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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Regionalismo - NORDESTINIDADE

CÁTAROS

Catarismo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Expulsão dos Cátaros de Carcassonne, em 1209.

O catarismo (do grego καϑαρός katharós, "puro") foi um movimento cristão, considerado herético pela Igreja Católica que manifestou-se no sul da França e no norte da Itália do final do século XI até meados do séculos XIV. Suas ideias tem fortes paralelos com o gnosticismo do início da era cristã. Os historiadores indicam sua formação a partir da expansão das crenças dos bogomilos (Reino dos Búlgaros) e dos paulicianos (Oriente Médio).

Os sacerdotes cátaros, que denominavam-se "bons cristãos" ou "bons homens" e "boas mulheres", levavam vidas simples e castas. Desprovidos de quaisquer posses materiais, buscavam afastar-se ao máximo do mundo, que consideravam corrupto. Eram considerados bons homens a partir do momento em que recebiam o consolamentum, um rito que representava de maneira simbólica sua morte com relação ao mundo. Os crentes (croyants) eram simpatizantes da doutrina cátara e somente recebiam o consolamentum nos momentos que antecediam sua morte. Os altos sacerdotes cátaros eram denominados perfeitos. Os bons homens caminhavam entre o povo, sempre dois a dois, pregando e também auxiliando a população em suas necessidades. Devotavam-se especialmente a tratar os enfermos, pois possuíam conhecimentos medicinais, inclusive sobre o poder curativo das ervas. Seu modo de vida lhes rendeu a admiração da população e o apoio dos nobres locais.

Devido à força do movimento e sua rápida expansão, o catarismo foi visto, pela Igreja Católica da época, como uma perigosa heresia. A perseguição iniciou-se por uma tentativa fracassada de reconversão da população local. Posteriormente, foram instalados tribunais de inquisição. Nessa época, a convivência local entre católicos e cátaros era boa: existem poucos relatos históricos de conflitos e há até mesmo diversos relatos de acobertamento de cátaros por católicos. Como todas as tentativas anteriores haviam falhado, a igreja católica implementou a conhecida cruzada contra os albigenses (referência aos cátaros habitantes da cidade de Albi e, por extensão, a todos os cátaros do sul da França). Essa foi a primeira cruzada a combater pessoas que se autodenominavam cristãs. A cruzada foi apoiada pela coroa da França, que desejava eliminar a forte nobreza local e conquistar um domínio mais direto na região. Essa violenta cruzada marcou o fim do movimento cátaro.

Índice

[esconder]

[editar] Ensinamentos do Catarismo

A doutrina cátara preconiza:

1) Um dualismo gnóstico, no qual o verdadeiro Deus distingue-se absolutamente do criador do mundo físico.

2) Neste mundo de corrupção e trevas, as centelhas de luz pertencentes ao verdadeiro reino divino estão perdidas, exiladas neste mundo, e precisam ser resgatadas.

3) Os sacerdotes devem afastar-se completamente da corrupção do mundo para levarem vidas muito simples e castas. Devem abster-se da alimentação carnívora, de atividades sexuais, evitar qualquer forma de violência e não podem possuir nenhum bem material.

[editar] Cosmologia

Para os cátaros, todas as criaturas e o mundo criado estão imersos em uma guerra eterna entre dois princípios irreconciliáveis: a luz – ou seja, o Espírito – e a escuridão, ou matéria. O verdadeiro Deus é visto como o criador do reino divino. Já nosso mundo material, repleto de miséria e corrupção, não pode ser uma criação do verdadeiro Deus. Portanto, só pode ter sido criado por um Deus mundano, que em certas ocasiões se associa com Satã. Ao mesmo tempo, os cátaros acreditam que há partículas do reino de Deus perdidas neste mundo, e que elas precisam ser resgatadas.

[editar] Salvação

É com o intuito de resgatar as centelhas divinas aprisionadas no mundo e nos homens que se organiza na terra a verdadeira igreja de Cristo, a igreja cátara. Para isso, os cátaros precisam afastar-se, tanto quanto possível, deste mundo e de seus atributos, esforçando-se para se contaminar o mínimo possível com eles. Enquanto isso, a vontade de Deus se cumpre. Com o rito do consolamentum, o cátaro é desligado do mundo e se liberta de sua influência nefasta. A partir de então, ele está livre para seguir o caminho das estrelas, o caminho de retorno ao reino divino.

