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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

DE ONDE VEM A PALAVRA PROFESSOR

Professor «latim professor,ōris, "o que faz profissão de, o que se dedica a, o que cultiva; professor de, mestre", do radical de professum, supino de profitēri, "declarar perante um magistrado, fazer uma declaração, manifestar-se; declarar alto e bom som, afirmar, assegurar, prometer, protestar, obrigar-se, confessar, mostrar, dar a conhecer, ensinar, ser professor".»

Professor

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Desenho representando um professor lecionando.
Professor ou docente é uma pessoa que ensina uma ciência, arte, técnica ou outro conhecimento. Para o exercício dessa profissão, requer-se qualificações académicas e pedagógicas, para que consiga transmitir/ensinar a matéria de estudo da melhor forma possível ao aluno.
É uma das profissões mais antigas e mais importantes, tendo em vista que as demais, na sua maioria, dependem dela. Já Platão, na sua obra A República, alertava para a importância do papel do professor na formação do cidadão.[1]
O Dia Mundial dos Professores celebra-se a 5 de Outubro. No Brasil, o Dia do Professor é dez dias depois, em 15 de Outubro.

Índice

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[editar] Professores em vários países

[editar] Brasil

No Brasil, professor é o profissional que ministra aulas ou cursos em todos os níveis educacionais, a saber: Educação infantil, Educação fundamental, Ensino médio e superior, além do Ensino profissionalizante e técnico. Em 15 de outubro comemora-se o Dia do Professor.

[editar] Portugal

Em Portugal, o estatuto de docente é definido pelo Ministério da Educação, responsável pela política geral de educação. Por todo o País, existem vários sindicatos de professores, sendo que a maior federação sindical docente do país é a Federação Nacional dos Professores (FENPROF).
Na carreira académica (universitária), a progressão é Professor Auxiliar, Professor Associado e Professor Catedrático.

[editar] Estados Unidos

Nos Estados Unidos, o termo Professor é reservado apenas a indivíduos que ministram aulas em instituições de ensino superior (college ou university). Professores do ensino fundamental ou médio são denominados 'Teachers'. Além do ensino propriamente dito, Professors nas universidades estadunidenses dedicam-se principalmente a atividades de pesquisa, incluindo a orientação de alunos de pós-graduação.
Em geral, o grau acadêmico de doutor (Ph.D. ou equivalente) é exigido para ingresso na carreira de professor nas universidades estadunidenses no nível inicial de Professor Assistente (Assistant Professor). Após alguns anos, um Professor Assistente pode ser promovido a Professor Associado (Associate Professor) e, posteriormente, a Professor Pleno (Full Professor, ou simplesmente Professor). Um pequeno número de professores plenos que se destacam pelas suas atividades de pesquisa são nomeados Distinguished Professors (ou Endowed Professors), quer isto dizer que passam a deter uma cátedra pessoal (personal chair) designada por um nome específico (normalmente o nome do patrocinador, pessoa física ou jurídica, que financiou/financia a cátedra).
Professores plenos (e, na maioria das vezes, professores associados) possuem a garantia de tenure, isto é, proteção contra demissão sumária. Esta prerrogativa, semelhante àquela a que têm direito os juízes federais nos Estados Unidos, tem por objetivo garantir a liberdade acadêmica, protegendo professores seniores de pressões de natureza política e/ou ideológica.

[editar] Reino Unido

No Reino Unido, o uso do título Professor é ainda mais restrito do que nos Estados Unidos, sendo reservado apenas a docentes seniores em universidades. O nível inicial da carreira acadêmica em universidades britânicas, aberto normalmente a indivíduos que já detenham o grau de doutor, é designado Lecturer. Seguem-se os níveis de Senior Lecturer, Reader e, finalmente, Professor, este último atingido apenas por um número muito pequeno de indivíduos que normalmente são chefes de departamentos acadêmicos ou detêm uma cátedra pessoal. Grosso modo, Lecturers no sistema britânico seriam equivalentes a Assistant Professors no sistema estadunidense, enquanto o título de Reader seria equivalente a Associate Professor ou Professor nos Estados Unidos. O título de Professor propriamente dito no Reino Unido seria por sua vez comparável a um Distinguished Professor ou University/Institute Professor nos Estados Unidos.
Como nos Estados Unidos, professores do ensino fundamental e médio no Reino Unido são denominados teachers, nunca professors.

