrafo é o conjunto de duas letras que representam um único fonema. Encontram-se os seguintes dígrafos na língua portuguesa:

- consonantais – quando o encontro de duas letras representa um fonema consonantal:



ch – chave, chinelo

lh – telha, galho

nh – ninho, cegonha

rr – barro, serra

ss – assado, pássaro

sc – piscina, descer

xc – exceção, excesso

gu – guerra, águia

qu – queijo, querer



- vocálicos – quando encontro de duas letras representa fonema vocálico:



am, an – ambos, anta

em, en – embora, vento

im, in – impulso, pincel

om, on – bomba, ponta

um, um – algum, fundo



Sílaba

Sílaba é o grupo de sons que se emite em cada impulso de voz. Toda sílaba tem por base uma vogal.uma palavra tem tantas sílabas quantos forem os impulsos de voz para pronunciá-la.

Oi-      uma sílaba

Vo-cê      duas sílabas

Pa-li-to      três sílabas

Quan-ti-da-de      quatro sílabas

Sen-si-bi-li-da-de      seis sílabas

Quanto ao número de sílabas, os vocábulos classificam-se em:

Monossílabos :possuem apenas uma sílaba: mar, dó, fé oi.

Dissílabos :possuem duas sílabas: ho-je, bar-co, ca-as, vi-da.

Trissílabos :possuem três sílabas:a-si-lo, co-mi-da, de-ci-são.

Polissílabos :possui quatro ou mais sílabas:quan-ti-da-de, mar-ga-ri-na, pu-bli-ci-da-de.

Regras de divisão silábica:

A divisão é feita conforme o impulso de voz que damos à palavra. Quando escrevemos separamos as sílabas com o uso do hífen (-).

Separam-se:

- as vogais dos hiatos: ci-ú-me, e-co-lo-gi-a.

- separam-se as letras dos dígrafos rr, ss, sc, xc: sos-se-go, car-ro, cons-ci-ên-ci-a, ex-ce- cão.

- separam-se os encontros consonantais em sílabas diferentes: ab-so-lu-to, op-tar, ad-vo-ga-do.

Não se separam:

- não se separam as vogais que formam ditongos e tritongos: sé-rie, á-gua, ou-tu-bro, Pa-ra guai.

- não se separam os dígrafos ch, nh, gu, qu: ra-i-nha, ga-lho, guin cho, ques-tão.

- não se separam as letras dos encontros consonantais que contiverem L ou r: pla-no, pre-ci-so.

Obs: quando o L ou o r puderem ser pronunciados separadamente, nos encontros consonantais, deverão ser separados: ab-ro-gar, sub-le-gen-da.

Sílaba átona e sílaba tônica

A sílaba tônica é a que tem pronúncia mais intensa que as outras, chamadas átonas. Veja:

caderno         médico

Nas palavras caderno e médico as sílabas tônicas são der e mé. As demais são as sílabas átonas.

Quanto à posição da sílaba tônica, as palavras se classificam em:

- oxítonas: quando a sílaba tônica é a ultima: valor, maltratei, varrer.

- paroxítonas: quando a sílaba tônica é a penúltima: parede, revólver, fazenda.

- proparoxítonas:quando a sílaba tônica é a antepenúltima: vocábulo, poética, súbito.









Advérbio
O advérbio é uma categoria gramatical invariável que modifica verbo, adjetivo ou outro
advérbio, atribuindo-lhes uma circunstância de tempo, modo, lugar, afirmação, negação, dúvida ou
intensidade. Por exemplo, a frase Ontem, ela não agiu muito bem. tem quatro advérbios: ontem, de
tempo; não, de negação; muito, de intensidade; bem, de modo.
As circunstância podem também ser expressas por uma locução adverbial - duas ou mais palavras
exercendo a função de um advérbio. Por exemplo, a frase Ele, às vezes, age às escondidas. Tem duas
locuções adverbiais: às vezes, de tempo; às escondidas, de modo.
Classificação dos Advérbios
01) Advérbios de Modo
Assim, bem, mal, acinte (de propósito, deliberadamente), adrede (de caso pensado, de propósito, para
esse fim), debalde (inutilmente), depressa, devagar, melhor, pior, bondosamente, generosamente e
muitos outros terminados em mente.
Locuções Adverbiais de Modo:
às pressas, às claras, às cegas, à toa, à vontade, às escondidas, aos poucos, desse jeito, desse modo,
dessa maneira, em geral, frente a frente, lado a lado, a pé, de cor, em vão.
02) Advérbios de Lugar
abaixo, acima, adentro, adiante, afora, aí, além, algures (em algum lugar), alhures (em outro lugar),
nenhures (em nenhum lugar), ali, aquém, atrás, cá, dentro, embaixo, externamente, lá, longe, perto.
Locuções Adverbiais de Lugar:
a distância, à distância de, de longe, de perto, em cima, à direita, à esquerda, ao lado, em volta.
03) Advérbios de Tempo
afinal, agora, amanhã, amiúde (de vez em quando), ontem, breve, cedo, constantemente, depois, enfim,
entrementes (enquanto isso), hoje, imediatamente, jamais, nunca, outrora, primeiramente, tarde,
provisoriamente, sempre, sucessivamente, já.
Locuções Adverbiais de Tempo:
às vezes, à tarde, à noite, de manhã, de repente, de vez em quando, de quando em quando, a qualquer
momento, de tempos em tempos, em breve, hoje em dia.
04) Advérbios de Negação
não, tampouco (também não).
Locuções Adverbiais de Negação:
Polícia Rodoviária Federal
Apostila de Português para Concursos 151
de modo algum, de jeito nenhum, de forma nenhuma.
05) Advérbios de Dúvida
acaso, casualmente, porventura, possivelmente, provavelmente, talvez, quiçá.
Locuções Adverbiais de Dúvida:
por certo, quem sabe.
06) Advérbios de Intensidade
assaz (bastante, suficientemente), bastante, demais, mais, menos, muito, quanto, quão, quase, tanto,
pouco.
Locuções Adverbiais de Intensidade:
em excesso, de todo, de muito, por completo.
07) Advérbios de Afirmação
certamente, certo, decididamente, efetivamente, realmente, deveras (realmente), decerto,
indubitavelmente.
Locuções Adverbiais de Afirmação:
sem dúvida, de fato, por certo, com certeza.
08) Advérbios Interrogativos
onde (lugar), quando (tempo), como (modo), por que (causa).
Flexão do advérbio
O advérbio pode flexionar-se nos graus comparativo e superlativo absoluto.
Comparativo de Superioridade
O advérbio flexiona-se no grau comparativo de superioridade por meio de mais ... (do) que. Ex.
Ele agiu mais generosamente que você.
Comparativo de Igualdade
O advérbio flexiona-se no grau comparativo de igualdade por meio de tão ... como, tanto ... quanto.
Ex.
Ele agiu tão generosamente quanto você.
Comparativo de Inferioridade
O advérbio flexiona-se no grau comparativo de inferioridade por meio de menos ... (do) que.
Ex.
Ele agiu menos generosamente que você.
Superlativo Absoluto Sintético
O advérbio flexiona-se no grau superlativo absoluto sintético por meio dos sufixos -issimamente, -íssimo
ou -inho.
Ex.
Ela agiu educadissimamente.
Ele é muitíssimo educado.
Acordo cedinho.
Superlativo Absoluto Analítico
O advérbio flexiona-se no grau superlativo absoluto analítico por meio de um advérbio de intensidade
Polícia Rodoviária Federal
Apostila de Português para Concursos 152
como muito, pouco, demais, assaz, tão, tanto...
Ex.
Ela agiu muito educadamente.
Acordo bastante cedo.
Melhor e pior são formas irregulares do grau comparativo dos advérbios bem e mal; no entanto, junto
a adjetivos ou particípios, usam-se as formas mais bem e mais mal. Ex.
Estes alunos estão mais bem preparados que aqueles.
Havendo dois ou mais advérbios terminados em -mente, numa mesma frase, somente se coloca o sufixo
no último deles.
Ex.
Ele agiu rápida, porém acertadamente.