[editar] Os Cátaros e o Santo Graal

Há uma famosa lenda que afirma que o Santo Graal (supostamente, o cálice onde Jesus teria bebido vinho na Santa ceia) teria sido possuído pelos cátaros. Durante o cerco a Montségur, o castelo que era considerado o foco central do catarismo, alguns cátaros teriam fugido durante a noite, descendo furtivamente a montanha onde o castelo estava encravado, levando consigo o precioso cálice, para escondê-lo em um lugar seguro, onde ele residiria até os dias de hoje.

[editar] Visão da Igreja Católica

A Igreja Católica considera o catarismo um movimento herético, dualista, com fortes influências maniqueístas.

[editar] Visão Histórica

Recentemente, os historiadores, através da descoberta de textos originais Cátaros tem modificado profundamente a visão científica sobre o movimento. Anteriormente, somente a palavra dos opositores dava testemunho sobre ele. Espera-se que em breve esta nova literatura torne-se disponível em língua portuguesa.

[editar] A cruzada Cátara

A resistência às sucessivas tentativas de reconversão da população local provocou a organização da Cruzada albigense. Iniciada em 1209, a cruzada durou cerca de 35 anos. Foi comandada por Simon de Montfort sob ordem do Papa Inocêncio III. Seus enviados estampavam uma cruz em suas túnicas e tinham como meta a absolvição de todos os pecados, a remissão dos castigos, um lugar a salvo no céu e, como recompensa material, o produto de todos os saques.

Luís VIII de França também participou da Cruzada. Iniciada com a invasão de Languedoc, ela só teve fim após diversas batalhas (onde se destacam a de Muret, em 1213, e a de Toulouse, em 1218) logo após o Tratado de Meaux (1229), já sob o reinado de Branca de Castela. Na verdade, porém, Montségur permaneceu até 1244 como um dos últimos pontos de resistência. O último reduto cátaro, a cidade de Quéribus, foi tomada em 1256. A morte do “último cátaro” aconteceu bem mais tarde, em 1321, perseguido pela Inquisição liderada por Jacques Fournier em Pamiers. Mais tarde, Jacques Fournier foi instalado como papa Bento XII e procedeu à construção do Palácio de Avignon, onde se estabeleceu o papado.

[editar] Bibliografia

  • O'SHEA, Stephen. A Heresia Perfeita. Editora Record. 2003.
  • LUCIENNE, Julien. Cátaros e Catarismo. 1990. (no original, "Cathares et Catharisme").
  • GADAL, Antonin. No Caminho do Santo Graal. Editora Rosacruz, 2004
  • MACEDO, José Rivair. Heresia, Cruzada e Inquisição na França medieval. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2000.
  • BARROS, Maria Nazareth Alvim de. "Deus reconhecerá os seus - a história secreta dos cátaros". Editora Rocco. 2007. 254 p.
  • LADURIE, Emmanuel Le Roy. "Montaillou: cátaros e católicos numa aldeia francesa – 1294-1324. " Lisboa: Edições 70. 2008.
  • LIMA, Linda Joene Carvalho Granjense. "LAÇOS DE SANGUE, LAÇOS DE FÉ, RELAÇÕES FAMILIARES E SOLIDARIEDADE NO CATARISMO DO SÉCULO XIII" Dissertação (Mestrado). Universidade de Brasília. 1998.

[editar] Ver também

[editar] Ligações externas

Occitânia - O REINO ESQUECIDO






Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Uma versão da bandeira frequentemente usada por ativistas occitanos.
Mapa da Occitânia

A Occitânia é uma da nações sem Estado da Europa, que compreende as regiões históricas da Provença, o Limousin, o Auvergne, a Gasconha, o Languedoc e o Delfinado. Ao diassistema linguístico-cultural do occitano também são incluídos alguns vales alpinos na Itália e o Vale de Aran (na Catalunha).

[editar] Língua da Occitânia

Embora a língua natural do país seja o occitano (fragmentado em meia dúzia de dialetos diferentes), estima-se que apenas 4 milhões de occitanos (16% da população) tenham este idioma como materno.

A progressiva substituição do occitano pelo francês começou no século XVIII e continua na actualidade, já que as crianças da Occitânia não podem ser escolarizadas nesta língua. Contudo, existe uma rede de escolas associativas, as calandretas, que seguem um modelo similar ao das ikastolak bascas ou os diwan bretões.

