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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

TESTE DE MORFOSSINTÁTICA.


1. MARQUE COM UM X AS OPÇÕES CORRETAS:
( ) Toda palavra que serve para NOMEAR,ou seja, dar NOME a tudo o que existe (pessoa, animal, coisas/objetos e sentimentos ou sensações) será SUBSTANTIVO.
( ) De acordo com a regra gramatical, as palavras que são acompanhadas por um ARTIGO, como no exemplo “AS COISAS” será SUBSTANTIVO.
( ) ADJETIVO é toda palavra que serve para dar QUALIDADE ou CARACTERÍSTICA (positiva ou negativa) ao SUBSTANTIVO
( ) NUMERAL é toda palavra que serve para indicar QUANTIDADE ou ÒRDEM/SEQÜÊNCIA.
 


FAÇA AS DEVIDAS CORRESPONDÊNCIAS (QUANDO HOUVER!!!)
1. SUJ SIMPLES
2. SUJ COMPOSTO
3. SUJ OCULTO
4. SUJ INDETERMINADO
5. SUJ INEXISTENTE
6. PREDICADO VERBAL
7. PREDICADO NOMINAL
8. PREDICADO VERBO-NOMINAL
9. ADJUNTO ADNOMINAL
10. ADJUNTO ADVERBIAL
11. VERBO DE LIGAÇÃO




1.O MENINO CAIU


O(          )
MENINO(          )                 
CAIU(          )
O MENINO(          )





2.UM COELHO SAIU DO CHAPÉU DO MÁGICO


UM(          )
COELHO(          )
UM COELHO(          )
SAIU(          )
DO CHAPÉU DO MÁGICO(          )
DO MÁGICO(          )
SAIU DO CHAPÉU DO MÁGICO(          )



3.O MENINO BRIGOU COM O VIZINHO


BRIGOU(          )
COM O VIZINHO(          )
BRIGOU COM O VIZINHO(          )



4.ATIREI A CHINELA PELO PRIMEIRO ANDAR


NESSA FRASE HÁ(          )
ATIREI(          )
A CHINELA(          )
PRIMEIRO(          )
ATIREI A CHINELA PELO PRIMEIRO ANDAR(          )
PELO PRIMEIRO ANDAR(          )



5.O MENINO E O IRMÃO BRIGARAM COM O VIZINHO


O MENINO E O IRMÃO(          )
BRIGARAM(          )



6.TOCARAM A CAMPAINHA


NESSA FRASE HÁ(          )
TOCARAM A CAMPAINHA(          )
TOCARAM(          )
A CAMPAINHA(          )



7.JOGARAM LIXO NA MINHA PORTA


NESSA FRASE HÁ(          )
LIXO(          )
NA MINHA PORTA(          )
JOGARAM LIXO NA MINHA PORTA(          )



8.AQUI SE JOGA BOLA SEMPRE


AQUI(          )
NESSA FRASE HÁ(          )
SEMPRE(          )
JOGA(          )



9.VIVE-SE DE MAL A PIOR


NESSA FRASE HÁ(          )
MAL(          )
PIOR(          )



10.ALGUÉM COLOU NA PROVA


ALGUÉM(          ) (          )
COLOU(          )
NA PROVA(          )


COLOU NA PROVA(          )





11.QUEM ESTÁ AÍ?


QUEM(          )
ESTÁ(          )
AÍ(          )
ESTÁ AÍ(          )



12.NINGUÉM GOSTA DE MIM AQUI


NINGUÉM(          )
GOSTA(          )
DE MIM(          )
AQUI(          )
GOSTA DE MIM AQUI(          )



13.CHOVEU MUITO


NESSA FRASE HÁ(          )
CHOVEU(          )
MUITO(          )
CHOVEU MUITO(          )



14.NEVOU ONTEM


NEVOU(          )
ONTEM(          )
NEVOU ONTEM(          )



15.ANOITECIA CALMAMENTE


NESSA FRASE HÁ(          )
ANOITECIA(          )
CALMAMENTE(          )
ANOITECIA CALMAMENTE(          )