Advérbios sentenciais
de afirmação: sim, realmente, certamente, verdadeiramente, com certeza, de fato, efetivamente, deveras, etc.
de negação: Não, absolutamente,tampouco, de modo algum, de forma alguma, etc.
de dúvida: Talvez, possivelmente, provavelmente, hipoteticamente, quiçá, etc.
Advérbios temporais
de passado: ontem, anteontem, trás-anteontem, etc.
de presente: hoje, agora, atualmente, etc.
de futuro: amanhã, futuramente, posteriormente, etc.
de período: anualmente, semanalmente, mensalmente, eventualmente, sempre, etc.
Advérbios de lugar: aqui, lá, cá, aí, perto, longe, abaixo, acima, dentro, fora, além, adiante, em cima, ao lado, à direita, à esquerda, alures (= em algum lugar), alhures (= em outro lugar), nenhures (= em nenhum lugar), etc.
Advérbios de modo: rapidamente, belamente, tristemente, loucamente (a maioria terminada em "mente") etc.
Advérbios de intensidade: muito, pouco, bastante, suficiente, demais, assaz, menos, tão, de todo, etc.
As palavras nunca e jamais podem servir de advérbios temporais ou de negação, dependendo do contexto em que se inserem.
 

Tempo
Lugar
Modo
hoje; logo; primeiro; ontem; tarde; outrora; amanhã; cedo; dantes; depois; ainda; antigamente; antes; doravante; nunca; então; ora; jamais; agora; sempre; já; enfim; etc.
aqui; antes; dentro; ali; adiante; fora; acolá; atrás; além; lá; detrás; aquém; cá; acima; onde; perto; aí; abaixo; aonde; longe; debaixo; algures; defronte; nenhures; etc.
bem; mal; melhor; pior; assim; aliás; depressa; devagar; como; debalde; sobremodo; sobretudo; sobremaneira; quase; principalmente
Obs.: muitos advérbios de modo formam-se juntando mente à forma feminina do adjectivo
Quantidade
Afirmação
Negação
muito; pouco; mais; menos; demasiado; quanto; quão; tanto; tão; assaz; que (equivale a quão); tudo; nada; todo; bastante; quase
sim; certamente; realmente; decerto; efectivamente; etc.
não; nem; nunca; jamais; etc.
Dúvida
Exclusão
Inclusão
acaso; porventura; possivelmente; provavelmente; quiçá; talvez
apenas; exclusivamente; salvo; senão;somente; simplesmente; só; unicamente
ainda; até; mesmo; inclusivamente; também
Ordem
Designação
Interrogação
depois; primeiramente; ultimamente
eis
onde? como? quando? porque?