Ver tambémJustificar

quarta-feira, 29 de junho de 2011

LEDO IVO

Minha pátria não é a língua portuguesa.
Nenhuma língua é a pátria.
Minha pátria é a terra mole e peganhenta onde nasci
e o vento que sopra em Maceió.
São os caranguejos que correm na lama dos mangues
e o oceano cujas ondas continuam molhando os meus pés quando
[sonho.
Minha pátria são os morcegos suspensos no forro das igrejas
[carcomidas,
os loucos que dançam ao entardecer no hospício junto ao mar,
e o céu encurvado pelas constelações.
Minha pátria são os apitos dos navios
e o farol no alto da colina.
Minha pátria é a mão do mendigo na manhã radiosa.
São os estaleiros apodrecidos
e os cemitérios marinhos onde os meus ancestrais tuberculosos
[e impaludados não param de
[tossir e tremer nas noites frias
e o cheiro de açúcar nos armazéns portuários
e as tainhas que se debatem nas redes dos pescadores
e as résteas de cebola enrodilhadas na treva
e a chuva que cai sobre os currais de peixe.
A língua de que me utilizo não é e nunca foi a minha pátria.
Nenhuma língua enganosa é a pátria.
Ela serve apenas para que eu celebre a minha grande e pobre pátria
[muda,
minha pátria disentérica e desdentada, sem gramática e sem dicionário,
minha pátria sem língua e sem palavras.

(...)




terça-feira, 28 de junho de 2011

Quando Assim - Núria Mallena

Quando eu era espera,
Nada era, nem chovia, nem fazia;
Só senti que a calma, não acalma
Quando só há solidão.
Quando eu era estrela
Era inteira na mentira que eu dizia
Ser o que não era,
Convencia, dentro da minha ilusão

Quando eu fui nada,
Faltou nada, tudo pronto pra escrever

Eu não sabia buscar,
Foi quando apareceu,
O que eu quis inventar,
Pra preencher o meu mundo particular,
No peito que era seu
No seu mundo não há
Mais nada que não eu,
Já sei dizer que o amor pode acordar.

Eu não sabia buscar,
Foi quando apareceu,
O que eu quis inventar,
Pra preencher o meu mundo particular,
No peito que era seu
No seu mundo não há
Mais nada que não eu,
Já sei dizer que o amor pode acordar.

O Dia Que Não Terminou - Detonautas



Composição: Tico Santa Cruz

Me sinto tão estranho aqui
Que mal posso me mexer, irmão
No meio dessa confusão
Não consigo encontrar ninguém

Onde foi que você se meteu, então?
Tô tentando te encontrar
Tô tentando me entender
As coisas são assim

[ Refrão ]

Meus olhos grandes de medo
Revelam a solução, a solução
Meu coração tem segredos
Que movem a solidão, a solidão

Me sinto tão estranho aqui
Diferente de você, irmão
A sua forma e distorção
Não pareço com ninguém, sei lá

Pois eu sei que nós temos o mesmo destino então
Tô tentando me encontrar
Tô tentando me entender
Por que tá tudo assim?

Refrão

Quem de nós vai insistir e não
Se entregar sem resistir então
Já não há mais pronde ir
Se entregar à solidão e não

E-MAIL ERRADO

Um casal decide passar férias numa praia do Caribe, no mesmo hotel onde passaram a lua-de-mel 20 anos atrás. Por problemas de trabalho, a mulher não pôde viajar com seu marido, deixando para ir uns dias depois.

Quando o homem chegou no hotel e foi para seu quarto, viu que havia um computador com acesso � internet. Então decidiu enviar um e-mail a sua mulher, mas errou uma letra sem se dar conta e o enviou a outro endereço.

O e-mail foi recebido por uma viúva que acabara de chegar do enterro do seu marido e que ao conferir seus e-mails desmaiou instantaneamente. O filho, ao entrar em casa, encontrou sua mãe desmaiada, perto do computador, em cuja tela podia se ler:

- Querida esposa cheguei bem. Provavelmente se surpreenda em receber notícias minhas por e-mail, mas agora tem computador aqui e pode-se enviar mensagens � s pessoas queridas. Acabo de chegar e já me certifiquei que está tudo preparado para você chegar na sexta que vem. Tenho muita vontade
te ver e espero que sua viagem seja tão tranqüila como está sendo a minha.

OBS: Não traga muita roupa, porque aqui faz um calor infernal !
(Cássio M)

QUINO - GERAÇÕES FUTURAS SEM FUTURO - PENA

Quino, o cartunista argentino autor da Mafalda, desiludido com o rumo deste século no que diz respeito a valores e educação, deixou impresso no cartoon o seu sentimento:













A genialidade do artista faz uma das melhores críticas sobre a criação de filhos (e educação) nos tempos atuais.