16.HOUVE BRIGAS NO VELÓRIO DELE


NESSA FRASE HÁ(          )
HOUVE(          )
BRIGAS(          )
NO VELÓRIO DELE(          )
DELE(          )
NO VELÓRIO(          )
HOUVE BRIGAS NO VELÓRIO DELE(          )



17.HÁ DIAS ESTIVE AQUI


NESSA FRASE HÁ(          )
HÁ(          )
HÁ DIAS ESTIVE AQUI(          )
ESTIVE(          )



18.FAZ MESES QUE DEIXEI O EMPREGO


NESSA FRASE HÁ(          )
O EMPREGO(          )
FAZ MESES QUE DEIXEI O EMPREGO(          )
DEIXEI(          )



19.FAZ CALOR


NESSA FRASE HÁ(          )
FAZ (          )
FAZ CALOR(          )



20.O MENINO ACORDOU CEDO


ACORDOU(          )
CEDO(          )
ACORDOU CEDO(          )



21.NÓS QUEREMOS SAIR DAQUI


QUEREMOS SAIR DAQUI(          )
QUEREMOS(          )



22.OS POLÍTICOS SÃO MERCENÁRIOS


SÃO MERCENÁRIOS(          )
MERCENÁRIOS(          )
SÃO(          )



23.SÃO DEZ HORAS


NESSA FRASE HÁ(          )
DEZ(          )
SÃO DEZ HORAS(          )



24.EU ACHEI MINHA CIDADE DIFERENTE


ACHEI MINHA CIDADE DIFERENTE(          )
DIFERENTE(          )
ACHEI(          )
MINHA CIDADE DIFERENTE(          )



25.O NAVIO ATRACOU ATRASADO


ATRACOU(          )
ATRACOU ATRASADO(          )
ATRASADO(          )

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Complemento nominal


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Complemento nominal é o termo que complementa o sentido de uma palavra que não seja verbo. Assim, pode se referir a substantivos, adjetivos ou advérbios, sempre por meio de preposição.
Exemplos:
"Marcos tem orgulho de Lívia"
- Orgulho de quem?
- De Lívia (Complemento nominal);
"Faz tempo que não tenho notícia de Márcio "
- Notícia de quem?
- De Márcio. (Complemento nominal);
"Sou favorável à sua promoção"
- Favorável a quê?
- A sua promoção. (Complemento nominal);
"Estou certo de que você está doente"
- Certo de quê?
- De que você está doente. (Complemento nominal);

Distinção entre complemento nominal e adjunto adnominal

Para distinguir complemento nominal e o adjunto adnominal, deve-se levar em consideração quatro fatores:
1) Somente o complemento nominal pode ligar-se a adjetivos ou advérbios.
Exemplos:
Ele é perito (adjetivo) em cirurgia (complemento nominal).
Ela está longe (advérbio) da verdade (complemento nominal).
2) Somente o adjunto adnominal pode ligar-se a substantivos concretos.
Exemplos:
Recebi o livro (subst. concreto) de literatura (adj. adnominal).
Há homens (subst. concreto) sem responsabilidades (adj. adnominal).
3) Tanto o adjunto adnominal quanto o complemento nominal podem ligar-se a substantivos abstratos. Para distinguí-los, nestes casos, é necessário analisar se o termo preposicionado é alvo ou agente do ato. Se o termo estiver funcionando como alvo, destino da ação, será complemento nominal. Se o termo for o agente do fato, será adjunto adnominal.
Exemplos:
A resposta ao público (alvo da resposta - complemento nominal) foi satisfatória.
A resposta do patrão (emissor da resposta - adjunto adnominal) foi insatisfatória.
4) Somente o adjunto adnominal indica tipo, matéria, posse.
Exemplo:
Ele tem amor de mãe - indicativo do tipo de amor: materno. Neste caso, temos um adjunto adnominal.
Ele tem amor à mãe - à mãe é o alvo do amor. Neste caso, temos um complemento nominal.