Substantivo é toda a palavra que é determinada por um artigo, pronome ou numeral, ou modificada por um adjetivo. De acordo com a gramática portuguesa, um substantivo é determinado pelo seu gênero, número e grau. Para transformar uma palavra de outra classe gramatical em um substantivo, basta precedê-lo de um artigo, pronome ou numeral. Exemplo: "O não é uma palavra dura". Artigos sempre precedem palavras substantivadas, mas substantivos (que são substantivos em sua essência) não precisam necessariamente ser precedidos por artigos.ClassificaçãoQuanto à formaçãoQuanto à existência de radical, o substantivo pode ser classificado em:Primitivo: palavras que não derivam de outras. Ex: flor, pedra. Derivado: vem de outra palavra existente na língua. O substantivo que dá origem ao derivado (substantivo primitivo) é denominado radical. Ex: floreira, pedreira. Quanto ao número de radicais, pode ser classificado em:Simples: tem apenas um radical. Ex: água, couve, sol Composto: tem dois ou mais radicais. Ex: água-de-cheiro, couve-flor, girassol, lança-perfume. Quanto à semânticaQuando se referir a especificação dos seres, pode ser classificado em:Concreto: designa seres que existem ou que podem existir por si só. Ex: casa, cadeira. Também concretos os substantivos que nomeiam divindades (Deus, anjos, almas) e seres fantásticos (fada, duende), pois, existentes ou não são sempre considerados como seres com vida própria.Abstrato: designa idéias ou conceitos, cuja existência está vinculada a alguém ou a alguma outra coisa. Ex: justiça, amor, trabalho, etc. Comum: denomina um ser de uma espécie de maneira geral, ou seja, um ser sem diferenciar dos outros de sua mesma espécie. Ex: lobo, pizza, mascara. Próprio: denota um elemento específico dentro de um grupo, sendo grafado sempre com letra maiúscula. Ex: Pedro, Fernanda, Portugal, Brasília, Fusca. Coletivo: um substantivo coletivo designa um conjunto de seres de uma mesma espécie no singular. No entanto, vale ressaltar que não se trata necessariamente de quaisquer seres daquela espécie. Alguns exemplos: Uma biblioteca é um conjunto de livros, mas uma pilha de livros desordenada não é uma biblioteca. A biblioteca discrimina o gênero dos livros e os acomoda em prateleiras. Uma orquestra ou banda é um conjunto de instrumentistas, mas nem todo conjunto de músicos ou instrumentistas pode ser classificado como uma orquestra ou banda. Em uma orquestra ou banda, os instrumentistas estão executando a mesma peça musical ao mesmo tempo, e uma banda não tem instrumentos de corda. Uma turma é um conjunto de estudantes, mas se juntarem num mesmo alojamento os estudantes de várias carreiras e várias universidades numa sala, não se tem uma turma. Na turma, os estudantes assistem simultaneamente à mesma aula. Flexão do substantivoQuanto ao gêneroOs substantivos flexionam-se nos gêneros masculino e feminino e quanto às formas, podem ser:Substantivos biformes: apresentam duas formas originadas do mesmo radical. Exemplos: menino - menina, traidor - traidora, aluno - aluna.Substantivos heterônimos: apresentam radicais distintos e dispensam artigo ou flexão para indicar gênero. Exemplos: arlequim - colombina, arcebispo - arquiepiscopisa, bispo - episcopisa, bode - cabra.Substantivos uniformes: apresentam a mesma forma para os dois gêneros, podendo ser classificados em:Epicenos: referem-se a animais ou plantas, e são invariáveis no artigo precedente, acrescentando as palavras macho e fêmea, para distinção do sexo do animal. Exemplos: a onça macho - a onça fêmea; o jacaré macho - o jacaré fêmea; a foca macho - a foca fêmea. Comuns de dois gêneros: o gênero é indicado pelo artigo precedente. Exemplos: o dentista, a dentista. Sobrecomuns: invariáveis no artigo precedente. Exemplos: a criança, o indivíduo (não existem formas como "crianço", "indivídua", nem "o criança", "a indivíduo"). Quanto ao númeroOs substantivos apresentam singular e plural.Os substantivos simples, para formar o plural, substituem a terminação em n, vogal ou ditongo oral por s. Ex: elétron/ elétrons, povo/ povos, caixa/ caixas, cárie/ cáries; a terminação em ão, por ões, ães, e ãos; as terminações em s, r, e z, por es; terminações em x são invariáveis; terminações em al, el, ol, ul, trocam o l por is, com as seguintes exceções: "mal" (males), "cônsul" (cônsules), "mol" (mols), "gol" (gols); terminação em il, é trocado o l por is (quando oxítono) ou o il por eis (quando paroxítono).Os substantivos compostos flexionam-se da seguinte forma quando ligados por hífen:se os elementos são ligados por preposição, só o primeiro varia (mulas-sem-cabeça); se os elementos são formados por palavras repetidas ou por onomatopéia, só o segundo elemento varia (tico-ticos, pingue-pongues); nos demais casos, somente os elementos originariamente substantivos, adjetivos e numerais variam (couves-flores, guardas-noturnos, amores-perfeitos, bem-amados, ex-alunos). Quanto ao grauOs substantivos possuem três graus, o aumentativo, o diminutivo e o normal que são formados por dois processos:Analítico: o substantivo é modificado por adjetivos que indicam sua proporção (rato grande, gato pequeno); Sintético: modifica o substantivo através de sufixos que podem representar além de aumento ou diminuição, o desprezo ou um sentido pejorativo (no aumentativo sintético: gentalha, beiçorra), o afeto ou sentido pejorativo (no diminutivo sintético: filhinho, livreco). Exemplos de diminutivos e aumentativos sintéticos:sapato/sapatinho/sapatão; casa/casebre/casarão; cão/cãozinho/canzarrão; homem/homenzinho/homenzarrão; gato/gatinho/gatarrão; bigode/bigodinho/bigodaço; vidro/vidrinho/vidraça; boca/boquinha/bocarra; muro/mureta/muralha; pedra/pedregulho/pedrona; rocha/rochinha/rochedo;
Adjetivos (português brasileiro) são as palavras que caracterizam um substantivo atribuindo-lhe qualidade, estado ou modo de ser. Flexionam-se em gênero, número e grau.Sua função gramatical pode ser comparada com a do advérbio em relação aos verbos, aos adjetivos e a outros advérbios.Exemplos:borboletas azuis céu cinza sandálias sujas Da mesma forma que os substantivos, os adjetivos contribuem para a organização do mundo em que vivemos. Assim, distinguimos uma fruta azeda de uma doce, por exemplo. Eles também estão ligados a nossa forma de ver o mundo: o que pode ser bom para uns pode ser mau para outros. Quanto à semânticaA classificação semântica dos adjetivos pode variar de acordo com o tipo de característica que exprimem. Alguns exemplos:Cor: vermelho, amarelo, azul, preto, etc. Forma: quadrado, redondo, triangular, etc. Temperatura: quente, frio, morno, gelado, etc. Intensidade: forte, fraco, moderado, etc. Proporção: grande, médio, pequeno, nanico, enorme, etc. Qualidade: bom, bonito, amável, agradável, etc. Defeito: mau, ruim, feio, horrível, etc. Adjetivos gentílicos: brasileiro, português, paulista, carioca, lisboeta, etc. Quanto à formaçãoCom relação à formação das palavras, os adjetivos podem ser classificados em:Primitivo: Não provém de outra palavra, e serve de base para a formação de outras palavras, em geral, substantivos abstratos. Exemplos: Triste é primitivo de tristeza; Negro é primitivo de negritude. Derivado: Apresenta afixos e provém de outra palavra. Exemplos: Integral é derivado de íntegro(íntegro + sufixo -al); Amansado é derivado de manso(prefixo a- + manso + sufixo -ado). Simples: É constituído de um só elemento: surdo, mudo, etc. Composto: É aquele que é constituído de mais de um elemento: Plantão médico-cirúrgico, Uniforme alviverde(alvo + verde). Flexão de adjetivosOs adjetivos podem sofrer três tipos de flexão:por gênero,por número e por grau.Flexão de GêneroOs adjetivos podem ser divididos em dois grupos em relação ao género.Adjetivos uniformes: Apresentam uma única forma para os dois gêneros(masculino e feminino). Exemplos: empregado competente(masculino)/empregada competente(feminino) Adjetivos biformes: Apresentam duas formas para os dois gêneros(masculino e feminino). Exemplo: o homem burguês(masculino)/a mulher burguesa(feminino) Em geral, para formar o feminino,os adjetivos levam a vogal -a no final do adjetivo e,para formar o masculino,eles levam a vogal -o no final do adjetivo. Exemplo:criativo(masculino)/criativa(feminino). Entretanto, pode haver exceções, como no caso dos masculinos terminados em -eu, que podem fazer o feminino em -eia (europeu, européia) ou em -ia (judeu, judia). Flexão de NúmeroO adjetivo flexiona-se no plural de acordo com as regras existentes para o substantivo.Nos adjetivos compostos, como regra geral, só o último elemento vai para o plural Exemplo: poemas herói-comicos Há exceção para o adjetivo surdo-mudo, que faz o plural surdos-mudos.Não há variação de número nem de gênero para os seguintes casos: adjetivos compostos com nome de cor + substativo: olhos verde-mar adjetivo azul-marinho: calças azul-marinho locuções adjetivas formadas pela expressão cor + de + substantivo: chapéus cor-de-rosa os substantivos empregados em função adjetivas quando está implicita a idéia de cor: sapatos cinza Regras para flexão de número para adjetivos compostos Nos adjetivos compostos,só o último elemento vai para o plural Exemplos: lente côncavo-convexasNos adjetivos cores,eles ficam invariáveis quando o último elemento for um substantivo Exemplos: papel azul-turquesa/papéis azul-turquesa; olho verde-lagoa/verde-água olhos verde-marFlexão de GrauA única flexão de grau propriamente dita dos adjetivos é entre o grau normal e o grau superlativo absoluto. Exemplos: atual - atualíssimo, negro - nigérrimo, fácil - facílimo. Algumas palavras ainda admitem o grau comparativo de superioridade. Exemplos: grande - maior, bom - melhor.Nos demais casos, o grau é indicado não por flexões, mas por advérbios. São distintos os seguintes graus:Comparativo de igualdade: Usa-se para expressar que um ser têm um grau de igualdade a outro ser. Pode ser determinado pelas locuções: tanto...quanto, ...assim como..., tão...quanto, ...do mesmo jeito que..., e outras variações. Por exemplo: "Fulano é tão alegre quanto sicrano". Comparativo de superioridade: Usa-se para expressar que um ser têm um grau de superioridade a outro ser. Pode ser determinado pelas locuções: mais...que ou mais...do que. Exemplo: "José é mais alegre que Pedro". Comparativo de inferioridade: Usa-se para expressar que um ser têm um grau de inferioridade a outro ser. Pode ser determinado pelas locuções: menos...que ou menos...do que. Exemplo: "José é menos alegre que Pedro". Superlativo absoluto (analítico): Exprime um aumento de intensidade sobre o substantivo determinado pelo adjetivo, sem compará-lo com outros da mesma espécie. Exemplo: "José é muito alto". Superlativo absoluto (sintético): É expresso com a participação de sufixos. O mais comum é –íssimo. Exemplo: “Trata-se de um artista originalíssimo”, “Seremos tolerantíssimos”. Superlativo relativo de superioridade: Exprime uma vantagem de um ser entre os demais da mesma espécie. Exemplo: "José é o mais alto de todos". Superlativo relativo de inferioridade: Exprime uma desvantagem de um ser entre os demais da mesma espécie. Exemplo: "José é o menos alto de todos". Locução adjetiva.Locução adjetiva é a reunião de duas ou mais palavras com função de adjetivo.Elas são usualmente formadas por:uma preposição e um advérbio uma preposição e um substantivo Exemplos:Conselho de mãe = Conselho maternal Dor de estômago = Dor estomacal Périodo da tarde = Périodo vespertino
Pronome - Os pronomes constituem a classe de palavras categoremáticas, ou seja, são palavras cujo significado é apenas categorial, sem representar nenhuma matéria extra-lingüística. A análise de um pronome em isolado não permitiria identificar nele um significado léxico dentro de si mesmo, pois seu significado na frase ocorre de acordo com a situação ou outras palavras do contexto.Assim, o pronome adquire sua classe de acordo com sua função na frase, de acordo com a coesão textual, e por isto os pronomes são substantivos, adjetivos, ou adjuntos. Todavia, ao contrário dessas classes de palavras, o pronome não aceita sufixos aumentativos, diminutivos, e superlativos tais como ão, zão, inho, íssimo, etc, no que são semelhantes aos numerais.Essencialmente, um pronome é uma única palavra (ou raramente uma forma mais longa), que funciona como um sintagma nominal completo. Caracterização SemânticaA semântica caracteriza o pronome por indicar algo, caracteriza-o como dêixes; dêixes quer dizer apontar para, pois se fomos observar o pronome atua na frase remetendo a algo dentro dela, ou em seu exterior, apontando e se referindo a outros elementos do contexto, situação, discurso.O pronome (dêixes) divide-se primeiramente em três tipos, de acordo com essa idéia de referência, dêixes ad oculos, dêixes anafórica, dêixes catafórica. Todos estes tipos indicam a condição do pronome em relação aos falantes do discurso.Dêixes Ad Oculos: O dêixes ad Oculos é situacional, um pronome com dêixes situacional aponta para um elemento que está presente para o(s) falante(s).É óbvio que isto é melhor que aquilo!Na frase sugerida como exemplo, os pronomes substantivos isto e aquilo não se referem aparentemente a qualquer substântivo em específico, pois apontam para algo que apenas durante o enunciado seria possível conhecer, que estaria presente apenas na enunciação. Dêixes Anafórica: Um pronome com dêixes anafórica aponta para um elemento que foi dito ao longo da frase, e que pode ser encontrado através de coesão textual.Fui professora durante minha juventude, mas já não o sou agora.Na frase sugerida como exemplo, o pronome demonstrativo O remete no caso à profissão de professor do sujeito da frase, já citada anteriormente. Dêixes Catafórica: A dêixes catafórica aponta para um elemento que ainda não foi citado no discurso, ou mesmo que não presente dentro dele.Farei-o, libertarei o Brasil do domínio português.Na frase sugerida como exemplo, o pronome demonstrativo O , que é alvo da ação verbal, faz referência ao ato de libertar o Brasil, uma ação que é enunciada apenas após a aparição do pronome. Dêixes em Fantasma: Há um quarto tipo de dêixes estabelecido por K. Brugmann e que se encaixaria no primeiro e no terceiro tipo de dêixes, seria um quarto tipo especial intitulado como Dêixes em Fantasma. A dêixes em fantasma aconteceria em uma conversa hipotética em que o falante transporta o ouvinte a um cenário de fantasia e no qual usa pronomes para apresentar ao ouvinte os supostos elementos ali dispostos. Embora tenha valor dentro de uma consideração psicológica, normativamente não há diferença real, é mais prático ter a Dêixes em Fantasma encaixada nas outras duas categorias. É ainda de acordo com a semântica que os pronomes classificam-se em vários tipos: pessoais, possessivos, demonstrativos (incluindo nesta classificação também o artigo definido de acordo com o o caso), indefinidos (incluindo nesta classificação também o artigo indefinido de acordo com o o caso), interrogativos, e relativo. Alguns pronomes são:mim, ti, ele, ela, si, nós, vós, eles, elasPronome Substantivo e Pronome AdjetivoComo já foi observado, um pronome aponta para algum elemento do enunciado, e localiza este elemento (objeto-substantivo) dentro do enunciado. Quando ele faz referência a um elemento que surge explicito no enunciado, é um pronome adjetivo ou adjunto; quando porém, ele faz referência a um elemento que não foi citado, e é encaixado no lugar dele, então caracteriza-se como pronome substantivo ou absoluto.Pronome pessoal: Pessoais Retos e Pessoais OblíquosOs pronomes pessoais apontam sempre para as duas pessoas do enunciado (Eu, Tu, Nós, Vós) e para a terceira pessoa não inserida no enunciado, que alguns gramáticos chamam por isto de não-pessoa, e que é a terceira pessoa do plural e também do singular (Ele, Ela, Eles, Elas). Deve-se compreender que quando elas são chamadas assim, é por se referirem a elas no enunciado, mas não o construirem, participarem dele.Os pronomes pessoais dividem-se em retos e oblíquos, os pronomes retos são Eu, Tu, Ele, Ela, Nós, Vós, Eles, Elas, e funcionam sujeito. É importante ver que cada pronome pessoal reto possui seus respectivos pronomes pessoais oblíquos, e por sua vez os pronomes pessoais oblíquos se dividirão em átonos (fracos) e tônicos (fortes), sendo que cada pronome tônico vem sempre atrelado a uma preposição.
Pronomes pessoais