Antes de imprimir, pense em sua responsabilidade e compromisso com o meio ambiente!

HUMOR

O PAPA E O NEGÃO

O papa chegou ao Brasil em missão não oficial e trouxe um motorista negão.
Ele tinha um compromisso e estava atrasado, o motorista não passava de 80 km/h, a toda hora o papa falava pro negão andar mais rápido e nada... ele continuava nos 80 km/h.
Aí o papa disse:
- Deixe que eu mesmo irei dirigindo.
E foi..
O negão ficou no banco de trás e o próprio papa foi levando o carro a 140km/h.
Foi quando um guarda rodoviário mandou o papa parar, quando viu Quem era, resolveu passar um rádio pro chefe dizendo:
- Chefe peguei um cara importante voando na Dutra, o que que eu faço???!!!
- Quem é.... um deputado? perguntou o chefe.
- Não chefe é mais importante.
- É um senador?
- Não chefe é mais importante ainda.
- Então é um governador de estado!
- Que nada chefe é mais importante ainda...
- Então só pode ser o próprio presidente!!!
- É mais importante que o próprio presidente, chefe...
- PUXA, nesse caso então só pode ser o papa!!!
- Que nada chefe. O papa é apenas o motorista dele. É São Benedito... em pessoa!!

sábado, 25 de junho de 2011

"SOMBRA AZUL... NUNCA É DEMAIS"

Progressão do Magistério CREDE - 19

Domingo, 19 de junho de 2011

PORTARIA Nº452/2011 DE 14 DE JUNHO DE 2011
Ascensão do Magistério Professores da CREDE- 19

1479 22100115935510 MARIA CELESTE BRAGA SALES PINHEIRO K044 Professor Especializado 21 K044 Professor Especializado 22 104397705 19

domingo, 19 de junho de 2011

REGIONALISMO - Jessier Quirino - Paisagem do interior



Paisagem de interior

Jessier Quirino


Matuto no mêi da pista
menino chorando nu
rolo de fumo e beiju
colchão de palha listrado
um par de bêbo agarrado
preto véio rezador
jumento jipe e trator
lençol voando estendido
isso é cagado e cuspido
paisagem de interior.


Três moleque fedorento
morcegando um caminhão
chapéu de couro e gibão
bodega com surtimento
poeira no pé de vento
tabulêro de cocada
banguela dando risada
das prosa do cantador
buchuda sentindo dor
com o filho quase parido
isso é cagado e cuspido
paisagem de interior.


Bêbo lascando a canela
escorregando na fruta
num batente, uma matuta
areando uma panela
cachorro numa cadela
se livrando das pedrada
ciscador corda e enxada
na mão do agricultor
no jardim, um beija-flor
num pé de planta florido
isso é cagado e cuspido
paisagem de interior.


Mastruz e erva-cidreira
debaixo dum jatobá
menino querendo olhar
as calça da lavadeira
um chiado de porteira
um fole de oito baixo
pitomba boa no cacho
um canário cantador
caminhão de eleitor
com os voto tudo vendido
isso é cagado e cuspido
paisagem de interior.


Um motorista cangueiro
um jipe chêi de batata
um balai de alpercata
porca gorda no chiqueiro
um camelô trambiqueiro
avelós e lagartixa
bode véio de barbicha
bisaco de caçador
um vaqueiro aboiador
bodegueiro adormecido
isso é cagado e cuspido
paisagem de interior.


Meninas na cirandinha
um pula corda e um toca
varredeira na fofoca
uma saca de farinha
cacarejo de galinha
novena no mês de maio
vira-lata e papagaio
carroça de amolador
fachada de toda cor
um bruguelim desnutrido
isso é cagado e cuspido
paisagem de interior.


Uma jumenta viçando
jumento correndo atrás
um candeeiro de gás
véi na cadeira bufando
radio de pilha tocando
um choriço, um manguzá
um galho de trapiá
carregado de fulô
fogareiro abanador
um matador destemido
isso é cagado e cuspido
paisagem de interior.


Um soldador de panela
debaixo da gameleira
sovaqueira, balinheira
uma maleta amarela
rapariga na janela
casa de taipa e latada
nuvilha dando mijada
na calçada do doutor
toalha no aquarador
um terreiro bem varrido
isso é cagado e cuspido
paisagem de interior.


Um forró de pé de serra
fogueira milho e balão
um tum-tum-tum de pilão
um cabritinho que berra
uma manteiga da terra
zoada no mêi da feira
facada na gafieira
matuto respeitador
padre, prefeito e doutor
os home mais entendido
isso é cagado e cuspido
paisagem de interior.


