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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

COMPLEMENTOS NOMINAIS


COMPLEMENTO NOMINAL - É COMPLEMENTO DA PALAVRA COM VALOR DE SUBSTANTIVO, ADJETIVO OU ADVÉRBIO

EU, POR EXEMPLO, NÃO TENHO MEDO DE BARATA.

Eu sinto medo de altura (COMPLEMENTO NOMINAL) pois:
De altura – COMPLEMENTA A PALAVRA/O NOME MEDO
De altura – NÃO COMPLEMENTA O VERBO SENTIR

Complemento nominal

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Complemento nominal, em análise sintática, é um termo integrante, referente a substantivo, adjetivo e advérbio, que completa o sentido de um nome.
Complemento nominal é a parte paciente, podendo ser representada.
Exemplo: "João ficou à disposição…
A pergunta inevitável é: de que? ou de quem? A resposta (da empresa, da Justiça, da família, da escola, etc.) é um complemento nominal, porque completa o sentido de um nome (à disposição).
Outros exemplos: "Faz tempo que não tenho notícia de Joaquim" "Sou favorável à sua promoção". "Tenho esperança de que seus planos dêem certo".
Os termos assinalados completam o sentido de nomes (notícia - substantivo - e favorável - adjetivo). O complemento nominal pode ser até uma oração, classificada como "subordinada substantiva completiva nominal", que completa o sentido de um substantivo, adjetivo ou advérbio da oração subordinante: "Tenho esperança de que ele venha".
A oração subordinada completa o sentido do substantivo esperança. Repare que esse tipo de oração é sempre introduzido por uma preposição, clara ou subentendida (no exemplo, a preposição "de").
Como o próprio nome já diz, o complemento nominal completa o sentido da frase.
Ex.: " Está difícil o pagamento das dívidas " das dívidas completa o sentido da frase.
E também, para finalizar, devemos saber que o termo preposicionado para ser complemento nominal terá que estar ligado a um substantivo abstrato que seja o receptor, o alvo da ação. No exemplo dado acima "pagamento" é um substantivo abstrato, pois precisa de algo para existir, e "das dívidas" é o complemento nominal, pois as "dívidas" é o agente receptor/alvo da ação, as "dívidas" estão sendo o ALVO do pagamento. O complemento nominal pode ser substantivo, adjetivo, advérbio ou expressão ou oração.

Ligações externas

Análise sintáctica
Sujeito | Predicado | Verbo | Objeto | Complemento nominal | Adjunto adnominal | Adjunto adverbial | Predicativo | Aposto | Vocativo | Agente da passiva | Conectivo
Sujeito
Sujeito simples | Sujeito composto | Sujeito oculto | Sujeito indeterminado | Ausência do Sujeito
Predicação verbal
Verbo transitivo direto | Verbo transitivo indireto | Verbo transitivo direto-indireto | Verbo intransitivo | Verbo de ligação
Objectos
Objecto directo | Objecto indirecto | Objecto pleonástico | Objeto direto preposicionado
Complementos
Complemento verbal | Complemento nominal | Complemento verbo-nominal
Frase, oração e período
Oração principal | Período composto | Oração subordinada | Oração coordenada
Ver também: Acessórios sintácticos e termos essenciais e integrantes
Além dos complementos verbais e dos complementos nominais, os termos integrantes também são constituídos pelos predicativos tanto os que se referem ao sujeito quanto os que se referem aos objetos. Os predicativos expressam um estado ou uma qualidade do sujeito ou do objeto. Podem ser representados por: substantivo ou expressão substantivada, adjetivo ou locução adjetiva, pronome, numeral ou oração subordinada substantiva predicativa. [Retirado de um livro de lingua portuguesa de Hugo Monteiro Ferreira.]
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COMPLEMENTOS VERBAIS = OBJETOS: DIRETO E OU INDIRETO

3. COMPLEMENTOS VERBAIS: OBJETO DIRETO (O.D) e OBJETO INDIRETO (O.I)

Cabral descobriu o Brasil (O.D) – pois o verbo DESCOBRIR é VERBO TRANSITIVO DIRETO (V.T.D), ou seja, pede um complemento (QUEM DESCOBRE, DESCOBRE ALGO, ALGUÉM ou ALGUMA COISA – o Brasil)

Cabral gostou do Brasil (O.I) – pois o verbo GOSTAR é VERBO TRANSITIVO INDIRETO (V.T.I), ou seja, pede um complemento acompanhado de uma preposição (DE) (QUEM GOSTA, GOSTA DE ALGO, DE ALGUÉM ou DE ALGUMA COISA

OBS: DO = DE (preposição) + O (artigo)

*O QUE DIZ O QUE O VERBO VAI SER, OU SEJA, SUA CLASSIFICAÇÃO SINTÁTICA (ANÁLISE) É A FRASE.
POR ISSO O MESMO VERBO, DESCOBRIR, PODE ASSUMIR DUAS CLASSIFICAÇÕES, COMO NOS EXEMPLOS ACIMA.