Pessoa
Pronome pessoal reto
Pronome pessoal oblíquo
Átonos
Tônicos
Singular
Eu
me
mim, comigo
Tu
te
ti, contigo
Ele, ela
se, lhe, o, a
si, consigo, ele, ela
Plural
Nós
nos
nós, conosco
Vós
vos
vós, convosco
Eles, elas
se, lhe, os, as
eles, elas, si, consigo
A) Pronomes Pessoais Oblíquos Tônicos com preposições atreladas:
  • Os nossos sonhos estão perdidos de nós mesmos.
  • Os homens todos perdem quando dois deles brigam entre si.
  • Sei o que cabe a mim fazer.

Pronome Oblíquo Reflexivo

Quando é usado o pronome oblíquo reflexivo, isto quer dizer que a ação da oração recai sobre o próprio sujeito que a praticou. Observando isto de forma mais técnica, a reflexividade é quase uma inversão da norma, por que com ela não há a transitividade verbal de um alvo A para um alvo B, o verbo é praticado por A e reflete sobre A.
  • Eu me demorei escrevendo este artigo!
  • Ele se matou hoje pela manhã.
  • Eu não me vanglorio disso. (O 'me' poderia referir-se a que outro 'eu'?)
  • Olhei para mim no espelho e não gostei do que vi.
  • Assim tu te prejudicas. (Mesma coisa com o 'te')
  • Conhece-te a ti mesmo.
  • Lavamo-nos no rio.
  • Vós vos beneficiastes com a Boa Nova.

Pronome Oblíquo Recíproco

Quando o pronome oblíquo recíproco ele transmite a idéia de que a ação praticada na oração ocorre entre os sujeitos dela simultaneamente, com reciprocidade; neste caso são utilizados os pronomes nos, vos, se.
  • Nós nos ajudamos para editar o artigo.
  • Eles se entenderam depois da briga.
  • Elas se abraçaram como verdadeiras amigas!

Pronomes em Formas de Tratamento

Entre os pronomes pessoais, incluem-se os pronomes de tratamento ou formas pronominais de tratamento, que são formas substantivas de tratamento indireto, e se referem à segunda pessoa do discurso, mas sua concordância é feita em terceira pessoa. São palavras ou expressões que substituem o pronome pessoal no discurso. O pronome de tratamento é uma maneira de se referir ou tratar com uma pessoa utilizando-se de seus atributos ou com referência a posição familiar, profissional, religiosa, social, etc que ocupam.
  • Vossa eminência. (cardeais)
  • Vossa Onipotência ( para Deus)
  • Vossa reverendíssima (sacerdotes)
  • Vossa Majestade (reis, imperadores)
  • Vossa Alteza (príncipes, Duques)
Nota: No Brasil, costuma-se usar o pronome 'si' também com sentido reflexivo, contudo o mesmo não ocorre em Portugal. Portanto, uma oração como "Ela falou de si" seria genéricamente entendida no Brasil como "de si mesma" enquanto em Portugal como "de outrem". O mesmo vale para 'consigo': "Antônio conversou consigo mesmo".
Nota: A gente: utilizar o substantivo gente associado ao artigo definito A remetendo a um grupo de pessoas (Eu + Tu, Eu + Nós, Eu + Eles, etc) é caracterizado como pronome de lingua informal e sua conjugação se faz com verbo na terceira pessoa do singular.
Nota: Você: é um pronome de uso coloquial popularizado; tem como origem o pronome de tratamento Vossa Mercê, hoje em desuso assim como vós, embora com uso de Tu, sua conjugação se faz pela terceira pessoa do singular; já a forma plural ‘vocês’ tem conjugação pela terceira pessoal do plural.

Pronome Possessivo

São aqueles que se referem às três pessoas do discurso, atribuindo-lhes a posse de alguma coisa. Flexionam-se em gênero e número, concordando com a coisa possuída, e em pessoa, concordando com o possuidor.
Pronomes possessivos

Pessoa
Singular
Plural
Masc.
Fem.
Masc.
Fem.
Singular
meu
minha
meus
minhas
teu
tua
teus
tuas
seu
sua
seus
suas
Plural
nosso
nossa
nossos
nossas
vosso
vossa
vossos
vossas
seu
sua
seus
suas

Pronome Possessivo Adjetivo

Como já foi observado, o pronome possessivo atribui posse à alguma das pessoas do discurso; quando o pronome possessivo é empregado ele pode estar se refereindo a um objeto que já foi citado e que por isso não precisa ser repetido, ou a um objeto que sequer foi citado.
Quando o pronome possessivo faz referência a um substantivo já citado, atribuindo sua posse à um sujeito, ele tem função ADJETIVA ou de ADJUNTO.
  • O MEU coturno é melhor que o TEU.
Os dois pronomes estão adjetivando o substantivo coturno, já citado.