Complemento verbal


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Os complementos verbais completam o sentido dos verbos transitivos. Estes complementos podem ligar-se ao verbo através de uma preposição ou sem o auxílio dela.[1] Quando há necessidade de preposição, o complemento verbal é chamado de objeto indireto; quando ela não é necessária, o complemento verbal é chamado de objeto direto. Alguns verbos podem aceitar ao mesmo tempo um objeto direto e outro indireto. Em alguns casos, por questões de estilo, adiciona-se uma preposição ao objeto direto. Neste caso o objeto direto é dito preposicionado.

Exemplos

  • Aviões podem voar porque possuem asas. - Asas é o objeto direto do verbo possuir.
  • Gosto de escrever. - De escrever é o objeto indireto do verbo gostar.
  • Neguei tudo aos impostores. - Tudo é objeto direto e aos impostores é objeto indireto do verbo negar.
  • Ele ama a Deus - A Deus é um objeto direto preposicionado. Observe que o verbo amar não exige a preposição.

Objeto/Complemento direto

Objeto direto é o termo da oração que completa o sentido de um verbo transitivo direto.[2] O objeto direto liga-se ao verbo sem o auxílio de uma preposição. Indica o paciente, o alvo ou o elemento sobre o qual recai a ação.
Identificamos o Objeto direto, quando perguntamos ao verbo: "o quê" A resposta será o 'Objeto Direto'

Exemplos

Vós admirais os companheiros. -Perguntamos, ós admirais o quê? A resposta é os companheiros, que é o objeto direto.
Nós amamos Julieta. -Perguntamos, nós amamos quem? A resposta é Julieta, que é o objeto direto da oração.
Maria vendia doces. -Perguntamos, Maria vendia o que? A resposta é doces, que é o objeto direto.
Ivano ama Hortênsia. -Perguntamos, Ivano ama quem? A resposta é Hortênsia, que é o objeto direto.
Jonas ama Ana. - Perguntamos Jonas ama quem? A resposta é Ana que é objeto direto

Objeto/Complemento direto preposicionado

Há casos, no entanto, que um verbo transitivo direto aparece seguido de preposição, que, por sua vez, precede o objeto direto. Nesses casos temos o chamado objeto direto preposicionado.
  • Ex: Vós tomais do vinho. -Esta construção se faz da contração de termos como: Vós tomais "parte" do vinho
O objeto direto é obrigatoriamente preposicionado quando expresso:
  • Por pronome pessoal oblíquo tônico;
  • Pelo pronome relativo "quem", de antecedente claro;
  • Por pronome átono e substantivo coordenados

Objeto/Complemento indireto

O objeto indireto é o termo da oração que completa um verbo transitivo indireto,[2] sendo obrigatoriamente precedido de preposição.
Identificamos o Objeto indireto, quando perguntamos ao verbo: quaisquer perguntas sem ser o quê. A resposta será o objeto indireto.

Objeto indireto reflexivo

O objeto indireto reflexivo é o objeto indireto que indica a reflexão da ação do sujeito. Exemplo:
  • O dono da casa deu-se o prazer de uma torta.

Exemplos

  • Breno obedece aos pais.( Breno obedece a quem? Resposta: aos pais, objeto indireto.)
    • Caio obedeceu a Cláudia( Caio obedeceu a quem? Resposta: a Cláudia, objeto indireto.)

Predicado (gramática)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Na gramática, o predicado é um dos termos essenciais da oração; é tudo aquilo que se diz ou o que se declara sobre o sujeito. É tudo aquilo que se informa sobre o sujeito e é estruturado em torno de um verbo. Ele sempre concorda em número e pessoa com o sujeito.
Quando é um caso de oração sem sujeito, o verbo do predicado fica na forma impessoal, 3ª pessoa do singular. O núcleo do predicado pode ser um verbo significativo, um nome ou ambos. Por exemplo:
  • Seu trabalho tem uma ligação muito forte com a psicanálise.
Há verbos que expressam ação (chamados de significativos). São eles:
Há verbos que expressam estado e que são chamados de verbos de ligação, que possuem as mesmas características para um predicado nominal.