[editar] Outros países europeus

Em vários países da Europa, por exemplo, França e Alemanha, o título de professor é também reservado, nas universidades, apenas a docentes seniores. Ao contrário do que acontece nos países de língua inglesa porém, a promoção ao nível de Professor requer que, além do grau acadêmico de doutor, o candidato passe também pelo processo de Habilitação (semelhante à antiga Livre-docência no Brasil), que normalmente exige a submissão de uma segunda tese (monográfica ou cumulativa) e uma aula pública ministrada perante uma banca de especialistas. Em geral, são necessários vários anos de experiência profissional ou acadêmica após a conclusão do doutoramento para que um indivíduo se qualifique a obter uma Habilitação.
Membros do corpo docente de uma universidade que possuem o grau de doutor, mas não passaram ainda pela Habilitação, são normalmente designados Maître des Conférences ("mestre de conferências") na França, e wissenschaftichler Assistent ("assistente científico") ou akademischer Rat ("conselheiro acadêmico") na Alemanha, não usando portanto a designação de "professores". Alguns estados alemães introduziram entretanto recentemente a posição de Juniorprofessor, equivalente ao Assistant Professor nos Estados Unidos, e prescindindo da necessidade de Habilitação.
Deve-se registrar também que, apesar do uso restrito do termo "professor" nas universidades europeias, um indivíduo que ministra aulas no ensino fundamental e médio na França (enseignant) é também dito profésseur des écoles (em oposição a um profésseur des universités). Na Alemanha, por motivos históricos, permite-se a alguns poucos docentes seniores do ensino médio com tenure que usem o título de professor. Em geral, porém, um professor secundário na Alemanha é denominado Lehrer, não Professor.

Referências

[editar] Ver também

Portal A Wikipédia possui o portal:
Portal de educação
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[editar] Ligações externas

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professar

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Índice

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[editar] Composição de bandeiras de países e regiões que falam português Português

[editar] Verbo

pro.fes.sar transitivo direto
  1. reconhecer publicamente, confessar
  2. apregoar
    • aparte-se da injustiça todo aquele que professa o nome do Senhor (2 Timóteo 2:19, parte final)

[editar] Tradução

[editar] Conjugação

[editar] Etimologia

De professo + -ar
Ferramentas pessoais
Espaços nominais

Variantes
Acções

professar

Significado de Professar

v.t. Declarar; reconhecer publicamente; confessar.
Preconizar, ter a convicção de: professa idéias socialistas.
Ensinar.
V.i. Fazer votos, entrando para uma ordem religiosa.

Sinônimos de Professar

Sinônimo de professar: abraçar, confessar, ensinar, exercer, exercitar e preconizar

Definição de Professar

Classe gramatical de professar: Verbo transitivo e Verbo intransitivo
Tipo do verbo professar: regular
Separação das sílabas de professar: pro-fes-sar

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Verbo Acender... ACENDIDO... ACESO...


Gerúndio: acendendo
Particípio passado: acendido ⇔ aceso
Indicativo
Presente Pretérito perfeito Pretérito imperfeito
eu acendo eu acendi eu acendia
tu acendes tu acendeste tu acendias
ele/ela acende ele/ela acendeu ele/ela acendia
nós acendemos nós acendemos nós acendíamos
vós acendeis vós acendestes vós acendíeis
eles/elas acendem eles/elas acenderam eles/elas acendiam
 
Pret. mais-que-perfeito Futuro / Condicional /

Futuro do presente Futuro do pretérito
eu acendera eu acenderei eu acenderia
tu acenderas tu acenderás tu acenderias
ele/ela acendera ele/ela acenderá ele/ela acenderia
nós acendêramos nós acenderemos nós acenderíamos
vós acendêreis vós acendereis vós acenderíeis
eles/elas acenderam eles/elas acenderão eles/elas acenderiam
 