Pronome Possessivo Substantivo

Quando um pronome possessivo faz referência a um substantivo que não foi sequer enunciado, ele acaba cumprindo o papel desse substantivo ausente dentro da frase, e é portanto um pronome possessivo substantivo ou também chamado pronome possessivo absoluto.
  • O MEU é melhor que o TEU.
Os dois pronomes estão referindo à posse de algo que não foi citado na frase e estão em lugar dele.

Pronome Indefinido

São aqueles que se referem a substantivos de modo vago, impreciso ou genérico. São pronomes indefinidos aqueles que se referem à 3ª pessoa do discurso de modo, ou em quantidade, indeterminada. Um pronome indefinido pode ser variável ou invariável:

Pronomes Indefinidos Substantivos (Invariáveis)

- Os invariáveis não se alteram com desinências para ter concordância verbal, serão sempre os mesmos independente de contexto masculino, feminino, plural, ou singular; e por isso também atuarão como pronomes substantivos:
Pronomes Indefinidos Substantivos
Alguém, Ninguém, Tudo, Nada, Algo, Outrem

Pronomes Indefinidos Adjetivos (Variáveis)

Os variáveis são aqueles que se alteraram para concordar com seu contexto, e terão função adjetiva.
Pronomes Indefinidos Adjetivos
Todo, toda, um, uma, algum, alguma, nenhum, nenhuma, certo, certa, muito,

muita, outro, outra, pouco, pouca, tanto, tanta, qualquer, quaisquer, cada

Nota: Cada: embora seja pronome indefinido adjetivo, é o único que não é variável.
Nota: A disposição das palavras no enunciado muda o sentido do texto, bem como sua classificação.
  • "Certos objetos chegam na hora certa."
A primeira ocorrência da palavra ‘certos’ é realmente um pronome indefinido adjetivo variável, porém a segunda ocorrência é um adjetivo em estado puro.

Pronome Demonstrativo

São aqueles que indicam a posição do ser no espaço (em relação às pessoas do discurso), no tempo ou dentro do próprio texto (coesão textual). Essa classe pronominal possui as seguintes relações com as pessoas do discurso:
  • primeira pessoa: este, esta, estes, estas, isto.
Indicam algo próximo à primeira pessoa, que irá acontecer em breve ou que será citado mais adiante no texto.
  • segunda pessoa: esse, essa, esses, essas, isso.
Indicam algo próximo à segunda pessoa, que aconteceu há pouco ou que foi citado anteriormente no texto.
  • terceira pessoa: aquele, aquela, aqueles, aquelas, aquilo.
Indicam algo próximo à terceira pessoa ou com algo que vem antes em uma enumeração de coisas.
Os pronomes "isto", "isso" e "aquilo" são classificados geralmente como demonstrativos, mas funcionam como pronomes pessoais de terceira pessoa, representantes do gênero neutro.
Outros pronomes demonstrativos
mesmo, mesma, mesmos, mesmas: quando têm sentido de "identico", "em pessoa";

próprio, própria, próprios, próprias: quando têm sentido de "idêntico", "em pessoa";

semelhante, semelhantes; são demonstrativos quando equivalerem a "tal" ou "tais";

tal, tais;

o, a, os, as: quando puderem ser substituídos por "isto", "isso", "aquilo" e variações.

Pronome Relativo

O pronome relativo é em geral um pronome de dêixes anafórica, ou seja, um pronome de retorno que está apontando para algo que já foi citado, para um elemento anterior. Afora isto, o pronome relativo pode apresentar dois diferentes papéis gramaticais, esse com dêixes anafórica, e ainda o de transpositor de oração.
  • Bloquearam a página para edição, a qual ficou incompleta. (pronome relativo a qual)
  • Ela me mostrou uma página de usuário que eu gostei! (pronome relativo que)
Pronomes Relativos
qual, o qual, a qual os quais, as quais, cujo, cuja, cujos cujas,

Que quanto, quantas, quantos, onde

A) Transpositor de Oração Pronome Relativo Que: O transpositor pronome relativo que age fazendo a ligação de duas orações independentes uma da outra, e então quando isto ocorre uma delas fará adjetivação se tornando adjunto adnominal daquilo apontado.
  • Eles são wikipedistas [que] trabalham em artigos novos.
Eles são wikipedistas + Os wikipedistas trabalham em artigos novos.
Nota: Quem funciona como pronome relativo quando aponta para elementos citados, e é precedido de preposição.
  • Ele foi o wikipedista de quem mais se falou.

Pronome Interrogativo

Os pronomes interrogativos consistem em pronomes relativos (quem, que, qual quanto e variações) com referência à pessoas e coisas, e são utilizados em perguntas diretas ou indiretas.
  • Quem editou este artigo?
  • Que bloqueio, senhor administrador?
  • Que editaste?
  • Qual administrador editou?
  • Qual foi feito?
  • Quantos eram?
  • Quantos artigos editou?
Quem: Em linhas gerais faz referência indivíduos, e é um pronome substantivo.
Que: Em linhas gerais faz referência a indivíduos e coisas, ou indicador de seleção como no quarto exemplo, e é um pronome substantivo e adjetivo.
Qual: Em linhas gerais busca fazer uma diferenciação, selecionar, e é pronome adjetivo.
Nota: O que: é uma forma enfatizada de Que;
Nota: Quem também pode ser caracterizado como pronome relativo indefinido de uso absoluto.

Atenção!

O uso de classificação pronominal requer muita atenção, posto que alguns pronomes variam de classificação de acordo com sua posição na frase, como foi mostrado; e não obstante isto, MUITAS outras palavras, não citadas acima, tem valor pronominal quando empregadas em certos contextos. Há muitos erros comuns no que tange à classificação pronominal.
  • O pronome O, quando empregado sem valor demonstrativo, e antecedendo um substantivo explicito ou oculto, perde de imediato seu caráter de pronome, e é considerado artigo definido!
  • O, os, a, as que surgem atrelados a vários pronomes como os relativos, que surgem muitas vezes precedidos deles, são meras PREPOSIÇÕES, fora de tal situação em geral são artigos definidos!
  • Os pronomes indefinidos quantitativos podem ser frequentemente confundidos com adjuntos adverbiais.
Ele sabia muito sobre a wikipedia. (adjunto adverbial).
Muito já fiz. (pronome)
Numeral é uma palavra variável que indica a quantidade exata de seres ou a posição que o ser ocupa, podendo ser classificado como cardinal, ordinal, multiplicativo ou fracionário.
Numerais Cardinais
Os numerais cardinais são aqueles que utilizam os números naturais para a contagem de seres ou objetos, ou até designam a abstração das quantidades: os números em si mesmos (Exemplo: Dois mais dois são quatro), neste último caso valendo então, na realidade, por substantivos. Os numerais cardinais um, dois (e todos os números terminados por estas unidades), assim como as centenas contadas a partir de duzentos, são variáveis em gênero. Os numerais que indicam milhões, bilhões etc. são invariáveis em gênero.
Numerais Coletivos
Os numerais coletivos são aqueles que indicam uma quantidade específica de um conjunto de seres ou objetos. São termos variáveis em número e invariáveis em gênero.
Exemplos de numerais coletivos são: dúzia(s), milheiro(s), milhar(es), dezena(s), centena(s), par(es), década(s), grosa(s).
Numerais Fracionários
Os numerais fracionários são aqueles que indicam partes, frações, sendo concordantes com os numerais cardinais. Exemplo: Três quartos da superfície terrestre são cobertos de água.
Numerais Multiplicativos
Os numerais multiplicativos são aqueles que indicam uma quantidade equivalente a uma multiplicação (uma duplicação, uma triplicação etc.).
Exemplos: Às vezes, as palavras possuem duplo sentido; Arrecadou-se o triplo dos impostos relativos ao ano passado.
Numerais Ordinais
Os numerais ordinais são aqueles que indicam a ordenação ou a sucessão numérica de seres e objetos. Exemplos: Recebeu o seu primeiro presente agora mesmo.
Artigos são palavras que precedem aos substantivos (ou seja vem antes dos substantivos) para determiná-lo ou indeterminá-lo. Os artigos definidos (o, a, os, as),de modo geral, indicam seres determinados, conhecidos da pessoa que fala ou escreve.
  • Falei com o médico.
  • Já encontramos os livros perdidos.
Os artigos indefinidos (um, uma , uns, umas) indicam os seres de modo vago, impreciso.
  • Uma pessoa lhe telefonou.
  • Uns garotos faziam barulho na rua.
Os artigos definidos são declináveis, podendo se combinar com algumas preposições, formando os seguintes casos:
  • Genitivo: do, da, dos, das (preposição "de")
  • Locativo: no, na, nos, nas (preposição "em")
  • Dativo: ao, à, aos, às (preposição "a")
  • Ablativo: pelo, pela, pelos, pelas (preposição "por")
  • Comitativo (em desuso): co, coa, cos, coas (preposição "com")

Observações sobre alguns empregos dos artigos.