O MESMO VALE PARA OS COMPLEMENTOS E O RESTO.




sexta-feira, 19 de novembro de 2010

CUIDADO COM O "SE" - AS VÁRIAS FUNÇÕES DO "SE"

1- Conjunção:
a) Conjunção subordinativa integrante: a conjunção introduz orações subordinadas substantivas.
Ex: Quero saber se ela virá à festa.

b) Conjunção subordinativa condicional: introduz orações subordinadas adverbiais condicionais.

Ex: Deixe um recado se você não me encontrar.

2- Pronome:


a) Pronome reflexivo: funciona como objeto direto, objeto indireto e sujeito do infinitivo.

Ex: A criança machucou-se. (objeto direto)

b) Partícula apassivadora: quando se liga a verbos transitivos diretos com a intenção de apassivá-los.

Ex: Contaram-se histórias estranhas.

c) Índice de indeterminação do sujeito: quando se liga a verbos preposicionados com o papel de indeterminar o sujeito.

Ex: Discorda-se do fato.

d) Partícula expletiva: não desempenha nenhuma função sintática ao se associar a verbos.

Ex: Ele acabou de sentar-se.

e) Partícula integrante do verbo: ligada a verbos pronominais.

Ex: Ela não cansa de queixar-se.
Por Marina Cabral
Especialista em Língua Portuguesa e Literatura
Equipe Brasil Escola

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

PRONOME RELATIVO

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Pronome relativo é uma classe de pronomes que substituem um termo da oração anterior e estabelece relação entre duas orações.
Nós conhecemos o professor. O professor morreu.
Nós conhecemos o professor que morreu.
Pronome relativo é assim chamado porque se refere, de regra geral, a um termo anterior - o antecedente,ou seja, o substitui[1].
Pronome relativo é um pronome que, no período composto, retoma um antecedente (palavra ou expressão anterior a ele), representando-o no início de uma nova oração.
Os pronomes relativos são: que, quem, o qual (os quais, a qual, as quais), onde (equivalendo a em que), quanto (quantas, quantos, quanta) e cujo (cuja, cujas, cujos) e podem ser precedidos ou não por preposições.
Ex: A casa onde moro é antiga. A pessoa a quem entreguei os documentos é a recepcionista.
Os pronomes relativos, excetuando-se cujo, cujos, cuja e cujas, podem ser facilmente substituídos pelo relativo "o qual" e suas variantes.
Ex: O rapaz de quem lhe falei não é aquele? O rapaz do qual lhe falei não é aquele? Ex:assisti ao filme o filme ganhou um oscar O filme a que assisti ganhou um oscar. Quem - o pronome relativo quem refere-se a pessoas e é precedido de preposição. Ele exerce a função sintáctica de adjunto adverbial
Onde - o pronome relativo onde é empregado na indicação de lugar, exercendo a função sintáctica de adjunto adverbial
Cujo - todas a frases que tem o pronome relativo cujo são adjunto adnominal
OBS1: o pronome "cujo", e suas variações, não concorda com o antecedente, mas sim com o consequente. EX: Este é o livro cujas folhas estão amareladas. OBS2: quanto é pronome relativo quando tem por antecedente um pronome indefinido, tanto (ou variações) e tudo. EX: Ele fez tudo quanto havia prometido.

Pronome relativo é uma classe de pronomes que substituem um termo da oração anterior e estabelece relação entre duas orações.
Nós conhecemos o professor. O professor morreu.
Nós conhecemos o professor que morreu.
Como se pode perceber, o 'que' nessa frase está substituindo o termo professor e está relacionando a segunda oração com a primeira.

TELEVISÃO - TITÃS



A Televisão
Me deixou burro
Muito burro demais
Oi! Oi! Oi!
Agora todas coisas
Que eu penso
Me parecem iguais
Oi! Oi! Oi!...