Conjuntivo Subjuntivo (Br)
Presente Pretérito imperfeito Futuro
que eu acenda se eu acendesse quando eu acender
que tu acendas se tu acendesses quando tu acenderes
que ele/ela acenda se ele/ela acendesse quando ele/ela acender
que nós acendamos se nós acendêssemos quando nós acendermos
que vós acendais se vós acendêsseis quando vós acenderdes
que eles/elas acendam se eles/elas acendessem quando eles/elas acenderem
 
Imperativo
afirmativo negativo Infinitivo pessoal
para acender eu
acende tu não acendas tu para acenderes tu
acenda você não acenda você para acender ele/ela
acendamos nós não acendamos nós para acendermos nós
acendei vós não acendais vós para acenderdes vós
acendam vocês não acendam vocês para acenderem eles/elas

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

REGÊNCIA VERBAL

Regência verbal

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A sintaxe de regência é a relação sintática de dependência que se estabelece entre o verbo - termo regente - e o seu complemento - termo regido - com a presença ou não de preposição.
Os termos, quando exigem a presença de outro chamam-se regentes ou subordinantes; os que completam a significação dos anteriores chamam-se regidos ou subordinados.
Quando o termo regente é um nome (substantivo, adjetivo ou advérbio), ocorre a regência nominal. Quando o termo regente é um verbo, ocorre a regência verbal.
Na regência verbal, o termo regido pode ser ou não preposicionado. Na regência nominal, ele é obrigatoriamente proposicionado.
1- Chegar/ ir – deve ser introduzido pela preposição a e não pela preposição em. Ex.: Vou ao dentista./ Cheguei a Belo Horizonte.
2- Morar/ residir – normalmente vêm introduzidos pela preposição em. Ex.: Ele mora em São Paulo./ Maria reside em Santa Catarina.
3- Namorar – não se usa com preposição. Ex.: Joana namora Antônio.
4- Obedecer/desobedecer – exigem a preposição a. Ex.: As crianças obedecem aos pais./ O aluno desobedeceu ao professor.
5-Simpatizar/ antipatizar – exigem a preposição com. Ex.: Simpatizo com Lúcio./ Antipatizo com meu professor de História.

Verbos

Na regência verbal os verbos podem ser:
Transitivos diretos, transitivos indiretos e intransitivos.
  • Aspirar
quando tem o sentido de sorver, tragar, inspirar, é transitivo direto e exige complemento sem o uso de preposição.
  • Ele aspirou toda a poeira.
  • Todos nós aspiramos essa poeira.
Quando tem o sentido de pretender, desejar, almejar, é transitivo indireto e necessita do uso da preposição (A).
  • Exemplos:
  • O jogador aspirava a uma falta.
  • O candidato a deputado aspirava a ser eleito.
  • Eu aspirava àquele carro.
Obs.:Quando o verbo aspirar for transitivo indireto, não se admite a substituição da preposição (A) por lhe ou lhes. Dever-se-á usar em seu lugar (a ele, a eles, a ela ou a elas).
Obs².:Quando o verbo aspirar vier acompanhado por (àquele ou àquela), o à craseado terá função de preposição, transformando assim o verbo em Transitivo Direto.
  • Namorar
O verbo namorar é transitivo direto e não necessita do uso de preposição.
  • Exemplo:
  • Antonio namora Marcella. (em vez de: Antonio namora com Marcella.)
  • Obedecer
Obedecer é um verbo transitivo indireto e necessita do uso da preposição (A).
Obs:Mesmo sendo verbo transitivo indireto, ele pode ser usado na voz passiva.
-A fila não foi obedecida.
  • Ver
O verbo ver é transitivo direto, por isso não necessita de preposição.
  • Exemplo:
  • Ele veria muitos filmes em cartazes.
  • Chamar
Esse verbo pode ser transitivo direto quando significa convocar, fazer vir, e não necessita de preposição.
  • Exemplo:
  • Ela chamou minha atenção.
E pode ser transitivo indireto quando tem o significado de invocar e deve ser usado com a preposição por.
-Ele chamava por seus poderes.
Com o sentido de apelidar ele pode ou não necessitar de preposição, podendo ser tanto transitivo direto como indireto.
  • Assistir
O verbo em questão pode ser transitivo direto ou transitivo indireto. Quando tem sentido de ver, é verbo transitivo indireto Exemplo: Eu assisti ao jogo. Eles assistiram ao filme.
Quando tem sentido de morar, residir, também é verbo transitivo indireto. Exemplo: Eu assisto em São Paulo Eu assisto na Bahia.
Quando tem sentido de ajudar, é verbo transitivo direto. Exemplo: O médico assistiu o doente.
  • Suceder
O verbo pode ser Transitivo Indireto no sentido de substiruir; vir depois Exemplo: Os atuais supermercados sucederam aos antigos armazéns.
Pode ser Intransitivo no sentido de Ocorrer Exemplo: Uma catástrofe sucedeu no México.
  • Ensinar
É verbo intransitivo no sentido de educar. Exemplo: A vida ensina mal.
É verbo transitivo direto no sentido de castigar,adestrar, educar; Exemplo: A experiência ensina os professores.
É verbo transitivo direto e indireto, admitindo objeto direto de coisa e indireto de pessoa Exemplo: Os professores ensinam os alunos a estudar.
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Santa Rita Durão e ...