  • 1. O artigo definido, no singular, pode indicar toda a espécie:
·          
    • A águia enxerga das alturas.
    • O homem é mortal.
  • 2. É facultativo (opcional) o uso do artigo com os pronomes possessivos:
·          
    • Sua intenção era das melhores.
    • A 'sua intenção era das melhores.
  • 3. Os nomes próprios podem vir com artigo:
·          
    • Os Oliveiras vêm jantar conosco.
    • O Antônio é bom pedreiro.
  • 4. Muitos nomes próprios de lugares admitem o artigo, outros não:
  • a Bahia, o Amazonas, Santa Catarina, Goiás, os Andes.
  • 5. O artigo indefinido pode realçar (dar intensidade a) uma idéia:
Ele falava com uma segurança que impressionava a todos!
·          
    • Era uma euforia, uma festa, como jamais se viu!
  • 6. O indefinido pode, também, dar idéia de aproximação:
·          
    • Eu devia ter uns quinze anos, quando isso aconteceu.

  • 7. A palavra todo(a) pode variar do sentido, se vier ou não acompanhada de artigo:
·          
    • Toda a casa ficou alagada. (inteira, completa, total)
    • Toda casa deve ter segurança. (cada, qualquer)
  • 8. Com o numeral ambos (ambas) usa-se o artigo:
·          
    • Ambas as partes chegaram a um acordo. (ambas = as duas)

Não se emprega o artigo

  • 1. Com a palavra casa e terra não especificada:
    • Venho de casa.
    • Passei em casa. Não estavam em casa.
    • Vou para casa.
    • Os marinheiros permaneceram em terra.
Porém:
  • Venho da casa do meu amigo.
  • Estivemos na casa do meu amigo.
  • Estivemos na casa de parentes.
  • Estive na terra da minha avó.

  • 2. Depois do pronome relativo cujo não se usa artigo:
·          
    • Visitei um artista cujos quadros são famosos.
  • 3. Os provérbios em geral dispensam o artigo:
·          
    • Filho de peixe, peixinho é.
    • Tempo é dinheiro.
    • Casa de ferreiro, espeto de pau.
Verbo é o nome dado à classe gramatical que designa uma ocorrência ou situação. É uma das duas classes gramaticais nucleares do idioma, sendo a outra o substantivo. É o verbo que determina o tipo do predicado.

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Classificação

Os verbos admitem vários tipos de classificação, que englobam aspectos tanto semânticos quanto morfológicos. Podem ser divididos da seguinte forma:

Quanto à semântica

·         Verbos transitivos: Designam ações voluntárias, causadas por um ou mais indivíduos, e que afetam outro(s) indivíduo(s) ou alguma coisa, exigindo um ou mais objetos na ação. Podem ser transitivos diretos se precedem diretamente o objeto, ou indiretos, se exigem uma preposição antes do objeto. Exemplos: dar, fazer, vender, escrever, amar etc.
·         Verbos intransitivos: Designam ações voluntárias, causadas por um ou mais indivíduos, mas que não afetam outros indivíduos. Exemplos: andar, existir, nadar, voar etc.
·         Verbos de ligação: São os verbos que, em vez de ações, designam situações. Servem para ligar o sujeito ao predicativo. Exemplos: ser, estar, parecer, permanecer, continuar, andar, tornar-se, ficar, viver, virar etc.
·         Verbos impessoais: São verbos que designam ações involuntárias. Geralmente, mas nem sempre, designam fenômenos meteorológicos e, portanto, não têm sujeito nem objeto na oração. Exemplos: chover, anoitecer, nevar, haver (no sentido de existência) etc.

Quanto à conjugação

·         Verbos da primeira conjugação: São os verbos cuja vogal temática é a: molhar, cortar, relatar, etc.
·         Verbos da segunda conjugação: são os verbos cuja vogal temática é e: receber, conter, poder etc. O verbo anômalo pôr (único com o tema em o), com seus compostos, também é considerado da segunda conjugação devido à sua forma antiga (poer).
·         Verbos da terceira conjugação: são os verbos cuja vogal temática é i: sorrir, fugir, iludir,cair,colorir, etc..

Quanto à morfologia

·         Verbos regulares: Flexionam sempre de acordo com os paradigmas da conjugação a que pertencem. Exemplos: amar, vender, partir, etc.
·         Verbos irregulares: Sofrem algumas modificações em relação aos paradigmas da conjugação a que pertencem. Exemplos: resfolegar, caber, medir ("eu resfolgo", "eu caibo", "eu meço", e não "eu resfolego", "eu cabo", "eu medo").
·         Verbos anômalos: Verbos que não seguem os paradigmas da conjugação a que pertence, sendo que muitas vezes o radical é diferente em cada conjugação. Exemplos: ir, ser, ter ("eu vou", "ele foi"; "eu sou", "tu és", "ele tinha", "eu tivesse", e não "eu io", "ele iu", "eu sejo", "tu sês", "ele tia", "eu tesse"). O verbo "pôr" pertence à segunda conjugação e é anômalo a começar do próprio infinitivo.
·         Verbos defectivos: Verbos que não têm uma ou mais formas conjugadas. Exemplos: reaver, precaver - não existem as formas "reavejo", "precavenha", etc.
·         Verbos abundantes: Verbos que apresentam mais de uma forma de conjugação. Exemplos: encher - enchido, cheio; fixar - fixado, fixo.

Flexão

Ver artigo principal: Modos e tempos verbais
Ver artigo principal: Formas nominais do verbo
Os verbos têm as seguintes categorias de flexão:
·         Número: singular e plural.
·         Pessoa: primeira (transmissor), segunda (receptor), terceira (mensagem).
·         Modo: indicativo, conjuntivo ou subjuntivo, imperativo, alem das formas nominais (infinitivo, gerúndio e particípio).
·         Tempo: presente, pretérito perfeito, pretérito imperfeito, pretérito mais-que-perfeito, futuro do presente, futuro do pretérito.
·         Voz: ativa, passiva (analítica ou sintética), reflexiva.
Advérbio é a classe gramatical das palavras que modificam um verbo ou um adjetivo ou um outro advérbio. Raramente modificam um substantivo. É a palavra que indica as circunstâncias em que ocorre a ação verbal.
Não se flexionam em gênero e número, mas podem sofrer flexão de grau.
Uma locução adverbial ocorre quando duas ou mais palavras exercem função de advérbio. Locuções adverbiais são conjuntos de palavras, geralmente introduzidas por uma preposição, que exercem a função de advérbio: às pressas, à toa, às cegas, às escuras, às vezes, de quando em quando, de vez em quando, à direita, à esquerda, em vão, frente a frente, de repente, de maneira alguma, etc.

A função do adverbio é:
  • Morfologicamente: é invariável, ou seja, não apresenta flexão de gênero, numero modo, etc;
  • Semanticamente: expressa uma circunstancia como: lugar, tempo, modo, dúvida, afirmação, negação e intensidade;
  • Sintacticamente: modifica um verbo, um adjetivo, um outro advérbio ou toda uma afirmação expressa em uma frase.