Jessier Quirino é paraibano de Campina Grande, arquiteto por profissão, poeta por vocação, vive atualmente em Itabaiana. É o autor dos livros "Paisagem de Interior", "A Miudinha", "O Chapéu Mau", "O Lobinho Vermelho" e "Agruras da Lata D'Água", além de cordéis, causos, musicas e outros escritos. O crítico do Jornal do Commércio - Recife fez o seguinte comentário, quando do lançamento de seu último livro:

"A poesia matuta já é um estilo consagrado da literatura brasileira. Nomes como Patativa do Assaré, Catulo da Paixão Cearense e Zé da Luz são conhecidos em todo o país como os principais representantes do gênero. Um pouco menos famoso que os três, mas podendo ser considerado tão importante quanto, é Jessier Quirino, poeta paraibano que vem se destacando por seu estilo humorístico."

Rosali Bragança: muito obrigado pela indicação.

sábado, 18 de junho de 2011

“PAI, COMEÇA O COMEÇO!”


Quando eu era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia: - “pai, começa o começo!”. O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos. Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim. Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito.

Meu pai faleceu há muito tempo (e há anos, muitos, aliás) não sou mais criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, “começar o começo” de tantas cascas duras que encontro pelo caminho. Hoje, minhas “tangerinas” são outras. Preciso “descascar” as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar, o esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes, ou então, o enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes, dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.

Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis......

Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo papai quando lhe pedia para “começar o começo” era o que me dava a certeza que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta. O carinho e a atenção que eu recebia do meu pai me levaram a pedir ajuda a Deus, meu Pai do Céu, que nunca morre e sempre está ao meu lado. Meu pai terreno me ensinou que Deus, o Pai do Céu, é eterno e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.

Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir a Deus:

“Pai, começa o começo!”. Ele não só “começará o começo”, mas resolverá toda a situação para você.

Não sei que tipo de dificuldade eu e você estamos enfrentando ou encontraremos pela frente. Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: “Pai, começa o começo!”.

terça-feira, 14 de junho de 2011

DERIVAÇÃO

Por Araújo, A. Ana Paula de
Algumas palavras da língua portuguesa sofrem um processo de derivação. Esse processo consiste na alteração de uma palavra primitiva através da junção ou subtração de itens, com o objetivo de formar uma nova palavra.

Vejamos quais os tipos de derivação que temos:

Derivação prefixal (prefixo + palavra primitiva)

Acontece a derivação prefixal quando formamos uma palavra através da soma de uma palavra primitiva (ou seu radical) com um prefixo.

Exemplos:

a + normal = anormal

tri + ângulo = triângulo
di + sílaba = dissílaba

des + obediência = desobediência
contra + pôr = contrapor

Derivação Sufixal (palavra primitiva + sufixo)

Neste caso a palavra é formada através da soma de uma palavra primitiva com o seu sufixo.

Exemplos:

último + mente = ultimamente

jornal + eiro = jornaleiro

chuva + oso = chuvoso
casa + eiro = caseiro

Derivação Prefixal e Sufixal (prefixo + palavra primitiva + sufixo)

Processo de formação de palavras em que um prefixo e um sufixo são acrescentados à palavra de maneira independente.

Exemplo:

deslealmente (des- prefixo e -mente sufixo).

OBS: nesse processo, mesmo com a ausência do prefixo ou do sufixo forma-se ainda uma palavra da língua portuguesa. (lealmente/desleal)

Derivação Parassintética (prefixo + palavra primitiva + sufixo)

Neste caso, para que a palavra possa ser formada é necessário acrescentar um prefixo e um sufixo. Somente com a presença de um dos dois a palavra não será formada.

Exemplo:

en + gaiola + ar = engaiolar
a + manh(ã) + ecer = amanhecer

Derivação Regressiva (A palavra primitiva reduz-se ao formar a palavra derivada)

cortar > corte
errar > erro
recuar > recuo

debater > debate

Derivação Imprópria (Mudança gramatical nas palavras sem alteração da forma)

pereira – Pereira (nome próprio)
Porto – porto (vinho)

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Eduardo e Mônica - O filme




Composição: Renato Russo

Quem um dia irá dizer
Que não existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?

Eduardo abriu os olhos, mas não quis se levantar
Ficou deitado e viu que horas eram
Enquanto Mônica tomava um conhaque
No outro canto da cidade, como eles disseram...

Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer
E conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer...
Um carinha do cursinho do Eduardo que disse:
"Tem uma festa legal, e a gente quer se divertir"

Festa estranha, com gente esquisita
"Eu não 'to' legal, não agüento mais birita"
E a Mônica riu, e quis saber um pouco mais
Sobre o boyzinho que tentava impressionar
E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa
"É quase duas, eu vou me ferrar..."

Eduardo e Mônica trocaram telefone
Depois telefonaram e decidiram se encontrar
O Eduardo sugeriu uma lanchonete,
Mas a Mônica queria ver o filme do Godard

Se encontraram então no parque da cidade
A Mônica de moto e o Eduardo de camêlo
O Eduardo achou estranho, e melhor não comentar
Mas a menina tinha tinta no cabelo

Eduardo e Mônica era nada parecidos
Ela era de Leão e ele tinha dezesseis
Ela fazia Medicina e falava alemão
E ele ainda nas aulinhas de inglês

Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus
De Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud
E o Eduardo gostava de novela
E jogava futebol-de-botão com seu avô

Ela falava coisas sobre o Planalto Central
Também magia e meditação
E o Eduardo ainda tava no esquema "escola, cinema
clube, televisão".

E mesmo com tudo diferente, veio mesmo, de repente
Uma vontade de se ver
E os dois se encontravam todo dia
E a vontade crescia, como tinha de ser...

Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia
Teatro, artesanato, e foram viajar
A Mônica explicava pro Eduardo
Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar...

Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer
E decidiu trabalhar
E ela se formou no mesmo mês
Que ele passou no vestibular

E os dois comemoraram juntos
E também brigaram juntos, muitas vezes depois
E todo mundo diz que ele completa ela
E vice-versa, que nem feijão com arroz

Construíram uma casa há uns dois anos atrás
Mais ou menos quando os gêmeos vieram
Batalharam grana, seguraram legal
A barra mais pesada que tiveram

Eduardo e Mônica voltaram pra Brasília
E a nossa amizade dá saudade no verão
Só que nessas férias, não vão viajar
Porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação
Ah! Ahan!

E quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

EXERCITE!!! FONÉTICA

EXERCÍCIO-TESTE DE FONÉTICA

FAÇA AS DEVIDAS CORRESPONDÊNCIAS

01.DITONGO ORAL CRESCENTE
02.DITONGO ORAL DECRESCENTE
03.DITONGO NASAL CRESCENTE
04.DITONGO NASAL DECRESCENTE
05.TRITONGO ORAL
06.TRITONGO NASAL
07.HIATO
08.ENCONTRO CONSONANTAL PERFEITO
09.ENCONTRO CONSONANTAL IMPERFEITO
10.DÍGRAFO CONSONANTAL
11.DÍGRAFO VOCÁLICO
12.DÍFONO
13.SEM RESPOSTA
OBS: SEPARE AS SÍLABAS E FAÇA A TRANSCRIÇÃO FONÉTICA (CORRETA) QUANDO FOR NECESSÁRIO.

Ø CAI
Ø C
Ø MAU
Ø MAL
Ø MEU
Ø MEL
Ø VIU
Ø VIL
Ø VOU
Ø FIAR
Ø FIE
Ø TIO
Ø SUAR
Ø SUE
Ø SUOR
Ø MÃE
Ø PÃO
Ø PÕE
Ø CAMPO
Ø CAMPO
Ø TEMPLO
Ø BEM
Ø CAPIM
Ø BOM
Ø TUMBA
Ø TUMBA
Ø CANTA
Ø CANTA
Ø MENTA
Ø MENTA
Ø TINTA
Ø TINTA
Ø TONTA
Ø TONTA
Ø SUNGA
Ø SUNGA
Ø QUAIS
Ø QUAL
Ø QUERO
Ø SAGUÃO
Ø GUETO
Ø MINGUAM
Ø CÁRIE
Ø VARIOU
Ø VARIOU
Ø MECHA
Ø HEXA
Ø NASCE
Ø EXCETO
Ø COOPERAR

TRANSCRIÇÃO FONÉTICA - O QUE INTERESSA É A PRONÚNCIA PARA CLASSIFICAR A PALAVRA

DICAS:

1. FONEMA X LETRA - A LETRA NEM SEMPRE CORRESPONDE AO SOM, O SOM NEM SEMPRE CORRESPONDE À LETRA.


2. NA DÚVIDA, SEMPRE SEPARE AS SÍLABAS

3. NA DÚVIDA SEMPRE FAÇA A TRANSCRIÇÃO FONÉTICA


A Fonética é o ramo da Linguística que estuda a natureza física da produção e da percepção dos sons da fala humana. Preocupa-se com a parte significante do signo linguístico e não com o seu conteúdo[1]. Segundo Borba[1], subdivide-se em:
  • Fonética articulatória: estuda como os sons são produzidos, isto é, a posição e a função de cada um dos órgãos do aparelho fonador (língua, lábios, etc.);
  • Fonética acústica: analisa as características físicas dos sons da fala, ou seja, as ondas mecânicas produzidas e a sua percepção auditiva;


A unidade básica de estudo para a Fonética é o fone. A fala humana é capaz de produzir inúmeros fones. A forma mais comum de representar os fones pelos linguistas é através do Alfabeto Fonético Internacional (AFI), desenhado pela Associação Internacional de Fonética (I.P.A.).

Alguns fones são auditivamente próximos entre si a ponto de se tornarem indistinguíveis. Por exemplo, o som de "rr" em alguns dialetos do português do Brasil é realizado foneticamente pela consoante fricativa velar surda (x no AFI). Entretanto, essa pode ser substituída pela consoante fricativa glotal surda (h no AFI) que a palavra que nela estiver continuará a ser reconhecida. A esse fenômeno, dá-se em fonologia o nome de alofonia. Assim, [x] e [h] são alofones do "erre" forte em português brasileiro. Um grupo composto de um fone e seus alofones para os falantes de um idioma é denominado fonema. Deve-se ressaltar que a alofonia entre dois fones é relativa. Por exemplo, no Alemão compõem fonemas separados.

O estudo dos fonemas é desenvolvido pela Fonologia. A fonologia e a fonética são frequentemente confundidas porque os conceitos de fone e fonema também geram confusão.

Ver também


A palavra falada constitui-se de uma combinação de unidades mínimas de som (fonemas). Essas unidades sonoras são representadas graficamente na escrita através de letras. Não se deve confundir fonema com letra. Um é o elemento acústico, enquanto o outro é um sinal gráfico, que representa o fonema segundo a convenção da língua.

Nem sempre há uma correspondência entre letra e som. Uma mesma letra pode representar sons diferenciados (próximo, exame, caixa), existem letras diferentes correspondendo ao mesmo som (seco, cedo, laço, próximo), uma letra pode representar mais de um som (fixo), há letra que não tem som algum (hora) e certos sons ora são representados por uma só letra, ora por duas (xícara/chinelo, gato/guitarra, rabo/carro).

fonema = menor elemento sonoro capaz de estabelecer distinção de significado.

(pata ≠ bata ≠ mata ≠ nata ...)


Há quatro os critérios de classificação para as vogais:

As consoantes também apresentam quatro critérios de classificação


Sílaba - conjunto de sons que pode ser emitido numa só expiração. Pode ser aberta ou fechada se terminada por vogal ou consoante, respectivamente.

Na estrutura da sílaba existe, necessariamente, uma vogal, à qual se juntam, ou não, semivogais e/ou consoantes. Assim, não há sílaba sem vogal e esse é o único fonema que, sozinho, forma sílaba.

A maneira mais fácil para separar as sílabas é pronunciar a palavra lentamente, de forma melódica.

Toda consoante precedida de vogal forma sílaba com a vogal seguinte. Merece a lembrança de que m e n podem ser índices de nasalização da vogal anterior, acompanhando-a na sílaba. (ja-ne-la, su-bu-ma-no, é-ti-co, tran-sa-ma-zô-ni-ca; mas bom-ba, sen-ti-do)

Consoante inicial não seguida de vogal fica na sílaba seguinte (pneu-má-ti-co, mne-mô-ni-co). Se a consoante não seguida de vogal estiver dentro do vocábulo, ela fica na sílaba precedente (ap-to, rit-mo).

Os ditongos e tritongos não se separam, porém no hiato cada vogal está numa sílaba diferente.

Os dígrafos do h e do u também são inseparáveis, os demais devem ser separados. (cha-ve, ne-nhum, a-qui-lo, se-gue)

Em geral, os grupos consonantais onde a segunda letra é l ou r não se separam. (bra-ço, a-tle-ta)

Em sufixos terminados por consoante + palavra iniciada por vogal, há união dessa consoante final com a vogal, não se considerando a integridade do elemento mórfico (bi-sa-vô ≠ bis-ne-to, tran-sa-cio-nal ≠ trans-pa-ren-te).