Santa Rita Durão

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Frei José de Santa Rita Durão (Cata Preta, 1722 — Lisboa, 1784) foi um religioso agostiniano brasileiro[1][2] do período colonial, orador e poeta. É também considerado um dos precursores do indianismo no Brasil. Seu poema épico Caramuru é a primeira obra narrativa escrita a ter, como tema, o habitante nativo do Brasil; foi escrita ao estilo de Luís de Camões, imitando um poeta clássico assim como faziam os outros neoclássicos (árcades).

Índice

Vida

Estudou no Colégio dos Jesuítas no Rio de Janeiro até os dez anos, partindo no ano seguinte para a Europa, onde se tornaria padre agostiniano. Doutorou-se em Filosofia e Teologia pela Universidade de Coimbra e, em seguida, lá ocupou uma cátedra de Teologia.
Durante o governo de Pombal, foi perseguido e abandonou Portugal. Trabalhou em Roma como bibliotecário durante mais de vinte anos até a queda de seu grande inimigo, retornando então ao país luso. Esteve ainda na Espanha e na França. Voltando a Portugal com a "viradeira" (queda de Pombal e restauração da cultura passadista), a sua principal atividade passou a ser a redação de Caramuru, publicado em 1781. Morreu em Portugal em 24 de janeiro de 1784.

Obra

Quase a única obra restante escrita por Durão é seu poema épico de dez cantos, Caramuru, influenciado pelo modelo camoniano. Formado por oitavas rimadas e incluindo informação erudita sobre a flora e a fauna brasileiras e os Índios do país, Caramuru é um tributo à sua terra natal. Segundo a tradição, a reação da crítica e do público ao seu poema foi tão fria que Santa Rita Durão destruiu o restante de sua obra poética.

Lista de obras

  • Pro anmia studiorum instauratione oratio (1778)
  • Caramuru (1781)

Referências

  1. O termo brasileiro muito antes da independência já era o adjetivo pátrio dos naturais do "Estado do Brasil". Veja por exemplo carta régia dada em Lisboa aos 20 de outubro de 1798 que cria a Vila do Paracatu do Príncipe, ali se lê:…em diante se denomina Villa de Paracatu do Principe; e que tenha e goze de todos os privilegios, Liberdades, franquezas, honras e isençoens de que gozão as outras Villas do mesmo Estado do Brasil… (Revista do Arquivo Público de Minas Gerais - ano I, fasc. II. Imprensa Oficial de Minas Gerais; Ouro Preto; 1896 - pg. 349.)
  2. Rapidamente, na colônia, o comércio do pau-brasil foi abandonado e substituído pela produção de cana-de-açúcar - surgiu o ciclo da cana-de-açúcar; que foi o que atraiu os neerlandeses com a sua Companhia das Índias Ocidentais e Maurício de Nassau (1580). No século XVII, já não se falava mais em comércio de pau-brasil mas em ouro e diamantes. Portanto, no século XVII, o comércio de pau-brasil já era praticamente inexistente. Por isto, o termo perdeu a conotação de profissão. Veja ainda sobre o assunto: Viagem pela História do Brasil; Jorge Caldeira; Cia. das Letras; São Paulo; 1997 - pg.34
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LITERATURA E SITUAÇÃO - BRASIL

PERIODIZAÇÃO



Inglês Fundamental 30. O que os brasileiros sabem de inglês

sábado, 29 de setembro de 2012

PROIBIDO... PROIBIDA...