O sorvete me deixou gripado
Pelo resto da vida
E agora toda noite
Quando deito
É boa noite, querida....

Oh! Cride, fala prá mãe
Que eu nunca li num livro
Que o espirro
Fosse um vírus sem cura
Vê se me entende
Pelo menos uma vez
Criatura!
Oh! Cride, fala prá mãe!...

A mãe diz prá eu fazer
Alguma coisa
Mas eu não faço nada
Oi! Oi! Oi!
A luz do sol me incomoda
Então deixa
A cortina fechada
Oi! Oi! Oi!

É que a televisão
Me deixou burro
Muito burro demais
E agora eu vivo
Dentro dessa jaula
Junto dos animais...

Oh! Cride, fala prá mãe
Que tudo que a antena captar
Meu coração captura
Vê se me entende
Pelo menos uma vez
Criatura!
Oh! Cride, fala prá mãe!...

A mãe diz prá eu fazer
Alguma coisa
Mas eu não faço nada
Oi! Oi! Oi!
A luz do sol me incomoda
Então deixa
A cortina fechada
Oi! Oi! Oi!...

É que a televisão
Me deixou burro
Muito burro demais
E agora eu vivo
Dentro dessa jaula
Junto dos animais...

E eu digo:
Oh! Cride, fala prá mãe
Que tudo que a antena captar
Meu coração captura
Vê se me entende
Pelo menos uma vez
Criatura!
Oh! Cride, fala prá mãe...

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

PREDICADO

Para compreendermos os tipos de predicado existentes na Língua Portuguesa, temos, primeiramente, que saber a definição de predicado.

Predicado é tudo o se declara acerca do sujeito, ou seja, é tudo que há na frase que não é o su
jeito.

Predicado Verbal

O predicado verbal possui obrigatoriamente um verbo, o qual é o núcleo do predicado. O verbo é núcleo do predicado quando é nocional, ou seja, que demonstra uma
ação.

Os
alunos estudam todos os dias para o concurso.

Observe na frase que o verbo “estudam” evidencia uma ação: o ato de estudar, e diz respeito ao sujeito “os alunos” ao mesmo tempo que é complementado pelo restante do predicado “todos os dias para o concurso”. Porém, como o núcleo do predicado é o verbo “estudam”, chamamos o predicado de verbal.


Predicado Nominal

No predicado nominal o núcleo do predicado é um
nome, o qual exerce a função de predicativo do sujeito.
Predicativo do sujeito
é um termo que dá significado, atributo, característica ao sujeito ou, ainda, exprime seu estado ou modo de ser. O predicativo é conectado ao sujeito sempre através de um verbo de ligação.

1ª. Ela
está cansada.
2ª. As taxas de juros continuam elevadas.

Observe na primeira oração que “cansada” é um atributo dado ao sujeito “Ela”. O sujeito “Ela” e o predicado nominal “cansada” estão conectados pelo verbo de ligação “está”.

Na segunda frase, observamos o mesmo processo anterior de análise: perguntamos quem continuam? e continuam o quê? E temos as respostas: “as taxas de juros” (sujeito) e “elevadas” (predicado nominal), ou seja, o predicativo nominal só atribui significado ao sujeito quando ligado pelo verbo de ligação (continuam). A oração só tem sentido pelo complemento (predicado) “elevadas”, o qual é, portanto, o núcleo do predicado nominal.

Predicado verbo-nominal

O predicado verbo-nominal possui dois núcleos: um verbo nocional, como vimos no predicado verbal, e um predicativo, que pode referir-se tanto ao sujeito quanto ao verbo.


Os alunos
estudaram cautelosos para o simulado.

Observamos na frase que há dois núcleos: o verbo nocional (estudaram), ou seja, o sujeito praticou uma ação. No entanto, há uma característica dada ao sujeito “cautelosos”, que é, portanto, uma predicação, uma qualidade concedida ao sujeito, logo, é o predicativo do sujeito. Poderíamos desdobrar a última oração em duas:


Os alunos
estudaram para o simulado. Eles foram cautelosos.

Na primeira oração temos um predicado verbal “estudaram para o simulado”, no qual o núcleo é o verbo nocional “estudaram”. Já na segunda oração o núcleo do predicado é um nome “cautelosos” conectado por um verbo de ligação (foram) ao sujeito (Eles) e, portanto, é um predicado nominal.