Tipos de predicado

O predicado pode ser subdividido em Predicado nominal, verbal ou verbo-nominal.

Predicado verbal

Predicativo é um objeto direto ou um objeto indireto que pode aparecer precedido de preposição; Quando não houver possibilidade de se encontrar um predicativo em orações onde aparecem verbos de ação, tem como núcleo um nome que desempenha função de predicativo do sujeito. O predicativo do sujeito é um termo que caracteriza o sujeito tendo como intermediário o verbo de ação.

Predicado nominal

O predicado nominal é quando o verbo indica um estado. Neste caso o núcleo a palavra (nome).
EX: A professora é severa

Predicado Verbo-Nominal

O predicado verbo-nominal pode ser formado de:
Verbo intransitivo (não transita entre substantivos) + predicativo do sujeito.
Por exemplo: Joana partiu contente. Sujeito Verbo Intransitivo
Predicativo do Sujeito -Verbo Transitivo + Objeto + Predicativo do Objeto
Por exemplo: A despedida deixou a mãe aflita. Sujeito Verbo Transitivo Objeto Direto
Predicativo do Objeto -Verbo Transitivo + Predicativo do Sujeito + Objeto
Por exemplo: Os alunos cantaram emocionados aquela canção. Sujeito Verbo Transitivo
Predicativo do Sujeito Objeto Direto
Observação
Para perceber como os verbos participam da relação entre o objeto direto e seu predicativo, basta passar a oração para voz passiva. Veja:
Voz ativa: As mulheres julgam os homens insensíveis. Sujeito Verbo Significativo Objeto Direto Predicativo do Objeto
Voz passiva: Os homens são julgados insensíveis pelas mulheres. Sujeito Verbo Significativo Predicativo do Objeto
O verbo julgar relaciona o complemento (os homens) com o predicativo (insensíveis). Essa relação se evidencia quando passamos a oração para a voz passiva.
Observação
O predicativo do objeto normalmente se refere ao objeto direto. Ocorre predicativo do objeto indireto com o verbo chamar. Assim, vem precedido de preposição. Exemplo:
Todos o chamam de irresponsável. Chamou-lhe ingrato. (Chamou a ele ingrato.)

Papel do predicado

Assim como o sujeito, o predicado é um segmento extraído da estrutura interna das orações sendo, por isso, fruto de uma análise sintática. Isso implica dizer que a noção de predicado só se mostra importante para a caracterização das palavras em termos sintáticos.
Nesse sentido, o predicado revela-se, sintaticamente, o segmento linguístico onde se estabelece a concordância verbal com outro termo essencial da oração – o sujeito. Não se trata, portanto, de definir o predicado como "aquilo que se diz do sujeito" como o faz gramática tradicional, mas, sim, estabelecer a importância do fenômeno da concordância entre esses dois termos oracionais.
Imperioso frisar: ainda que, na realidade, somente o predicado seja, verdadeiramente, um termo essencial da oração, uma vez que não há oração que não o possua, o mesmo não se pode afirmar quanto ao sujeito que, embora seja classificado pela NGB (Nomenclatura Gramatical Brasileira) como termo essencial, de fato não o é; prova disso é a existência da Oração sem Sujeito constituída apenas de predicado.

SUJEITO = QUEM? ou O QUE?

