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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

FONÉTICA / FONOLOGIA - A HISTÓRIA DA ORIGEM DAS LETRAS DO NOSSO ALFABETO


Alfabeto, palavra que, derivada da língua grega e constituída por alpha e beta, suas duas primeiras letras, designa uma série de sinais escritos, representantes de um ou mais sons que, combinados, formam todas as palavras de um idioma. Os alfabetos são diferentes dos silabários, pictogramas e ideogramas: em um silabário, cada sinal representa uma sílaba. No sistema pictográfico, os objetos são representados por meio de desenhos. Nos ideogramas, os pictogramas são combinados para representar o que não pode ser desenhado. Os primeiros sistemas de escrita foram a escrita cuneiforme dos babilônios e assírios, a escrita hieroglífica dos egípcios, os símbolos da escrita chinesa e japonesa e os pictogramas dos maias.

ALFABETOS GREGO E ROMANO Entre os anos 1000 e 900 a.C., os gregos adotaram a variante fenícia do alfabeto semítico. Depois do ano 500 a.C., o grego se difundiu por todo o mundo mediterrâneo e dele surgiram outras escritas, entre elas, a etrusca e a romana. Em conseqüência das conquistas romanas e da difusão do latim, este alfabeto se tornou a base de todas as línguas européias ocidentais.

A

Primeira letra e vogal do alfabeto português e da maioria dos alfabetos das línguas indo-européias. Ao que tudo indica, sua forma se originou de um hieróglifo egípcio da escritura hierático-cursiva que representava a cabeça do deus Ápis. A Primeira letra do alfabeto da língua portuguesa. Indica também a nota musical “lá” no sistema utilizado pelos países germânicos e anglo-saxões.

B

Segunda letra do alfabeto da língua portuguesa. Indica também a nota musical “si” no sistema utilizado pelos países germânicos e anglo-saxões. B, segunda letra e primeira consoante do alfabeto português. Seu nome é "be". Os fenícios lhe deram forma a partir da representação de um grou em um hieróglifo egípcio, mas a chamaram beth, "casa".

C

Terceira letra do alfabeto da língua portuguesa. Indica também a nota musical “dó” no sistema utilizado pelos países germânicos e anglo-saxões. Notação romana que indica 100. C, terceira letra do alfabeto português e das línguas romanas em geral. Seu nome é "ce". O signo procede do "c" latino, ao rodear a letra grega gamma (gama), que derivava, por sua vez, de um símbolo fenício chamado gimel, ou "camelo".

D

Quarta letra do alfabeto da língua portuguesa. Indica também a nota musical “ré” no sistema utilizado pelos países germânicos e anglo-saxões. Notação romana que indica 500. D, quarta letra dos alfabetos que procedem do grego e do latim. Seu nome é "de". Teve sua origem em um hieróglifo egípcio que representava uma mão. Quando os fenícios o adotaram, este signo recebeu o nome de daleth, ou "porta", por ser parecido com a abertura de uma tenda de campanha.

E

Quinta letra e segunda vogal do alfabeto português. Seu nome é "e". Sua forma, sem alteração alguma, procede da quinta letra do alfabeto romano clássico, que era uma adaptação da letra grega epsilon (~~, e).

F

Sexta letra do alfabeto da língua portuguesa. Indica também a nota musical “fá” no sistema utilizado pelos países germânicos e anglo-saxões. F, sexta letra e quarta consoante do alfabeto português e dos alfabetos latino e grego antigo. Seu nome é "efe". Em grego, era digamma por ser parecido com dois gamas maiúsculos que estiveram sobrepostos.

G

Sétima letra do alfabeto da língua portuguesa. Indica também a nota musical “sol” no sistema utilizado pelos países germânicos e anglo-saxões. G, sétima letra do alfabeto português e do outros alfabetos procedentes de latim. Seu nome é "ge". O G maiúsculo deriva da letra C do latim, que, por sua vez, procede da letra grega G (gama), que se tornou arredondada a partir do século VII a.C.

H

Oitava letra do alfabeto português e de outros alfabetos procedentes do latim. Na língua portuguesa, chama-se "agá". A letra procede do signo semítico cheth, que representava, tanto no alfabeto grego como no latino, um som aspirado parecido ao que existe atualmente em árabe e em inglês.

I

Nona letra do alfabeto da língua portuguesa. Notação romana que indica 1. I, nona letra e terceira vogal dos alfabetos português, grego e romano. Os gregos a chamaram iota, a partir de seu nome semítico, yodh, que significa "mão". Procede da forma que tinha este signo no alfabeto hierático egípcio.

J

Décima letra e sétima consoante do alfabeto português. Seu nome é "jota", porque surge da letra grega iota. É a última letra incorporada ao abecedário e à língua escrita.

K

Letra considerada parte do abecedário da língua portuguesa, mas só utilizada em palavras, abreviações e nomes própios derivados de palavras estrangeiras. K, considera-se que esta letra não pertence ao alfabeto português. É usada em abreviaturas, na grafia de nomes estrangeiros incorporados à língua portuguesa e em palavras derivadas de nomes próprios que levam esta letra, como kantismo. Aparece com sua forma atual no alfabeto romano, como correspondente da letra grega kappa, da qual procedia. Esta, por sua vez, teve origem em um hieróglifo egípcio.

L

Décima primeira letra do alfabeto da língua portuguesa. Notação romana que indica 50. L, décima primeira letra do alfabeto português. Seu nome é "ele". Em latim, apareceu primeiro a forma maiúscula desta letra, procedente da letra grega lambda, que, por sua vez, teve origem em um hieróglifo egípcio.