Veja mais!

Sujeito e Predicado
Descubra como identificar o sujeito e o predicado nas orações!

Por Sabrina Vilarinho Menezes
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola

SUJEITO

Por Araújo, A. Ana Paula de

A função sintática que denominamos sujeito, é um termo essencial da frase e pode se comportar de várias maneiras, dependendo da intenção da mesma: agente, experienciador, paciente, etc.

O sujeito tem a característica de concordar com o verbo, salvo raríssimas exceções.

Vejamos agora quais os tipos de sujeito existentes e como eles são caracterizados para que possamos identificá-los.

Sujeito Simples: possui apenas um núcleo e este vem exposto.

Exemplos:

- Deus é perfeito!
- A cegueira lhe torturava os últimos dias de vida.
- Pastavam vacas brancas e malhadas.

Sujeito Composto: possui dois ou mais núcleos que também vêm expressos na oração.

Exemplos:

- As vacas brancas e os touros pretos pastavam.
- A cegueira e a pobreza lhe torturavam os últimos dias de vida.
- Fome e desidratação são agravantes das doenças daquele povo.

Sujeito Oculto: também chamado de sujeito elíptico ou desinencial, é determinado pela desinência verbal e não aparece explícito na frase. Dá-se por isso o nome de sujeito implícito.

Exemplos:

- Estamos sempre alertas para com os aumentos abusivos de preços. (sujeito: nós)
- Quero que meus pais cheguem de viagem o mais rápido possível. (sujeito: eu)
- Os pais terminaram a reunião. Foram embora logo em seguida. (sujeito: os pais)

Sujeito Indeterminado: Este tipo de sujeito não aparece explícito na oração por ser impossível determiná-lo, apesar disso, sabe-se que existe um agente ou experienciador da ação verbal.

Exemplos:

1- verbo na 3ª pessoa do plural

- Dizem que a família está falindo. (alguém diz, mas não se sabe quem)
- Disseram que morreu do coração.

2- verbo na 3ª pessoa do singular + se, índice de indeterminação do sujeito

- Precisa-se de mão de obra especializada. (não se pode determinar quem precisa)

Sujeito inexistente: também chamado de oração sem sujeito, é designado por verbos que não correspondem a uma ação, como fenômenos da natureza, entre outros.

Exemplos:

1- Verbos indicando Fenômeno da Natureza

- Choveu na Argentina e fez sol no Brasil.

2- verbo haver no sentido de existir ou ocorrer

- Houve um grave acidente na avenida principal.
- Há pessoas que não valorizam a vida.

3- verbo fazer indicando tempo ou clima

- Faz meses que não a vejo.
- Faz sempre frio nessa região do estado.

Oração Subordinada Substantiva Subjetiva: quando o sujeito é uma oração. Pode ser desenvolvida ou reduzida. (veja esse assunto em: Orações Subordinadas Substantivas)

- Fazer promessas é muito comprometedor. (sujeito oracional: fazer promessas)

Veja também:

  1. Sujeito
  2. Sujeito e Predicado
  3. Predicado
  4. Tipos de Predicado

Sujeito: é o termo da oração que funciona como suporte de uma afirmação feita através do predicado.

Predicado: é o termo da oração que, através de um verbo, projeta alguma afirmação sobre o sujeito.


Exemplo:

A pequena criança

me contou a novidade com alegria no olhar.

Sujeito

Predicado


Para ajudar a localizar o sujeito há três critérios:

• Concordância: o verbo está sempre na mesma pessoa e
número que o seu sujeito;
• Posição: normalmente, o sujeito precede o verbo e, mesmo que venha depois, pode ser transposto naturalmente para antes;
• Permutação: quando o núcleo do sujeito é um substantivo, pode ser permutado pelos pronomes ele, ela, eles, elas.


Tipos de sujeito


• Sujeito determinado:
ocorre quando a terminação do verbo e o contexto permitem:

- reconhecer que existe um elemento ao qual o predicado se refere;


- indicar quem é esse elemento.


Exemplo:
A carrocinha levou meu cachorro.

O sujeito determinado pode ainda ser subclassificado como:


Sujeito determinado simples:
aquele que tem apenas um núcleo.

Exemplo:
A mãe levantou-se aborrecida.

Sujeito determinado composto:
aquele que tem mais de um núcleo.