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Disambig grey.svg Nota: Se procura o conceito filosófico, veja Sujeito (filosofia).
Em análise sintática, o sujeito é um dos termos essenciais da oração, geralmente responsável por realizar ou sofrer uma ação ou estado. Ele é o termo com qual o verbo concorda. [1] [2] [3] Em português, o sujeito rege a terminação verbal em número e pessoa e é marcado pelo caso reto quando são usados os pronomes pessoais. As regras de regência do sujeito sobre o verbo são denominadas concordância verbal. Na frase, "Nós vamos ao teatro", "vamos" é uma forma do verbo "ir" da primeira pessoa do plural que concorda com o sujeito "nós".[carece de fontes]
Para os verbos que denotam ação, frequentemente o sujeito da voz ativa é o constituinte da oração que designa o ser que pratica a ação e o da voz passiva é o que sofre suas consequências. Sob outra tradição, o sujeito (psicológico) é o constituinte do qual se diz alguma coisa. Segundo Bechara, "É o termo da oração que indica a pessoa ou a coisa de que afirmamos ou negamos uma ação ou qualidade".[carece de fontes]
Exemplos:
O pássaro voa.
Os pássaros voam.
O menino brinca.
Os meninos brincam.
Pedro saiu cedo.
Os jovens saíram.
Didaticamente, fazemos uma pergunta para o verbo: Quem é que? ou Que é que? ― e teremos a resposta; esta resposta será o sujeito. O sujeito simples tem um núcleo.
O menino brinca.
Quem é que brinca? O menino. Logo, o menino é o sujeito da frase.
O livro é bom.
O que é que é bom? O livro. Logo, o livro é o sujeito da frase.


Classificação

O sujeito pode ser classificado em simples, composto, indeterminado, desinencial ou oculto, e inexistente. [2] Nesse último caso, temos o que se convencionou chamar de oração sem sujeito.

Sujeito simples

É o sujeito que apresenta apenas um elemento, substantivo ou pronome. [2] Aumentar o número de características a ele atribuídas não o torna composto. Exemplos de sujeito simples (o sujeito está em negrito):
Obs.: o verbo concorda com o sujeito, seja ele anteposto ou posposto.
Maria é uma garota bonita.
A pequena criança parecia feliz com seu novo brinquedo.

Sujeito composto

É aquele que apresenta mais de um núcleo substantivo. [2]
Ana e Rute fizeram compras no sábado.
Mateus e o amigo Bruno saíram para almoçar.
O sujeito também pode vir depois do verbo:
Saíram Bruno e Mateus.
Saiu Bruno e Mateus
Obs.: Note que, no segundo caso, o verbo "saiu" concorda com o sujeito "Bruno", mais próximo a ele. Isso é permitido apenas quando o sujeito composto está posposto ao verbo; chama-se concordância atrativa.

Sujeito desinencial, implícito subentendido ou oculto

Sujeito desinencial é aquele que não vem expresso na oração, mas pode ser facilmente identificado pela desinência do verbo.
Fechei a porta.
Quem fechou a porta?
Perguntaste mesmo isso à professora?
Obs.: não confundir vocativo (expressão de chamamento) com sujeito.
Querido aluno, leia sempre! (sujeito oculto: "você" — "você" leia sempre "eu" — "eu" fico feliz com seu sucesso)
Obs.: As classificações do sujeito, em Língua Portuguesa, são apenas três: simples, composto e indeterminado. [carece de fontes]
Dar o nome de Sujeito desinencial, elíptico ou implícito não equivale a classificar o sujeito, mas somente determinar a forma como o sujeito simples se apresenta dentro da estrutura sintática. No mais, a classificação Sujeito Oculto foi abolida, por questões técnico-formais e linguístico-gramaticais, passando a denominar-se Sujeito Simples Desinencial, uma vez que se pode determiná-lo através dos morfemas lexicais terminativos das formas verbais, situação na qual, para indicar que o sujeito se encontra elíptico usa a forma pronominal reta equivalente à pessoa verbal entre parênteses. Assim, na estrutura sintática: "Choramos todos os dias", para indicar o sujeito simples subentendido na forma verbal, coloca-se entre parênteses da seguinte forma: (Nós)= sujeito simples desinencial. [carece de fontes]

Sujeito indeterminado

Sujeito indeterminado é a expressão que não identifica o agente. [2] Podemos dizer que o sujeito é indeterminado quando o verbo não se refere a uma pessoa determinada, ou por se desconhecer quem executa a ação ou por não haver interesse no seu conhecimento. Aparecerá a ação, mas não há como dizer quem a pratica ou praticou.
Há quatro maneiras de identificar um sujeito indeterminado:

Verbo na 3ª pessoa do plural

O verbo se encontra na 3ª pessoa do plural, [2] sem referência a qualquer agente já expresso em orações anteriores.
Dizem que eles não vão bem.
Estão chamando o rapaz.
Falam de tudo e de todos.
Falaram por aí.
Disseram que ele morreu.