As letras duplas e os encontros consonantais pronunciados disjuntamente devem ser separados. (oc-cip-tal, ca-a-tin-ga, ad-vo-ga-do, dig-no, sub-li-nhar, ab-ro-gar, ab-rup-to)

Na translineação, devem-se evitar separações que resultem no fim de uma linha ou no início da outra vogais isoladas ou termos grosseiros. (i//déi//a, cus//toso, puta//tivo, fede//ral)

Dependendo da quantidade de sílabas, as palavras podem ser classificadas em: monossílaba (mono = um), dissílaba (di = dois), trissílaba (tri = três) e polissílaba (poli = vários / + de quatro)

Seqüência de sons vocálicos (vogais e/ou semivogais) que pode ocorrer numa mesma sílaba ou em sílabas separadas. As vogais serão as pronunciadas mais fortes, enquanto as semivogais serão mais fracas na emissão e sempre átonas. São três tipos de encontros vocálicos: hiatos, ditongos e tritongos.



1.6. Encontro vocálico

Seqüência de sons vocálicos (vogais e/ou semivogais) que pode ocorrer numa mesma sílaba ou em sílabas separadas. As vogais serão as pronunciadas mais fortes, enquanto as semivogais serão mais fracas na emissão e sempre átonas. São três tipos de encontros vocálicos: hiatos, ditongos e tritongos.

*

hiatos

seqüência de duas vogais em sílabas diferentes. (saúde, cooperar, ruim, crêem)
*

ditongos

vogal e semivogal pronunciadas numa só sílaba, independente da ordem destas. Estes podem ser classificados em decrescentes ou crescentes e orais ou nasais.
o

dit. crescente - SV + V (glória, qual, freqüente, tênue)
o

dit. decrescente - V + SV (pai, chapéu, muito, mãe)
o

dit. nasal - com índices claros de nasalidade: a presença de ~ e as letras m ou n em fim de sílaba (mão, quando, também [~ei])
o

dit. oral - os ditongos não nasais são ditos orais.
*

tritongos

uma vogal entre duas semivogais numa só sílaba. (Uruguai, saguões, enxaguou, delinqüem [ueim])

Também podem ser classificados em nasais ou orais, seguindo os mesmos princípios dos ditongos.
[Nota] Observações
o

a é sempre vogal e se estiver acompanhada de outra(s) "vogal" na mesma sílaba, esta será semivogal.
o

i e u geralmente funcionam como semivogais, mas e e o podem também desempenhar este papel.
o

am / em, em fim de palavra, correspondem aos ditongos ao / ei nasalisados
o

falsos ditongos - quando átonos finais, os encontros (ia, ie, io, oa e ua) são normalmente ditongos crescentes, mas também podem ser hiatos. Se esses grupos não forem finais nem átonos, só podem ser hiatos. (his-tó-ria ou ri-a, geo-gra-fi-a, di-e-ta, di-á-li-se, pi-ru-á - marcadas as sílabas tônicas).
o

encontros instáveis - além dos falsos ditongos, são os encontros de i ou u (átonos) com a vogal seguinte (piaga, fel, prior, muar, suor, crueldade, violento, persuadir). Tais encontros, na fala do RJ, tendem a hiatos, segundo Rocha Lima.
o

os encontros de palavras como praia, maio, feio, goiaba e baleia são separados de forma a criar um ditongo e uma vogal sozinha depois.

1.7. Encontro consonantal

Seqüência de duas ou mais consoantes, sem vogal intermediária, desde que não constituam dígrafo. Podem ocorrer na mesma sílaba ou não (perfeitos/próprios ou imperfeitos/impróprios) - pe-dra, cla-ro, por-ta, lis-ta.

Os encontros (gn, mn, pn, ps, pt e tm) não são muito comuns. Quando iniciais, são inseparáveis. Quando mediais, criam uma pronúncia mais difícil. (gnomo/digno, ptialina/apto). No uso coloquial, há uma tendência a destruir esse encontro, inserindo uma vogal epentética i.
[Nota] Observação

quando x corresponde a cs, há um encontro consonantal fonético. Nesse caso, x é chamado de dífono.

1.8. Dígrafo

Grupo de duas letras, representando um só fonema. São dígrafos em língua portuguesa: lh, nh, ch, rr, ss, qu (+e ou i), gu (+e ou i), sc, sç, xc, além das vogais nasais (V+m ou n - chamados dígrafos vocálicos)
[Nota] Observações

letra diacrítica - segunda letra do dígrafo e não é fonema (membro - 1º m é fonema; o segundo, letra diacrítica). Letra h no início de palavra não é fonema nem forma dígrafo e classifica-se como Justificarletra etimológica.

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