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Classificação

A classificação dos advérbios é feita de acordo com a semântica. Podem ser distinguidas as seguintes categorias:
  • Advérbios sentenciais
·         de afirmação: sim, realmente, certamente, verdadeiramente, com certeza, de fato, efetivamente, deveras, etc.
·         de negação: Não, absolutamente,tampouco, de modo algum, de forma alguma, etc.
·         de dúvida: Talvez, possivelmente, provavelmente, hipoteticamente, quiçá, etc.
  • Advérbios temporais
·         de passado: ontem, anteontem, trás-anteontem, etc.
·         de presente: hoje, agora, atualmente, etc.
·         de futuro: amanhã, futuramente, posteriormente, etc.
·         de período: anualmente, semanalmente, mensalmente, eventualmente, sempre, etc.
  • Advérbios de lugar: aqui, lá, cá, aí, perto, longe, abaixo, acima, dentro, fora, além, adiante, em cima, ao lado, à direita, à esquerda, alures (= em algum lugar), alhures (= em outro lugar), nenhures (= em nenhum lugar), etc.
  • Advérbios de modo: rapidamente, belamente, tristemente, loucamente (a maioria terminada em "mente") etc.
  • Advérbios de intensidade: muito, pouco, bastante, suficiente, demais, assaz, menos, tão, de todo, etc.
As palavras nunca e jamais podem servir de advérbios temporais ou de negação, dependendo do contexto em que se inserem.

Flexão do advérbio

Apenas os advérbios de quantidade, de lugar e de modo são flexionados, sendo que os demais são todos invariáveis. A única flexão propriamente dita que existe na categoria dos advérbios é a de grau, a saber:
  • Superlativo: aumenta a intensidade. Exemplos: longe - longíssimo, pouco - pouquíssimo, inconstitucionalmente - inconstitucionalissimamente, etc.
  • Diminutivo: diminui a intensidade. Exemplos: perto - pertinho, pouco - pouquinho, devagar - devagarinho, etc.
Os advérbios "bem" e "mal" admitem ainda o grau comparativo de superioridade, respectivamente, "melhor" e "pior".
Existem também as formas analíticas de representar o grau, que não são flexionadas, mas sim, representadas por advérbios de intensidade como "mais", "muito", etc. Nesse caso, existe o grau comparativo (de igualdade, de superioridade, de inferioridade) e o grau superlativo (absoluto e relativo).

Observação

  • As palavras "muito", "pouco" e "tanto" não podem ser pronomes indefinidos, e além disso são invariáveis . A diferenciação é fácil: podendo variar em gênero ou plural, serão pronomes indefinidos; quando forem invariáveis, serão advérbios.
  • Não confundir advérbio interrogativo com pronome interrogativo. Usar mesma regra para diferenciação que a usada para as palavras "muito", "pouco" e "tanto".
exemplo:
Eu estou MUITO feliz.
Ele/ela está MUITO feliz.
Eles/elas estão MUITO felizes.
Nós estamos MUITO felizes.
Em todos os exemplos, o "muito" não muda no singular feminino a penas no masculino outros não muda no plural masculino só no feminino.
  • "Melhor" e "pior" não são as formas irregulares do grau comparativo dos advérbios "bem" e "mal". Porém, se estão juntos de adjetivos ou particípios, usam-se as formas "mais bem" e "mais mal". Exemplos:
    • Ele está melhor.
    • Ele está pior.
    • O seu trabalho está mais bem feito que o meu.
    • O seu trabalho está mais mal feito que o meu.
  • Quando na mesma frase há dois ou mais advérbios terminados em mente, o sufixo é colocado somente no último.
Ex. Ela fez tudo fria e cruelmente.
Certas palavras, apesar de apresentarem forma semelhante a advérbios, não se relacionam com nenhuma outra palavra da frase. São usadas para indicar que se está querendo realçar uma idéia, incluir ou excluir uma informação, introduzir uma explicação, corrigir algo que foi dito incorreta ou imprecisamente. Segundo Celso Cunha, convém "dizer apenas palavra ou locução denotativa" de afetividade, continuação, exclusão, inclusão, retificação, realce, explicação e designação.
Preposição é uma palavra invariável que liga dois elementos da oração, subordinando o segundo ao primeiro. Isso significa que a preposição é o termo que liga substantivo a substantivo, verbo a substantivo, substantivo a verbo, adjetivo a substantivo, advérbio a substantivo, etc. Só não pode ligar verbo a verbo: o termo que liga dois verbos (e suas orações) é a conjunção.
Exemplo: "Os alunos do colégio assistiram ao filme de Walter Salles comovidos", teremos como elementos da oração os alunos, o colégio, o verbo assistir, o filme, Walter Salles e a qualidade dos alunos comovidos. O restante é preposição. Observe: "do" liga "alunos" a "colégio", "ao" liga "assistiram" a "filme", "de" liga "filme" a "Walter Salles". Portanto são preposições. O termo que antecede a preposição é denominado regente e o termo que a sucede, regido. Portanto, em "Os alunos do colégio...", teremos: os alunos = elemento regente; o colégio = elemento regido.

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Tipos de preposição

As preposições são:
a,ante,até,após,com,contra,de,desde,em,para,perante,por,sem,sob,sobre,trás.

Essenciais

Aquelas que só funcionam como preposição, são elas:
a, ante, após, até, com, contra, de, desde, em, entre, perante, por, per, para, sem, sob, sobre, trás.
obs.: Na linguagem informal, a preposição para reduz-se freqüentemente à forma pra.

Acidentais

Aquelas que passaram a ser preposições, mas são provenientes de outras classes gramaticais, como: durante,afora,menos,salvo,conforme,exceto,como,que,etc... Exemplos: Agimos conforme a atitude deles. Conversamos muito durante a viagem. Obtiveram como resposta um bilhete. Ele terá que fazer o trabalho.

Locução prepositiva

As locuções prepositivas são duas ou mais palavras que funcionam solidariamente como preposições. Sempre que há uma locução prepositiva, a segunda palavra do conjunto por si só é uma preposição. Existe uma infinidade de locuções prepositivas, segue alguns exemplos: "graças a"; "para com"; "dentro de"; "em frente a"; "perto de"; "por entre"; "de acordo com"; "em vez de"; "apesar de"; "a respeito de"; "junto de"; "por cima de"; "em cima de"; acerca de; a fim de; apesar de; através de; de acordo com; em cima de; em vez de; junto de; para com; à procura de; à busca de; à distância de; além de; antes de; depois de; à maneira de; junto a; a par de; entre outras. As locuções prepositivas têm sempre como último componente uma preposição.

Contração

Junção de algumas preposições com outras palavras, quando a preposição sofre redução.
Ex. do (de + o); neste (em + este); à (a + a)
Obs.: Não se deve contrair a preposição "de" com o artigo que inicia o sujeito de um verbo, nem com o pronome "ele(s)", "ela(s)", quando estes funcionarem como sujeito de um verbo. Por exemplo, a frase "Isso não depende do professor querer" está errada, pois professor funciona como sujeito do verbo querer. Portanto a frase deve ser "Isso não depende de o professor querer" ou "Isso não depende de ele querer". ou as vezes quando os verbos que fazem referencia ao sujeito que terminem com ir ou ar no feminino pode ficar da seguinte maneira:isso nao depende da professora cantar

Combinação

Junção de algumas preposições com outras palavras, quando não há alteração fonética.
Ex: ao (a+o); aonde (a+onde).

Circunstâncias

As preposições podem indicar diversas circunstâncias:
  • Lugar = Estivemos em São Paulo.
  • Origem = Essas maçãs vieram do Japão.
  • Posse = Recebeu a herança do avô.
  • Matéria = Comprei roupas de lã.
  • Valor = Camisa de dez reais.
  • Autoria = Quadro de Leonardo da Vinci.
  • Tempo = Eu cheguei em ponto/ A favor da maioridade penal aos 16 anos. obs: o aos tem valor de : a partir de..
Conjunção, na gramática, é uma classe de palavras invariáveis que serve para conectar orações, estabelecendo entre elas uma relação de dependência ou de simples coordenação.
Alguns exemplos de conjunções são: portanto, logo, pois, como, mas, e, embora, porque, entretanto, nem, quando, ora, que, porém, todavia, quer, contudo, seja, conforme, etc.