Exemplo:
Arroz e feijão não saíam de nossos pratos.

O sujeito determinado pode não ocorrer explícito na oração. Há quem costume classificá-lo como:


- sujeito determinado implícito na desinência verbal;


- sujeito elíptico;


- sujeito oculto;


Exemplo: Vou ao cinema na sessão das dez.

(sujeito = eu – implícito na desinência verbal)

• Sujeito indeterminado:
ocorre quando a terminação do verbo e o contexto permitem reconhecer que:

- existe um elemento ao qual o predicado se refere, mas


- não é possível identificar quem é, nem quantos são esses elementos.


Exemplo:
Chegaram da festa tarde demais.

Há duas maneiras de se indeterminar o sujeito:


- pode-se colocar o verbo na terceira pessoa do plural, sem referência a nenhum antecedente;


Exemplo: Dizem péssimas coisas sobre você.


- justapondo-se o pronome
se – índice de indeterminação do sujeito – ao verbo na terceira pessoa do singular.

Exemplo: Precisa-se de balconista.


* Quando o verbo está na terceira pessoa do plural, fazendo referência a elementos antecedentes, o sujeito classifica-se como
determinado.

Exemplo: A sua família não te respeita. Dizem péssimas coisas sobre você.


* É preciso não confundir a classificação do sujeito em frases aparentemente equivalentes como as que seguem:


Exemplos: Discutiu-se o fato.


Discordou-se do fato.


Na primeira, o sujeito é
determinado; na segunda é indeterminado.

Para compreender a diferença entre um caso e outro, é preciso levar em conta que o pronome
se pode funcionar como:

• Partícula apassivadora:
nesse caso, sempre há na frase um sujeito determinado;

• Índice de indeterminação do sujeito:
nesse caso, o sujeito é indeterminado.

Se – Partícula apassivadora


Quando o pronome
se funciona como partícula apassivadora, ocorre a seguinte estrutura:

• Verbo na terceira pessoa (singular e plural)


• Pronome
se;

• Um substantivo (ou palavra equivalente) não precedido de preposição;


• É possível a transformação na voz passiva com o verbo ser (voz passiva analítica).


Exemplo:

Contou

se

a história.

verbo na 3ª pessoa

pronome

substantivo sem preposição.



Transformação:

Foi contada a história.
voz passiva analítica (com o verbo ser)



A análise da frase anterior será então a seguinte:

Contou

se

a história.

Voz passiva sintética ou pronominal

partícula apassivadora

sujeito determinado simples



Se – Índice de indeterminação do sujeito


Quando o pronome
se funciona como índice de indeterminação do sujeito, ocorre esta estrutura:

• Verbo na terceira pessoa do singular;


• Pronome
se;

• Não ocorre um substantivo sem preposição que possa ser colocado como sujeito do verbo na voz passiva analítica.


Exemplo:

Falou

se

da história.

verbo na 3ª pessoa do singular

pronome

substantivo com preposição



Transformação na voz passiva analítica – não é possível. A frase terá então a seguinte análise:

?

falou

se

da história

sujeito indeterminado

verbo na voz ativa

índice de indeterminação do sujeito

objeto



• Sujeito inexistente:
ocorre quando simplesmente não existe elemento ao qual o predicado se refere.

Exemplo: Choveu durante o dia.


O verbo que não tem sujeito chama-se impessoal e os verbos impessoais mais comuns são os seguintes:


- haver:
no sentido de existir, acontecer e na indicação de tempo passado.

Exemplo:
Houve poucas reclamações.

- fazer:
na indicação de tempo passado e de fenômenos da natureza.

Exemplo:
Faz dois anos que te perdi.

- ser:
na indicação de tempo e distância.

Exemplo:
É dia.

-
todos os verbos que indicam fenômenos da natureza;

Exemplo:
Nevou durante a madrugada.
Choveu
muito durante o dia.