Saiba como usar: "proibido entrada" e "proibida a entrada"

Use "proibido entrada" (no masculino), quando não houver o artigo "a" após a palavra "proibido". Assim: "É proibido entrada de verba estrangeira com comissão".
Use "proibida a entrada", quando houver o artigo "a" após a. Assim:  "É proibida a entrada de verba estrangeira com comissão".
Você decide se vai usar ou não o artigo. Caso você utilize o artigo, a concordância com o feminino é obrigatória.
Publicado por: Roberto Alencar
Leia mais: proibido, entrada, proibida, usar
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  • N-450523
Comentários

BASTANTE OU BASTANTES...


Bastante X Bastantes

BASTANTE = ADVÉRBIO

É invariável no sentido de MUITO/SUFICIENTEMENTE

Exemplo: Estavam bastante ocupados.


BASTANTE = ADJETIVO

É variável quando equivale a SUFICIENTE/ QUE BASTA

Exemplo1: Somos bastantes para realizar o projeto.
Exemplo2: Já temos bastantes problemas.
Bastante, assim como dormente, ouvinte, falante, crente, existente, e assim por diante, vem dos verbos bastar, dormir, ouvir, falar, crer, existir.

Quanto à concordância, bastante pode ser advérbio e será invariável, tendo significado equivalente a “muito”. Ou então, será adjetivo e, portanto, concordará com o substantivo a que estiver se referindo.

Não é muito comum vermos o emprego de bastantes, mas o certo é que sempre quando vier como adjetivo, concordará em gênero (masculino ou feminino) e número (singular ou plural) com o substantivo. Assim, orações como: Nós tivemos bastante chances de concorrer, Teremos bastante comidas para serem servidas, Não há bastante cadeiras nessa sala, Você tem bastante livros, Estou com bastante problemas para resolver, não estão sendo empregadas corretamente!

Muitas vezes, as pessoas não dizem “bastantes” dessa forma, no plural, por achar que o termo, por si só, já incita algo abundante.

Já como advérbio, ou seja, quando modifica adjetivo, verbo ou outro advérbio, “bastante” não varia e é indicativo de intensidade: Eles estão muito/bastante felizes, Ela fala bastante/muito, Eles gostaram muito/bastante deles, etc.

Na dúvida, é só colocar “muito” antes da palavra, ou seja, no lugar de “bastante”. Se “muito” for para o plural, assim também será com “bastante”.

Veja:

Tenho muitas felicidades e Tenho bastantes felicidades.

Agora:

Estou muito feliz e Estou bastante feliz.

Portanto, quando você não souber se coloca “bastante” no plural, é só substituir por “muito” e pronto!
Por Sabrina Vilarinho


Data da notícia: 25 de abril de 2009. Por
Um caso típico de confusão é o uso dos termos bastante ou bastantes.
Por: Professor André do site Portugues é fácil
Afinal, quando usar um ou outro? Para acabar com o problema, existe um macete muito simples: sempre que você puder substituir por muito quer dizer que ali vai um bastante, no singular.
Assim, você terá bastantes chances de acertar a questão!
Alguns exemplos? É claro!
Meu irmão ganhou bastante dinheiro.
(Meu irmão ganhou muito dinheiro.)
Vou dar bastante  flores para a minha namorada. Ela vai adorar!
Vou dar muito flores para a minha namorada. Ela vai adorar!
Opa! Muito flores é uma coisa bastante feia! Já sabemos o que fazer, certo?
Vou dar bastantes flores para a minha namorada. Ela vai adorar!
Certíssimo! Mais um:
Quero que meus leitores aprendam bastante sobre a língua portuguesa.
Quero que meus leitores aprendam muito sobre a língua portuguesa.
Gostaram da dica? Muito ou bastante?
Confira os produtos da loja do professor André: Materiais para concurso e Questões elaboradas para concurso. A partir de R$10,00!!!
Confira mais dicas e aulas de português do professor André no site www.portuguesfacil.net
Motivação: "Consulte não a seus medos mas a suas esperanças e sonhos. Pense não sobre suas frustrações, mas sobre seu potencial não usado. Preocupe-se não com o que você tentou e falhou, mas com aquilo que ainda é possível a você fazer." ( Papa João XXIII ) 