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Classificação das conjunções

O estudo das conjunções é bastante amplo e foi portanto dividido de acordo com a sua classificação formal. Segue a lista dos tipos de conjunções:

Coordenativas

Classificam-se como
-Aditivas: idéia de adição, soma: e, nem, mas também, como (depois de não só), como ou quanto (depois de tanto) etc.
-Adversativas: exprimem oposição, contraste, compensação: mas, porém, todavia, contudo, entretanto, no entanto, não obstante etc.
-Alternativas: exprimem alternativa, alternância, escolha: ou, ou ... ou, ora ... ora, já ... já, quer ... quer, seja ... seja, etc.
-Explicativas: exprimem explicação, razão, motivo: que, porque, porquanto, pois (anteposta ao verbo). (Gramática - Teoria e Exercícios - Paschoalin & Spadoto)
-Conclusivas: indicam conclusão: pois(posposto ao verbo), logo, portanto, então.

Subordinativas

Ligam orações dependentes a uma oração principal cujo sentido é incompleto.
Serve para introduzir uma oração que funciona como sujeito, objeto direto, objeto indireto, predicativo, complemento nominal ou aposto de outra oração.

Integrantes

São duas: que e se. Quando o verbo exprime uma certeza, usa-se que; quando incerteza, se:
Afirmo que sou estudante.
Não sei se existe ou se dói.
Espero que você não demore.
OBS: Uma forma de identificar quando o "se" e o "que" são conjunção integrante ,podemos substitui-los por "isso", "isto" e "aquilo". Exemplo:
Afirmo que sou estudante. (Afirmo isto.)
Não sei se existe ou se dói. (Não sei isto.)
Espero que você não demore. (Espero isto.)

Adverbiais

As adverbiais podem ser classificadas de acordo com o valor semântico que possuem. Assim podem ser:

Conjunção causal

porque, pois, por quanto, como, pois que, por isso que, já que, uma vez que, visto que, visto como, que, entre outros.
Inicia uma oração subordinada denotadora de causa.
Dona Luísa fora para lá porque estava só.
Como o calor estivesse forte, pusemo-nos a andar pelo Passeio Público.
Como o frio era grande, aproximou-se das labaredas.

Conjunção comparativa

que, (mais/menos/maior/menor/melhor/pior) do que, (tal) qual, (tanto) quanto, como, assim como, bem como, como se, que nem (dependendo da frase, pode expressar semelhança ou grau de superioridade), etc.
Iniciam uma oração que contém o segundo membro de uma comparação. Indica COMPARAÇÃO entre dois membros.
Era mais alta que baixa.
Nesse instante, Pedro se levantou como se tivesse levado uma chicotada.
O menino está tão confuso quanto o irmão.
O bigode do seu Leocádio era amarelo, espesso e arrepiado que nem vassoura usada.

Conjunção concessiva

embora, conquanto, ainda que, mesmo que, posto que, bem que, se bem que, apesar de que, nem que,em que, que,e, etc.
Inicia uma oração subordinada em que se admite um fato contrário à ação proposta pela oração principal, mas incapaz de impedi-la.
Pouco demorei, conquanto muitos fossem os agrados.
É todo graça, embora as pernas não ajudem ..

Conjunção condicional

se, caso, quando, contanto que, salvo se, sem que, dado que, desde que, a menos que, a não ser que, etc.
Iniciam uma oração subordinada em que se indica uma hipótese ou uma condição necessária para que seja realizado ou não o fato principal.
Seria mais poeta, se fosse menos político.
Consultava-se, receosa de revelar sua comoção, caso se levantasse.

Conjunção conformativa

conforme, como, segundo, consoante, etc.
Inicia uma oração subordinada em que se exprime a conformidade de um pensamento com o da oração principal.
Cristo nasceu para todos, cada qual como o merece.
Tal foi a conclusão de Aires, segundo se lê no Memorial. (Machado de Assis)

Conjunção consecutiva

que (combinada com uma das palavras tal, tanto, tão ou tamanho, presentes ou latentes na oração anterior), de forma que, de maneira que, de modo que, de sorte que
Iniciam uma oração na qual se indica a conseqüência do que foi declarado na anterior.
Soube que tivera uma emoção tão grande que Deus quase a levou.
Falou tanto na reunião que ficou rouco
A aluna estudou e aprendeu.

Conjunção explicativa

porque, porquanto, que, pois, etc.
Iniciam uma oração coordenada que explica um fato anterior.
Reza, que Deus ajuda.

Conjunção final

para que, a fim de que, porque [= para que], que
Iniciam uma oração subordinada que indica a finalidade da oração principal
Aqui vai o livro para que o leia.
Fiz-lhe sinal que se calasse.
Chegue mais cedo a fim de que possamos conversar.

Conjunção proporcional

à medida que, ao passo que, à proporção que, enquanto, quanto mais ... (mais), quanto mais (tanto mais), quanto mais ... (menos), quanto mais ... (tanto menos), quanto menos ... (menos), quanto menos ... (tanto menos), quanto menos ... (mais), quanto menos ... (tanto mais)
Iniciam uma oração subordinada em que se menciona um fato realizado ou para realizar-se simultaneamente com o da oração principal.
Ao passo que nos elevávamos, elevava-se igualmente o dia nos ares.
Tudo isso vou escrevendo enquanto entramos no Ano Novo.
O preço da carne aumenta à proporção que esse alimento falta no mercado.

Conjunção temporal

quando, antes que, depois que, até que, logo que, sempre que, assim que, desde que, todas as vezes que, cada vez que, apenas, mal, que [= desde que], etc.
Iniciam uma oração subordinada indicadora de circunstância de tempo
Custas a vir e, quando vens, não te demoras.
Implicou comigo assim que me viu.

Observações gerais

Uma conjunção é na maioria das vezes precedida ou sucedida por uma vírgula (",") e muito raramente é sucedida por um ponto ("."). Seguem alguns exemplos de frases com as conjunções marcadas em negrito:
"Aquele é um bom aluno, portanto deverá ser aprovado."
"Meu pai ora me trata bem, ora me trata mal."
"Gosto de comer chocolate, mas sei que me faz mal."
"Marcelo pediu que trouxéssemos bebidas para a festa."
"João subiu e desceu a escada."
Quando a banda deu seu acorde final, os organizadores deram início aos jogos.
Em geral, cada categoria tem uma conjunção típica. Assim é que, para classificar uma conjunção ou locução conjuntiva, é preciso que ela seja substituível, sem mudar o sentido do período, pela conjunção típica. Por exemplo, o "que" somente será conjunção coordenativa aditiva, se for substituível pela conjunção típica "e".
Veja o exemplo:
"Dize-me com quem andas, que eu te direi quem és."
"Dize-me com quem andas, e eu te direi quem és."
As conjunções alternativas caracterizam-se pela repetição, exceto "ou", cujo primeiro elemento pode ficar subentendido.
As adversativas, exceto "mas", podem aparecer deslocadas. Neste caso, a substituição pelo tipo (conjunção típica) só é possível se forem devolvidas ao início da oração.
A diferença entre as conjunções coordenativas explicativas e as subordinativas causais é o verbo: se este estiver no imperativo, a conjunção será coordenativa explicativa: "Fecha a janela, porque faz frio."
O "que" e o "se" serão integrantes se a oração por eles iniciada responder à pergunta "Qual é a coisa que…?", formulada com o verbo da oração anterior. Veja o exemplo:
Não sei se morre de amor. (Qual é a coisa que não sei? Se se morre de amor.)
O uso da conjunção "pois" pode a ser classificada em:
-Explicativa, quando a preposição estiver antes do verbo;
-Conclusiva, quando a preposição estiver depois do verbo;
-Causal, quando a preposição puder ser substituida por "uma vez que".

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