FRASE - ORAÇÃO - PERÍODO

SINTAXE

1. Frase, período e oração:

Frase é todo enunciado suficiente por si mesmo para estabelecer comunicação. Expressa juízo, indica ação, estado ou fenômeno, transmite um apelo, ordem ou exterioriza emoções.
Normalmente a frase é composta por dois termos - o sujeito e o predicado - mas não obrigatoriamente, pois, em Português há orações ou frases sem sujeito: Há muito tempo que não chove.
Enquanto na língua falada a frase é caracterizada pela entoação, na língua escrita, a entoação é reduzida a sinais de pontuação.
Quanto aos tipos de frases, além da classificação em verbais e nominais, feita a partir de seus elementos constituintes, elas podem ser classificadas a partir de seu sentido global:
  • frases interrogativas: o emissor da mensagem formula uma pergunta. / Que queres fazer?
  • frases imperativas: o emissor da mensagem dá uma ordem ou faz um pedido. / Dê-me uma mãozinha! - Faça-o sair!
  • frases exclamativas: o emissor exterioriza um estado afetivo. / Que dia difícil!
  • frases declarativas: o emissor constata um fato. / Ele já chegou.
Quanto a estrutura da frase, as frases que possuem verbo são estruturadas por dois elementos essenciais: sujeito e predicado.
O sujeito é o termo da frase que concorda com o verbo em número e pessoa. É o "ser de quem se declara algo", "o tema do que se vai comunicar".
O predicado é a parte da frase que contém "a informação nova para o ouvinte". Ele se refere ao tema, constituindo a declaração do que se atribui ao sujeito.
Quando o núcleo da declaração está no verbo, temos o predicado verbal. Mas, se o núcleo estiver num nome, teremos um predicado nominal.
Os homens sensíveis pedem amor sincero às mulheres de opinião.
A existência é frágil.
A oração, às vezes, é sinônimo de frase ou período (simples) quando encerra um pensamento completo e vem limitada por ponto-final, ponto-de-interrogação, ponto-de-exclamação e por reticências.
Um vulto cresce na escuridão. Clarissa se encolhe. É Vasco.
Acima temos três orações correspondentes a três períodos simples ou a três frases.
Mas, nem sempre oração é frase: "convém que te apresses" apresenta duas orações mas uma só frase, pois somente o conjunto das duas é que traduz um pensamento completo.
Outra definição para oração é a frase ou membro de frase que se organiza ao redor de um verbo. A oração possui sempre um verbo (ou locução verbal), que implica, na existência de um predicado, ao qual pode ou não estar ligado um sujeito.
Assim, a oração é caracterizada pela presença de um verbo. Dessa forma:
Rua!
Que é uma frase, não é uma oração.
Já em:
"Quero a rosa mais linda que houver, para enfeitar a noite do meu bem."
Temos uma frase e três orações: As duas últimas orações não são frases, pois em si mesmas não satisfazem um propósito comunicativo; são, portanto, membros de frase.
Quanto ao período, ele denomina a frase constituída por uma ou mais orações, formando um todo, com sentido completo. O período pode ser simples ou composto.
Período simples é aquele constituído por apenas uma oração, que recebe o nome de oração absoluta.
Chove.
A existência é frágil.
Os homens sensíveis pedem amor sincero às mulheres de opinião.
Quero uma linda rosa.
Período composto é aquele constituído por duas ou mais orações:
"Quando você foi embora, fez-se noite em meu viver."
Cantei, dancei e depois dormi.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

PALÍNDROMO

VOCÊ SABE O QUE É UM PALÍNDROMO?


Um palíndromo é uma palavra ou um número que se lê da mesma maneira nos dois sentidos, normalmente, da esquerda para a direita e ao contrário.

Exemplos: OVO, OSSO, RADAR. O mesmo se aplica às frases, embora a coincidência seja tanto mais difícil de conseguir quanto maior a frase; é o caso do conhecido:

SOCORRAM-ME, SUBI NO ONIBUS EM MARROCOS.

Diante do interesse pelo assunto (confesse, já leu a frase ao contrário), tomei a liberdade de seleccionar alguns dos melhores palíndromos da língua de Camões...



ANOTARAM A DATA DA MARATONA

ASSIM A AIA IA A MISSA

A DIVA EM ARGEL ALEGRA-ME A VIDA

A DROGA DA GORDA

A MALA NADA NA LAMA

A TORRE DA DERROTA

LUZA ROCELINA, A NAMORADA DO MANUEL, LEU NA MODA DA ROMANA: ANIL É COR AZUL

O CÉU SUECO

O GALO AMA O LAGO

O LOBO AMA O BOLO

O ROMANO ACATA AMORES A DAMAS AMADAS E ROMA ATACA O NAMORO

RIR, O BREVE VERBO RIR

A CARA RAJADA DA JARARACA

SAIRAM O TIO E OITO MARIAS

ZÉ DE LIMA RUA LAURA MIL E DEZ

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

O QUE É UM APÓSTROFO?