5 de NOVEMBRO - DIA NACIONAL DA LÍNGUA PORTUGUESA


A língua nacional tem, desde 2006, data comemorativa no Brasil

Através da Lei nº 11.310, de 12 de junho de 2006, o presidente Luís Inácio Lula da Silva sancionou o projeto de lei do Senado n. 149/04, de autoria do Senador Papaléo Paes (AP) que institui o dia 5 de novembro como Dia Nacional da Língua Portuguesa no Brasil.

Essa data não foi escolhida ao acaso. 5 de novembro é o dia do aniversário de nascimento de Rui Barbosa, um dos mais ferrenhos defensores da língua portuguesa no Brasil.

Ao sancionar a lei, de iniciativa daquele Senador da bancada do PSDB pelo Amapá, o Presidente Luís Inácio Lula da Silva declarou que a intenção era a de valorizar e preservar a língua portuguesa como “importante laço de consolidação da unidade nacional".

A lei foi publicada no Diário Oficial da União no dia 13 de junho de 2006 (nesse mesmo dia - 13 de junho - também é comemorado o aniversário da cidade paulista de Macatuba, onde está localizada a sede desta organização Patriotismo).

Instituído o Dia Nacional da Língua Portuguesa

O senador do PSDB (Amapá) Papaléo Paes apresentou um projeto em Plenário, em vigor desde junho de 2006, definindo o dia 05 de novembro como o Dia Nacional da Língua Portuguesa . A data foi escolhida por ser aniversário de nascimento de Rui Barbosa, "grande defensor do idioma, que o empregou com maestria na abolição da escravatura e na proclamação da República".

Este ano de 2006 é a primeira vez que houve uma comemoração da data. “Nossa língua é o elemento central do patrimônio cultural brasileiro. A melhor forma de protegê-la consiste em uma atitude afirmativa, que promova e divulgue as suas incontáveis riquezas” afirmou o senador.

De acordo com o senador o projeto é uma idéia do professor Raimundo Pantoja Lobo, do Amapá. Segundo ele, diversos projetos no Congresso visam defender o idioma que é constantemente ameaçado principalmente pela forte influência do inglês. Papaléo Paes disse que a iniciativa acontece em outros países também, tentando contrabalançar a presença do inglês.

O idioma português é falado por cerca de 200 milhões de pessoas no mundo, em oito países: Brasil, Portugal, Angola, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Timor Leste.

Mas para o senador, o Brasil tem uma responsabilidade maior sobre o futuro do português pelo tamanho de sua população e por sua importância político-econômica e geoestratégica. Relembrou ainda a citação do professor Carlos Reis, pesquisador da Universidade de Coimbra, em que afirmou que “o futuro da Língua Portuguesa é aquele que o Brasil quiser”.

FONTE dessa matéria: http://www.mundolusiada.com.br/ELOS%20CLUBE/elos029_nov06.htm

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

DIGA AÍ QUEM OU O QUE É:

O PAI DA AVIAÇÃO
O ÁGUIA DE HAIA
A VENEZA BRASILEIRA
O MARECHAL DE FERRO
O POETA DOS ESCRAVOS
A CIDADE DA LUZ
O PATRONO DO EXÉRCITO BRASILEIRO
A RAINHA DOS MÁRTIRES
O PAI DA MEDICINA
A CIDADE ETERNA
PRÍNCIPE DOS POETAS BRASILEIROS
O PATRIARCA DA INDEPENDÊNCIA

cara de tacho

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Português

Expressão

cara de tacho
  1. expressão facial de quem comete ou passa por uma inconveniência, indiscrição.

Ver também

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.
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É O QUE TEM PRA HOJE: "POUCO PAPO E SÓ... SU-CEEEEEEES-SO!!!"



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