M

Décima segunda letra do alfabeto da língua portuguesa. Notação romana que indica 1000. M, décima segunda letra do alfabeto português. Seu nome é "eme". Procede do latim, adotada da letra grega mu, que, por sua vez, teve origem no hieróglifo egípcio que representava uma coruja.

N

Décima terceira letra do alfabeto português, procede de uma letra latina que, por sua vez, vem do alfabeto grego. Seu nome é "ene". Os gregos a chamaram nu, por sua denominação semítica e fenícia nun, que significa "peixe", tomada da representação de uma linha de água em um hieróglifo egípcio.

O

Décima quarta letra do alfabeto português. No princípio era um signo fenício (ver Fenícia) que representava um fonema gutural aspirado. Os gregos adotaram este signo para representar o ômicron (o breve), e acrescentaram um signo diferente para representar o ômega (o longa). No alfabeto latino foi incorporada uma letra só para os dois fonemas. A letra o do português costuma ter como a origem mais freqüente um o, um u ou o ditongo au do latim: as palavras portuguesas folha, lobo, pobre, procedem das latinas folia, lupu, paupere. Em português, a pronúncia da vogal o muda segundo ela seja tônica ou átona, oral ou nasal: porta, arco e abóbada e relógio (tônica oral); tômbolo, recôndito e bomba (tônica nasal); canto, protista e alho (átona oral); cometa, sonar e concerto (átona nasal).

P

Décima quinta letra do alfabeto português, procede do latim como adaptação da letra grega pi, que, por sua vez, teve origem em um hieróglifo egípcio. Seu nome é "pe". Paleografia, ciência auxiliar da História que tem como objetivo estudar e analisar documentos antigos, escritos sobre qualquer tipo de material, entre eles o papiro, as tábuas enceradas, o pergaminho, o couro e o papel. Os papiros foram empregados entre 500 a.C. e 300 d.C. Em torno do século IV, os textos literários e gregos transformaram-se em códices (pergaminho manuscrito com o formato de um livro moderno). Os códices imitavam a configuração das tabuletas enceradas. Os escribas da antigüidade empregavam dois estilos: escrita hierádica, mais trabalhada, e a demótica, mais simples e rápida, utilizada nos documentos relacionados à vida diária.

Q

Décima sexta letra do alfabeto português, procedente, através do latim e do grego, da letra fenícia qoph, que, por sua vez, desenvolveu-se a partir de um hieróglifo egípcio. Nas línguas semíticas, o qoph representa um som explosivo, muito diferente da menos enérgica consoante grega.

R

Décima sétima letra do alfabeto português. Seu nome é "erre". O "R" maiúsculo, em sua forma moderna, apareceu primeiro no alfabeto romano, como adaptação de letra grega rô. Este caractere grego correspondia ao fenício resh, que, por sua vez, se originou de um hieróglifo egípcio.

S

Décima oitava letra do alfabeto português. Em sua forma moderna, apareceu pela primeira vez no alfabeto romano, como equivalente da letra grega sigma, que procedia originariamente de um caractere hierático egípcio, baseado num hieróglifo que representava um jardim inundado.

T

Décima nona letra do alfabeto português. Seu nome é "te". É derivada de um caractere romano de mesmo nome, o qual provém da letra grega tua. Procede de tâw, última letra do alfabeto fenício, que representa uma cruz ou marca de pertinência. Esta, por sua vez, tem origem em um hieróglifo egípcio.

U

Vigésima letra do alfabeto português e última de suas vogais. Seu nome é "u". A letra semítica vau tem origem num hieróglifo egípcio.

V

Vigésima primeira letra do alfabeto da língua portuguesa. Notação romana que indica 5. V, vigésima primeira letra do alfabeto português. Seu nome é "ve". A forma da letra maiúscula apareceu primeiro em latim, que a havia adaptado da letra grega upsilon, a qual, por sua vez, procedia de um hieróglifo egípcio.

W

Letra outrora pertencente ao abecedário da língua portuguesa, tendo sido substituída ora pelo “u”, ora pelo “v”. É utilizada somente em palavras, abreviaturas e nomes próprios derivados de palavras estrangeiras.W, antiga letra do alfabeto português. Seu nome é "dáblio". Atualmente, é utilizada na grafia de palavras provenientes de outras línguas. Na reforma ortográfica de 1943, foi substituída por "u" ou "v", segundo o caso, ficando, portanto, eliminada do sistema ortográfico em vigor.

X

Vigésima segunda letra do alfabeto da língua portuguesa. Notação romana que indica 10. Vigésima segunda letra do alfabeto. Chama-se ‘xis’. Sua forma, valor fonético e nome procedem do latim, através do grego, e, em última instância, de um hieróglifo egípcio.

Y

Letra outrora pertencente ao abecedário da língua portuguesa, tendo sido substituída pelo “i”. É utilizada somente em palavras, abreviaturas e nomes próprios derivados de palavras estrangeiras. Y o alfabeto português consta de 23 letras e o ‘y’ não está entre elas. O ‘y’ procede da transliteração romana da letra grega ípsilon. Em português, esta letra foi substituida pelo ‘i’ mas ainda é usada em raros casos. Entre eles, na matemática, como símbolo da segunda coordenada cartesiana. Também se utiliza o ‘y’ na abreviatura de termos técnicos: Y = ítrio, yb = itérbio, yd = jarda. Nos derivados de nomes próprios estrangeiros, empregam-se as formas em conformidade com o original: Byron, byroniano ou Taylor, taylorista. Nomes em outras línguas, introduzidos na prosódia portuguesa, são grafados com ‘y’: yagi, yearling e yin-yang.

Z

Vigésima terceira e última letra do alfabeto. Seu nome é “zeta”. Provém do alfabeto romano, derivada de uma letra grega que, por sua vez, originou-se em um hieróglifo egípcio.

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