A pergunta foi: qual a função do apóstrofo?

(Pra quem não se lembra, apóstrofo é aquele "risquinho" que serve pra suprimir vogais entre duas palavras.... Ex: caixa d'água)

E a resposta (imperdível) merece um troféu:


SÃO OS AMIGOS DE JESUS QUE SE JUNTARAM NAQUELA JANTINHA QUE MICHELÂNGELO FOTOGRAFOU.

TÁ BOM PARA VC???

É VERO!!!

> Um pastor de ovelhas estava cuidando de seu rebanho, quando surgiu pelo
> inóspito caminho uma Pajero 4x4 toda equipada. Parou na frente do velhinho e desceu um cara de não mais que 30 anos, terno preto, camisa branca de marca, gravata italiana, sapatos moderníssimos, que disse:
> - Senhor, se eu adivinhar quantas ovelhas o senhor tem, o senhor me dá uma?
> - Sim, respondeu o velhinho meio desconfiado.
> Então o cara volta pra Pajero, pega um notebook, se conecta, via
> celular, à internet, baixa uma base de dados, entra no site da NASA, identifica a área do rebanho por satélite, calcula a média histórica do tamanho de uma ovelha daquela raça, baixa uma tabela do Excel com execução de macros personalizadas, e depois de três horas, diz ao velho:
> - O senhor tem 1.324 ovelhas, e quatro podem estar grávidas.
> O velhinho admitiu que sim, estava certo, e como havia prometido,
> poderia levar a ovelha. O cara pegou o bicho e carregou na sua Pajero.
>
> Quando estava saindo, o velho perguntou:
> - Desculpe, mas se eu adivinhar sua profissão, o senhor me devolve a
> ovelha?
> Duvidando que acertasse, o cara concorda:
- O senhor é advogado, diz o velhinho...
>
> - Incrível! Como adivinhou?
> - Quatro razões:
> *primeiro, pela frescura;
> * segundo, veio sem que eu o chamasse;
> * terceiro, me cobrou para dizer algo que já sei.
> * e quarto, nota-se que não entende porcaria nenhuma do que está
> falando:
> Devolve já o meu cachorro!!!!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

FAHRENHEIT 451 - O MUNDO SEM LIVROS... SEM MEMÓRIA



Fahrenheit 451 é um romance distópico de ficção científica soft, escrito por Ray Bradbury e publicado pela primeira vez em 1953. O conceito inicial do livro começou em 1947 com o conto "Bright Phoenix" (que só seria publicado na revista Magazine of Fantasy and Science Fiction em 1963).[1]O conto original foi reformulado na novela The Fireman, e publicada na edição de fevereiro de 1951 da revista Galaxy Science Fiction. A novela também teve seus capítulos publicados entre março e maio de 1954 em edições da revista Playboy.[2] Escrito nos anos iniciais da Guerra Fria, o livro é uma crítica ao que Bradbury viu como uma crescente e disfuncional sociedade americana.
O romance apresenta um futuro onde todos os livros são proibidos, opiniões próprias são consideradas anti-sociais e hedonistas, e o pensamento crítico é suprimido. O personagem central Guy Montag, trabalha como “bombeiro”(o que na história significa “queimador de livro”). O número 451 refere-se à temperatura (em Fahrenheit) a qual o papel ou o livro incendeia. Uma versão do filme foi lançado em 1966, e se prevê uma segunda versão do filme para 2008. No mínimo duas dramatizações foram transmitidas pela BBC Radio 4, ambas seguiram fielmente ao livro.
Através dos anos, o romance foi submetido à várias interpretações primeiramente focadas na queima de livros pela supressão de idéias dissidentes. Bradbury havia declarado que o romance não trata de censura, ele declara que Fahrenheit 451 é uma história sobre como a televisão destrói o interesse na leitura.
Ray Bradbury declarou que todo o romance foi escrito nos porões da biblioteca Powell, localizada na Universidade da Califórnia em uma máquina de escrever alugada. A sua intenção original em escrever Fahrenheit 451 era mostrar seu grande amor por livros e bibliotecas. Ele freqüentemente se refere a Montag como uma alusão a ele mesmo.

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É O QUE TEM PRA HOJE: "POUCO PAPO E SÓ... SU-CEEEEEEES-SO!!!"



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