Verbo Transitivo Indireto

Com um Verbo Transitivo Indireto, somente na 3ª pessoa do singular, mais a partícula se. [4]
Precisa-se de livros. (Quem precisa, precisa de alguma coisa → verbo transitivo indireto)
Necessita-se de amigos. (Quem necessita, necessita de alguma coisa → verbo transitivo indireto)
A palavra se é um índice de indeterminação do sujeito, pois não se pode dizer quem precisa ou quem necessita.
Cuidado! Caso você encontre frases com Verbo Transitivo Direto:
Compram-se carros. (Quem compra, compra alguma coisa → verbo transitivo direto)
Vende-se casa. (Quem vende, vende alguma coisa → verbo transitivo direto)
Não se caracteriza sujeito indeterminado, pois nos casos de VTD, a partícula "se" exerce a função de partícula apassivadora e a frase se encontra na voz passiva sintética. Transpondo as frases para a voz passiva analítica, teremos:
Carros são comprados. (sujeito: "Carros");
Casa é vendida. (sujeito: "Casa").

Verbo Intransitivo

Com um Verbo Intransitivo, [4] somente na terceira pessoa do singular, mais a palavra se, índice de indeterminação do sujeito.
Vive-se feliz, aqui.
Aqui se dorme muito bem.
Brinca-se no carnaval de salão.

Verbo de ligação

Com um Verbo de ligação, [4] na terceira pessoa do singular, mais a palavra "se" que se torna índice de indeterminação do sujeito.
Nem sempre se é justo nesta profissão.

Orações sem sujeito, sujeito inexistente

Há verbos que não têm sujeito, ou este é nulo. A língua desconhece a existência de sujeito de tais verbos. Uma oração é sem sujeito quando o verbo está na terceira pessoa do singular, sobretudo os seguintes:
Obs.: Note que fora do contexto "gramático", sempre há um agente, pois o verbo denota mudança, e mudanças sempre são causadas por um agente. O que há nessa classificação na gramática é que não há um termo na qual haja concordância com o verbo, esse termo, o sujeito.

Fenômenos meteorológicos

Com os verbos que indicam fenômenos da natureza (meteorológicos), tais como: anoitecer, trovejar, nevar, escurecer, chover, relampejar, ventar. [2] [4]
Trovejou muito.
Neva no sul do país.
Anoitece tarde no verão.
Chove muito no Amazonas.
Ventou bastante ontem em Vila Velha no Espirito Santo.

Verbo com sentido de existir

Com o verbo haver, significando existir ou acontecer. [2] [4]
Ainda amigos.
Haverá aulas amanhã.
bons livros na livraria.
gente ali.
homens no mar.
Houve um grave incidente no meu apartamento.

Verbos que indicam tempo

Com os verbos ser, fazer, haver, estar, ir e passar indicando tempo. [2] [4]
Está quente esta noite.
Faz dez anos que não o vejo.
Faz calor terrível no verão.
Está na hora do recreio.
Faz dez anos as comemorações do bicampeonato brasileiro.
Era em Londres.
É tarde.
Era uma vez.
Foi em janeiro.
passa de um ano.
passa das cinco horas.
Obs.: existem advérbios que exercem claramente a função sintática de sujeito, a qual é própria de substantivos.
Amanhã é feriado nacional. (O dia de amanhã...)
Aqui já é Vitória. (Este lugar...)
Hoje é dia de festa. (O dia de hoje...)
Agora já é noite avançada. (Esta hora...)
Obs.: Oração sem sujeito também pode ser chamada de OSS.

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É O QUE TEM PRA HOJE: "POUCO PAPO E SÓ... SU-CEEEEEEES-SO!!!"



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